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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SP terá escola para formar especialistas de saúde em drogas

Hospital das Clínicas vai oferecer nova residência a profissionais e atuação será nas comunidades onde vivem os dependentes Fernanda Aranda, iG São Paulo O Hospital das Clínicas de São Paulo, em parceria com a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), elaborou um novo conceito de atendimento ao dependente químico, o calcanhar de Aquiles da saúde mental nas redes públicas e privadas atualmente. Com investimento inicial de R$ 11 milhões, um prédio será construído atrelado ao Instituto de Psiquiatria do complexo hospitalar, na zona oeste da capital paulista, com o triplo objetivo de formar profissionais especializados, fazer pesquisas sobre dependência química e ainda atender aos casos mais complexos nesta área da medicina. Hoje, uma das principais deficiências no setor é a falta de mão de obra gabaritada para tratar estes pacientes, crítica já expressada pelo próprio Conselho Federal de Medicina (CFM). O Hospital das Clínicas agora vai oferecer residência em saúde para assistentes sociais, enfermeiros e psicólogos e, com isso, pesquisar novos modelos de atendimento. “A grande menina dos olhos do novo projeto é que estes profissionais não médicos e especializados terão uma atuação social com relação aos usuários de drogas”, afirma o psiquiatra Arthur Guerra, o coordenador do novo serviço do HC. “As equipes vão à comunidade em que o dependente vive, promovendo atividades com as famílias, atuando com relação aos problemas de desemprego, cultura, lazer. Será um atendimento itinerante”. O novo prédio contará com 40 leitos de internação, destinados aos casos mais complexos – crises de abstinência severas, violência e dificuldade de intervenção – sendo 30 deles para adultos e 10 para crianças e adolescentes. No ambulatório, a capacidade de atendimento será de 14 famílias por dia. O projeto já está em andamento e a previsão de conclusão é de dois anos. Levantamento feito pelo iG no banco de dados do Ministério da Saúde reforça a necessidade de mais leitos específicos para a área da dependência química. Só entre janeiro e novembro do ano passado, 52 mil pessoas precisaram ser internadas em unidades hospitalares do sistema público, por conta das sequelas do uso nocivo de álcool. Por falta de unidades especializadas, estas pessoas ficam misturadas com os outros pacientes, hospitalizados pelas causas mais diversas: problemas cardiovasculares, acidentes e doenças crônicas, entre outras. A carência de serviços médicos também é repetida no sistema particular de saúde, conforme pesquisa feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp+tera+escola+para+formar+especialistas+de+saude+em+drogas/n1237984206206.html

Definição de liderança

Ao longo do tempo verificou-se que empregado, quando tem confiança e é comprometido com a empresa, obtém mais e melhores resultados, do que o empregado vigiado, controlado e mandado. A liderança, dentro de uma visão moderna, está sendo buscada por um simples fato: o controle de empregados custa caro, e não obtém a maior produtividade de cada empregado. Ou seja, é duplamente ineficaz: custa mais e não obtém o melhor. Não fosse isso, não se justificaria um Hospital Sara Kubitschek, que possui um corpo técnico de excelente nível, e paga salários menores do que esses profissionais poderiam estar ganhando no mercado. Ou ainda, os McDonalds, que atendem em 119 países, têm mais de 30.000 restaurantes de lanches rápidos, e servem mais de 47.000.000 de sanduíches por dia, com pessoal atendendo a todos com um sorriso nos lábios. O que faz com que todas estas pessoas trabalhem assim? O que esse pessoal faz que os outros não possam fazer? Cabe discutir o que é liderança. As seis definições de liderança abaixo, para mim são todas equivalentes: 1 LIDERAR é conectar os seus empregados ao seu negócio. 2 LIDERAR é obter e manter empregados que ajam e trabalhem como proprietários. 3 LIDERANÇA é a arte de fazer com que os outros tenham vontade de fazer algo que você está convencido que deva ser feito. 4 LIDERANÇA é a arte de mobilizar os outros a batalhar por aspirações compartilhadas. 5 LIDERANÇA é a arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de empregados engajados. 6 LÍDER é o portador da autoridade legitimada, ou seja, aquele em quem se reconheçam motivos para ser ouvido, acatado e seguido. (Benedito Milioni) Em quaisquer definições de liderança, aquela que você gostar, sempre haverá uma ou duas palavras, no máximo, que se retiradas, mudam o significado de liderança para gerência, ou chefia. Vejamos: GERENCIAR é colocar para trabalhar os seus empregados no seu negócio. GERENCIAR é obter e manter empregados que ajam e trabalhem como empregados. GERÊNCIA é a arte de fazer com que os outros façam algo que você está convencido que deva ser feito. GERÊNCIA é a arte de mobilizar os outros a batalhar. GERÊNCIA é a arte de obter resultados desejados, acordados e esperados através de empregados. As palavras que mudam, e dão todo o sentido da liderança, - diferentemente da simples gerência - são conectar, agir e trabalhar como proprietários, fazer com que os outros tenham vontade de fazer, batalhar por aspirações compartilhadas, e empregados engajados. Em toda e qualquer definição de liderança, que utilizarmos, terá um ou dois vocábulos que expressarão o conceito de aderência e comprometimento do empregado à empresa, de pertencer a um agrupamento que faça a diferença. Liderar fica sendo então algo como prover um significado ao trabalho que faça com que valha a pena o engajamento das pessoas, que esse significado ajuda a sensação de pertencer, mas, sobretudo, conceda a chance de participar, com o seu próprio trabalho e esforço, na construção de algo que valha a pena engajar a sua vida. Neste casos, liderar é dar um significado ao trabalho, que propicie o engajamento voluntário dos empregados. O que também ajuda a definir a liderança: Liderar é também dar um significado ao trabalho que propicie o engajamento voluntário dos empregados. Note que esta frase sobre liderança enfoca mais um dos processos - básico, necessário e importantíssimo – da liderança, que é a construção do significado, é o que engaja o empregado ao negócio, é o que faz com ele tenha vontade de obter os resultados que o líder aponta, orienta ou indica. Mas a liderança não se resume a isso. O grande guru da administração, Peter Drucker, diz: "A única definição de líder é alguém que possui seguidores. Algumas pessoas são pensadoras. Outras, profetas. Os dois papéis são importantes e muito necessários. Mas, sem seguidores, não podem existir líderes." "O líder eficaz não é alguém amado e admirado. É alguém cujos seguidores fazem as coisas certas. Popularidade não é liderança. Resultados sim!" http://www.merkatus.com.br/10_boletim/73.htm

Manifestantes se reúnem para tomar overdose de remédios homeopáticos em SP

GUILHERME GENESTRETI DE SÃO PAULO Neste sábado, quem passou pela tradicional feirinha de antiguidades da praça Benedito Calixto, em São Paulo, se deparou com um protesto um tanto inusitado: cerca de vinte manifestantes se reuniram para tomar uma overdose de remédios homeopáticos. Especialistas reagem a protesto contra homeopatia O evento faz parte de uma manifestação global que vai ocorrer em outras 79 cidades do mundo inteiro neste fim de semana --uma campanha encabeçada pelo grupo britânico 10:23. A ideia, segundo os organizadores do movimento, é protestar contra a falta de evidências científicas que demonstrem a eficácia dessas medicações. Às 10h23 da manhã, pontualmente, os céticos paulistanos entornaram vidros inteiros de remédios homeopáticos. O horário é uma alusão à constante de Avogadro, referência usada na química para calcular quantidades de substâncias. "Isso é o que eu chamo de suicídio homeopático", disse um dos manifestantes após sorver todo o seu comprimido. 'Se eles realmente funcionassem, eu estaria agora caído no chão, com espuma saindo pela boca'. O analista de sistemas Kentaro Mori, um dos coordenadores do protesto, também não parecia temer qualquer efeito colateral de uma suposta overdose. "Todas as leis da física e da química garantem que não vai dar nenhum efeito", disse ele, após virar uma dose inteira do composto feito à base beladona, uma planta tóxica que é diluída para produzir muitos desses remédios. "A diluição é tão grande que para se achar uma única molécula da substância teríamos que administrar 6 bilhões de doses para 6 bilhões de pessoas durante 4 bilhões de anos", completou o também analista de sistemas Carlos Bella, 38, que comprou seis frascos por R$ 50 para fazer o protesto. "Dá pra ver que é o açúcar mais caro do mundo", ironizou o advogado Alexandre Medeiros, 40. Alguns instantes depois, aproximou-se um grupo de terapeutas homeopatas e adeptos dessas medicações. A designer gráfica Marisa Luiz, 53, que toma esse tipo de remédio há mais de cinco anos, classificou o protesto como uma "palhaçada". "Eles não conhecem princípios da homeopatia. Se eles realmente quisessem uma overdose, teriam que tomar várias vezes ao dia, e não assim, de uma vez só", afirmou. Rubens Dolce Filho, presidente da Associação Paulista de Homeopatia, concorda. "Isso é uma bobagem enorme. Não existe overdose em homeopatia dessa forma." A terapeuta homeopata Ana Paula Macedo começou a notar que alguns dos céticos apresentavam sinais no corpo de possíveis efeitos colaterais da superdosagem. "Alguns estão com pontos vermelhos nas faces e estão tomando muita água porque a boca está seca. É um sinal de que está acontecendo alguma coisa". O biólogo Yuri Grecco, 32, do grupo de manifestantes, rebate: 'Dizer isso é de uma desonestidade intelectual tremenda. Eu suo o dia inteiro porque sou obeso e o sol está bem forte'. Bella resume a ideia do movimento: "Não estamos lutando contra um laboratório específico. Estamos alertando para uma situação em que há dinheiro público financiando tratamentos e pesquisas sem que haja demonstração de que a homeopatia tem uma base, que é uma ciência". http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/871244-manifestantes-se-reunem-para-tomar-overdose-de-remedios-homeopaticos-em-sp.shtml

Remédio para pressão é usado contra a ansiedade

GUILHERME GENESTRETI DE SÃO PAULO Uma droga indicada no tratamento da hipertensão está sendo usada por estudantes para aliviar a ansiedade, principalmente em dias de seminários e apresentações públicas de trabalhos. O propranolol é um remédio que, teoricamente, só é vendido com prescrição médica. Pode causar efeitos colaterais como insuficiência cardíaca e respiratória. Quando ingerida, a droga reduz a frequência cardíaca, inibindo suores e tremores. Na rede de relacionamentos Orkut, uma comunidade chamada "A solução: propranolol" reúne 108 integrantes e convida: "Você é tímido, e o propranolol serviu para você não ficar um pimentão, suar, tremer e gaguejar? Junte-se a nós!". A estudante de psicologia Daniela, 22, conta que resolveu experimentar o remédio para se sentir mais segura na hora de apresentar o seminário de sua iniciação científica. Tomou um comprimido emprestado da amiga uma hora antes da apresentação. "Uns amigos falaram que deixava mais calmo na hora de falar, que ficava 'bem de boa'", conta a aluna de uma universidade particular de Santa Catarina. Daniela afirma que não sentiu nada de diferente. "Eu estava tão concentrada que nem senti nenhum efeito." A aluna de biologia Adriane, 21, da mesma universidade, tomou duas vezes: quando apresentou o trabalho de iniciação científica e quando defendeu seu trabalho de conclusão de curso. Dividiu a caixa do remédio com outros seis amigos. Não pagaram mais do que R$ 5 pela embalagem e também não precisaram de receita. "Foi fácil, só chegar à farmácia e pedir", afirma. A reportagem da Folha conseguiu comprar a versão de 40 mg do medicamento por R$ 7,04 em uma farmácia no centro de São Paulo, sem precisar mostrar receita. MULETA O psiquiatra Ivan Mario Braun, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP, afirma que o propranolol não é a solução para combater a ansiedade. "Ele é uma muleta: pode bloquear tremores, sensações de mal-estar, mas não age na sensação subjetiva da ansiedade, no nervosismo." O psicólogo gaúcho Ricardo, 37, diz que tomou a medicação receitada por um colega médico. "Diminuiu a transpiração, mas não mexeu no emocional", afirma. Ele usou a droga para enfrentar a banca do mestrado. Segundo Marcus Bolívar Malachias, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o medicamento pode ser perigoso e só deve ser vendido com prescrição. "Quanto maior a dosagem, maior o risco. O remédio diminui o ritmo dos batimentos e pode potencializar algum problema cardíaco preexistente." Pacientes asmáticos, afirma Malachias, podem ter crises muito fortes sob o efeito desse medicamento. O psiquiatra Arthur Guerra, do Grupo de Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da USP, alerta para o problema do abuso. "Esse remédio é usado de forma pontual, com a ideia infundada de que pode resolver a ansiedade. E pode tornar as pessoas habituadas a usá-lo como se realmente tivesse esse efeito", diz. http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/871188-remedio-para-pressao-e-usado-contra-a-ansiedade.shtml

Especialistas reagem a protesto contra homeopatia

DÉBORA MISMETTI EDITORA-ASSISTENTE DE SAÚDE 04/02/2011 - 22h08 Médicos, farmacêuticos e terapeutas especializados em homeopatia repudiaram a manifestação do movimento 10:23, marcada para sábado de manhã na praça Benedito Calixto, zona oeste de São Paulo. Os manifestantes prometem entornar vidros inteiros de remédios homeopáticos, o que provaria que eles não funcionam. De acordo com Marcia Gutierrez, presidente da Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas, o protesto dos "céticos" é preconceituoso. "Eles não são obrigados a usar uma terapêutica [a homeopatia]. Estão sendo preconceituosos com quem faz essa opção." Ela afirma ainda que, diferentemente do que dizem os "céticos", há risco sim em tomar homeopatia de forma indiscriminada. "Não é inócuo. Quem tomar pode ter sinais e sintomas. Se algum deles tiver alguma predisposição, pode haver um agravamento disso. É uma irresponsabilidade recomendar comprar remédio e tomar o vidro inteiro." Para a farmacêutica, o protesto pode gerar pânico nos pacientes que estão em tratamento com homeopatia. "Essas pessoas podem interromper um tratamento indicado por um médico. Podem ter um agravamento de sintomas." Ela acredita que o ato é uma agressão ao trabalho dos especialistas em homeopatia. "Medicamento homeopático é regulamentado pela Anvisa, tem legalidade. A atividade homeopática é legítima", afirma. A entidade presidida por Gutierrez notificou a Vigilância Sanitária municipal (Covisa) sobre protesto, e também a polícia. "Fazer uma brincadeira com medicamento é um risco sanitário." Segundo ela, a intenção não é impedir o protesto, mas garantir a segurança da população e informar. "Minha preocupação é se as pessoas sabem o que estão fazendo." A questão levantada pelos manifestantes --de que a homeopatia não tem base científica-- é rebatida pela farmacêutica. "Se querem discutir cientificidade, não é na Benedito Calixto que isso vai acontecer. Não é tomando um frasco de medicamento que algo vai ser provado. Há 15 mil médicos homeopatas no Brasil, porque existe demanda da população. Nada disso vai afetar nossa profissão." O médico Rubens Dolce Filho, presidente da Associação Paulista de Homeopatia, afirma que vai acompanhar o protesto no sábado. Ele acredita que os manifestantes não vão sentir efeitos colaterais. "Você pode tomar um litro do remédio, e não vai acontecer nada. Se tomarem por muito tempo, vão ter sintomas. Com uma dose só, não vai acontecer nada." Dolce Filho afirma que o motivo da desconfiança em relação à especialidade é a falta de conhecimento. "São ignorantes a respeito disso." Os "céticos" que organizam o movimento internacional contra a homeopatia denunciam que os poderes públicos desperdiçam dinheiro custeando uma terapia que, dizem eles, não funciona. "O que o governo gasta com homeopatia no Brasil é quase nada. Não vejo como estamos incomodando. Não sabemos quem está financiando isso." Um grupo de homeopatas está até se mobilizando para fazer uma contramanifestação na mesma praça, a Benedito Calixto, no sábado. O movimento é organizado pela Associação Nacional dos Terapeutas Holísticos e Energéticos e pelo Conselho Nacional de Homeopatia. Eliete Fagundes, coordenadora do curso de homeopatia da Universidade Federal de Viçosa (MG), é uma das organizadoras do movimento. "Em primeiro lugar, queremos mostrar que temos material da universidade, como teses de doutorado e mestrado, que provam a eficácia da homeopatia em plantas. Se age nas plantas, não tem como não agir no ser humano." Fagundes afirma que o efeito em plantas é definitivo para comprovar a eficácia da homeopatia porque os vegetais não poderiam ser sugestionados a sentir a ação dos compostos diluídos. Assim, não haveria possibilidade de efeito placebo, muitas vezes levantado por quem condena a homeopatia para explicar por que algumas pessoas sentem melhora com os remédios dessa especialidade. Ela acredita que pode haver multinacionais da indústria farmacêutica por trás dos protestos. "Quem tem interesse em derrubar a homeopatia são os grandes laboratórios. Mas não temos como provar." Fagundes diz que entrou em contato com um laboratório que fabrica remédios homeopáticos para fornecer as drogas aos manifestantes. A ideia é se certificar de que eles vão tomar remédios homeopáticos de verdade e provar que alguns preparados têm sim o potencial de causar sintomas. "Queremos propor outras homeopatias que não estão na lista deles. Eles dizem que quanto mais os remédios são diluídos, menos efeitos têm. Vamos propor remédios bastante diluídos. Eu acho que eles vão recusar. Se algum deles tiver algum conhecimento, vai dizer não." O engenheiro Daniel Sottomaior, 39, um dos organizadores do movimento 10:23, contrário à homeopatia, reagiu com risos à informação de que os farmacêuticos homeopatas avisaram a polícia sobre o protesto. "Eu acho que eles deveriam acionar a polícia cada vez que as pessoas tomam água, então!" Ele acredita que não há risco em entornar vidros e vidros de homeopatia. "O risco é igual ao número de moléculas dos medicamentos deles: zero." A ideia do protesto é denunciar o que Sottomaior chama de "enganação". "Lembra da pílula anticoncepcional de farinha? Milhares de mulheres processaram a empresa que fez aquilo, com razão. E isso está acontecendo todos os dias. São 15 mil médicos prescrevendo farinha para os pacientes, que estão sendo enganados." http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/871084-especialistas-reagem-a-protesto-contra-homeopatia.shtml