Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



domingo, 25 de março de 2012

O poder das bebidas quentes para o sono

Especialistas explicam como o chá e o leitinho antes de dormir ajudam os insones

A receita é da vovó, mas tem fundamento científico: as bebidas quentes, de fato, ajudam o corpo a relaxar e o sono a surgir.

“É uma tática ancestral. E faz parte da memória genética dos humanos, passada de geração para geração de forma silenciosa”, explica o vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrólogos (Abran), José Alves Lara Neto.

“O calor desperta a sensação de aconchego, de segurança e de relaxamento do organismo”, completa.

 Se a temperatura elevada ainda acompanhar alimentos que também favorecem o sono, a dobradinha fica completa. “O leite tem carboidratos e açúcar que ajudam a introduzir no cérebro a sensação de relaxamento”, explica Lara Neto. Já as ervas e os chás são usadas inclusive de forma medicinal para acalmar os ânimos.

No livro “50 coisas que você pode fazer para combater a insônia” (Ed. Larousse) outras propriedades do leite, da camomila e da erva-cidreira são evidenciadas para explicar os motivos para serem os “melhores amigos” dos insones.

O leite, explicam os autores, contém tripofano e cálcio duas substâncias que ajudam a relaxar. “Leite semidesnatado ou desnatado é melhor porque contém menos gordura, o que significa que o fardo será pequeno para o sistema digestivo durante o sono.”

 Já sobre a camomila, o livro conta que “as flores contêm aminoácido glicina, que é um relaxante muscular e do sistema nervoso”. Para completar o trio – ainda mais eficiente se servido quentinho – a erva cidreira tem propriedades calmantes, reconhecidas e recomendadas pelo Instituto Federal para Drogas e Dispositivos Médicos da Alemanha.

Na turma dos vilões do sono, estão os alimentos com cafeína (café, bebidas alcoólicas, refrigerantes, sem esquecer dos chás com caféina), os chocolates e os cigarros.

“Ainda que o açúcar ajude a relaxar, o excesso de doce provoca efeito contrário, que é o despertar da adrenalina. Já nicotina também é um estimulante e, se a pessoa ainda insiste em fumar mesmo com todos os malefícios, é recomendado não fazer isso 3 horas antes de ir para a cama”, orienta o presidente da Abran.

Fonte iG

Gordura visceral também prejudica os ossos

Gordura: acúlumo na cintura pode favorecer a osteoporose
Pesquisa associa gordura abdominal em mulheres a um maior risco de ter osteoporose

Uma nova pesquisa aponta que os quilos extras na região da cintura não são apenas o vilão dos problemas cardíacos e do diabetes nas mulheres, eles também aumentam o risco de desenvolver osteoporose.

Em um estudo conduzido com mulheres de diferentes pesos corporais na pré-menopausa, pesquisadores da Harvard constataram que aquelas que tinham maior acúmulo de gordura na região do abdômen apresentaram maior probabilidade de ter densidade mineral óssea mais baixa, uma condição que pode levar à osteoporose.

“Nem toda gordura é igual. Gordura no abdômen tem um efeito prejudicial à saúde dos ossos”, disse Miram Bredella, principal autora do estudo, radiologista do Hospital Geral de Massachusetts e professora assistente de radiologia da Escola de Medicina da Harvard (EUA). Bredella foi escolhida para apresentar as descobertas no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte em Chicago, esta semana.

Segundo dados do Instituto Nacional de Artrite, Doenças Músculoesqueléticas e de Pele dos Estados Unidos, entre os fatores de risco para desenvolver osteoporose estão a deficiência em estrógeno, dieta pobre em cálcio e vitamina D, distúrbios alimentares, alguns medicamentos, sedentarismo e excesso de álcool e cigarros. Segundo Bredella, anteriormente acreditava-se que o peso extra de certa forma era uma proteção contra a perda óssea. Os resultados da pesquisa podem mudar essa crença.

O índice de massa corporal (IMC) médio das mulheres recrutadas para o estudo foi de aproximadamente 30, com resultados variando de 19 a 46. Segundo dados dos Centros para a Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, o IMC de 18.5 a 24.9 é considerado normal, enquanto que de 25 a 29.9 é considerado acima do peso. O IMC de 30 é considerado obeso.

Todas as participantes se submeteram a um exame de imagem conhecido como Espectroscopia por Ressonância Magnética (ERM) que permitiu que os pesquisadores medissem os depósitos de gordura com precisão – incluindo aquela encontrada na medula.

Mulheres com maior acúmulo de gordura visceral, ou seja, ao redor da parte central do corpo, apresentaram maior probabilidade de ter densidade mineral óssea mais baixa. Além disso, uma associação entre a gordura visceral e os níveis de gordura na medula também foi observada.

“Gordura visceral é a gordura profunda da barriga. Ela é ruim para o coração e para o diabetes. Este tipo de gordura libera ácidos graxos no fígado, além de outras substâncias e hormônios que podem afetar o coração e o pâncreas, e provavelmente também os ossos. Mas, não sabemos ao certo porque a gordura visceral causa tais problemas”, disse Bredella.

Este estudo é mais uma notícia ruim para a obesidade. “A única coisa que achávamos que a obesidade tinha de bom era proteger os ossos – e isso não é verdade”, ela complementou a médica.

“Esse estudo é fascinante, pois levanta questões importantes e interessantes”, disse Judi Chervenak, professora clínica associada de obstetrícia, ginecologia e saúde feminina do Centro Médico Montefiore e da Escola de Medicina Albert Einstein, de Nova York.

“Ter um peso saudável e tentar controlar a obesidade visceral está se tornando importante a partir de diferentes pontos de vista. É preciso fazer mudanças no estilo de vida que enfatizem o bem-estar e a saúde como um todo, e os exercícios físicos são muito importantes para ajudar a prevenir a osteoporose e outras doenças. Se você não está se exercitando, tente sair de casa e fazer uma caminhada. O ideal é exercitar-se regularmente”, ela aconselhou.

Bredella disse que os pesquisadores estão atualmente estudando a distribuição de gordura e a densidade mineral óssea nos homens para relatar se o padrão é o mesmo para ambos os sexos.

Fonte Delas

EUA lançam novas recomendações para exames de osteoporose

No médico: prevenção exige exames de rotina mais cedo
Mulheres acima dos 65 anos e as mais jovens que apresentem maior risco de fraturas passam a ser inclusas na política preventiva

A Força-Tarefa Preventiva dos Estados Unidos acaba de expandir as recomendações sobre os exames de osteoporose, passando a incluir mulheres mais jovens que apresentem fatores de risco desta doença debilitante – que torna os ossos excessivamente frágeis e propensos a fraturas.

As normas recém-lançadas nos Estados Unidos agora incluem os exames de rotina para todas as mulheres acima dos 65 anos de idade, assim como as mais jovens que apresentem maiores riscos de fraturas ósseas.

“A nova recomendação estende o exame para qualquer mulher na pós-menopausa, que corre os mesmos riscos que uma mulher de 65 anos”, disse Ned Calonge, presidente da Força-Tarefa Preventiva dos Estados Unidos.

Ele cita um exemplo: uma mulher na pós-menopausa, mas que ainda não atingiu os 65 anos de idade, com peso corporal abaixo de 65 quilos, que fuma, bebe e cujos pais têm um histórico de fraturas ósseas. Todos estes fatores – tipo físico magro, tabagismo, consumo excessivo de álcool e histórico familiar – aumentam o risco de osteoporose, ele explicou.

As novas recomendações foram publicadas na edição de 18 de janeiro do Annals of Internal Medicine.

Esta força-tarefa, que lança recomendações relacionadas à saúde depois de revisar evidências médicas disponíveis, é financiada pela Agencia de Pesquisa e Qualidade em Serviços de Saúde dos Estados Unidos e é composta de uma comissão independente de especialistas em serviços primários e de prevenção de saúde.

Segundo dados do novo relatório da comissão, cerca de 12 milhões de americanos com idade acima dos 50 anos devem apresentar osteoporose até 2012. Mais da metade de todas as mulheres na pós-menopausa irão desenvolver uma fratura relacionada à osteoporose ao longo da vida, dentre elas 15% terão uma fratura do quadril. Este tipo de fratura, em particular, está relacionado à dor crônica, invalidez, perda de independência e maior risco de morte.

E estes riscos não ameaçam somente as mulheres. É menor o número de homens que desenvolve a osteoporose, porém mais de um terço dos homens que sofrem uma fratura no quadril morrem em menos de um ano.

Entretanto, a força tarefa não encontrou evidências suficientes para recomendar os exames também para os homens, disse Calonge. “Isso é um alerta para os estudiosos de que existe uma importante lacuna nas pesquisas”, disse ele.

As novas recomendações agora são mais parecidas com aquelas lançadas por outros grupos americanos, como a Fundação Nacional da Osteoporose, disse Robert R. Recker, presidente da fundação. O órgão agora recomenda o exame de densitometria óssea para todas as mulheres acima dos 65 anos de idade, assim como para algumas mais jovens, com base em fatores de risco apresentados pelas mesmas, disse ele.

A fundação também recomenda o exame para todos os homens acima dos 70 anos, e para aqueles entre os 50 e os 65 anos que apresentem fatores de risco, complementou Calonge.

As recomendações, lançadas pela força-tarefa americana, chamam a atenção dos médicos, disse Recker. “Muitos deles têm uma lista destas recomendações no consultório e costumam usá-las como referência”.

Estudos já mostraram que os cuidados com a osteoporose são compensadores, pois reduzem o índice de fraturas e os custos em geral, disse Recker. Foi constatado em um estudo, por exemplo, que o tratamento adequado da osteoporose reduz as fraturas de quadril de 25 a 50%.

Fonte Delas

EUA mudam diretrizes e aumentam periodicidade do Papanicolaou

De anual, teste para detecção de câncer de colo do útero passará a ser feito a cada três anos

Por quase três gerações, as mulheres foram ensinadas que testes de Papanicolaou, mamografias, e visitas anuais ao médico eram essenciais para a boa saúde.

Agora, tudo isso está mudando. As diretrizes nacionais dos EUA estão pedindo exames menos frequentes para detecção de câncer de mama e câncer cervical.

A diminuição no uso de hormônios da menopausa significa que as mulheres mais velhas não precisam mais consultar seus médicos para obter as novas prescrições anuais. As mulheres estão postergando a gravidez e alguns métodos contraceptivos são eficientes por até cinco anos, o que não as incentiva a agendar consultas regulares. Para muitas mulheres que realizaram visitas anuais ao ginecologista desde a adolescência, o conselho de que isso não é mais necessário é inquietante.

"Preocupa-me que essa possa ser a mensagem errada", afirmou Miriam Richards, enfermeira em Raleigh, Carolina do Norte, que foi tratada contra uma displasia pré-cancerosa, revelada durante um teste de Papanicolaou anual.

"Eu acredito que esse é um mau caminho a se trilhar, porque eu creio que as mulheres, em especial as meninas, devem ficar atentas."

Entretanto, os especialistas médicos continuam a pregar que, quando se trata de exames para detecção de câncer, mais não é necessariamente melhor. Por muitos anos, as mulheres foram aconselhadas a iniciar a mamografia aos 40 anos; então, em 2009, a força-tarefa de Serviços de Prevenção dos Estados Unidos elevou a idade recomendada para 50 anos – e especificou que o exame passasse a ser realizado a cada dois anos, em vez de anualmente.

Na semana passada, a força-tarefa e alguns grupos médicos, incluindo a Sociedade Oncológica Americana, recomendaram que o exame de Papanicolaou para detecção do câncer de colo de útero fosse feito a cada três anos, afirmando que as mulheres não devem começar a fazê-lo antes dos 21 anos. No passado, o exame era recomendado a cada um ou dois anos, poucos anos depois do início da vida sexual.

A preocupação é que exames mais frequentes para detecção do câncer, seja de mama ou de colo de útero, levem a um número maior de falsos positivos – e biópsias intrusivas e dolorosas que causam stress, desconforto e, no caso do exame para detecção do câncer de colo de útero, sangramentos e futuros riscos para as mulheres durante a gravidez.

A mudança de cenário dos exames para detecção do câncer certamente terá um efeito sobre os cuidados com a saúde feminina, mas ninguém sabe ao certo de que maneira.

Há muito tempo, as mulheres têm sido as usuárias mais frequentes da assistência médica, em especial para cuidados pré-natais e visitas ao pediatra com seus filhos. Mas, mesmo quando a gravidez e os cuidados pediátricos são removidos da equação, as mulheres ainda têm uma chance 33% maior de visitar o médico, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

A taxa de consultas médicas para exames anuais e serviços de prevenção para mulheres é o dobro da masculina. E, o mais importante, os ginecologistas frequentemente utilizam a consulta anual para trazer à tona problemas que podem dificultar a reprodução: tabagismo, ganho de peso, pressão alta, depressão.

"Eu entendo os relacionamentos estreitos que se formam entre os médicos e as pacientes durante suas consultas anuais", afirmou Wanda Nicholson, membro da força-tarefa de um serviço de prevenção e professora associada da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.

"Mas nossas recomendações dizem respeito apenas aos exames para detecção do câncer de colo de útero. Não desejamos alterar ou mudar a possibilidade de as mulheres entrarem em contato com seus médicos para conversar sobre outras preocupações."

Susan Love afirma que, ainda que as consultas médicas anuais possam ser reconfortantes, não há qualquer evidência de que elas produzam melhores resultados em saúde.

"Não há dados que demonstrem que as visitas anuais tenham qualquer efeito", afirmou Love, pesquisadora do câncer de mama e uma importante defensora da saúde da mulher em Santa Monica, Califórnia.

"No atual sistema de saúde, você raramente tem o mesmo médico a vida toda. Portanto, as relações que você constrói em 15 minutos não valerão de nada quando você realmente ficar doente."

Algumas mulheres dizem que as novas diretrizes não irão dissuadi-las das consultas médicas regulares, e podem, na verdade, torná-las mais dispostas a agendar as consultas, sabendo que é menos provável que sejam submetidas a um exame pélvico e a um exame de Papanicolaou.

Uma mãe de dois filhos, de 32 anos de idade, natural de Atlanta, que pediu que seu nome não fosse revelado, contou que seu seguro paga apenas uma consulta de bem-estar por ano, e que ela gostaria de mudar seus cuidados para um clínico geral, ao invés de gastar todo o pagamento com uma visita ao ginecologista.

"Eu preciso falar mais sobre problemas reprodutivos com o meu médico", afirmou. "Eu não quero falar com meu ginecologista sobre a minha dor no pé, mas, no clínico geral, podemos falar sobre dores no pé e no joelho. Ele verificou manchas suspeitas em minha pele, fez exames de sangue e eu recebi uma vacina antitetânica. Nós falamos sobre o fato de meu pai ter removido pólipos pré-cancerosos do cólon. Você sente que pode falar sobre mais coisas com um clínico geral."

Richards, a enfermeira da Carolina do Norte, diz que não sabe como as mudanças afetarão o relacionamento das mulheres com seus médicos.

"Primeiro a questão da mamografia e agora a do Papanicolaou", comentou.

"Ou isso vai nos tornar mais determinadas a conseguir o que precisamos, ou nós vamos ter uma postura mais indiferente. É com as meninas que eu me preocupo."

Fonte Delas

Nova farmacêutica nacional fará remédios tidos como futuro da indústria

BioNovis, criada por união de quatro produtoras brasileiras de medicamentos, terá fábrica e centro de pesquisa para fazer biotecnológicos

Um dia após a presidenta Dilma se reunir com empresários para pedir que façam mais investimentos, quatro farmacêuticas nacionais assinaram um acordo que cria uma empresa de alta tecnologia no País. A BioNovis, fundada pelas concorrentes EMS, Ache, Hypermarcas e União Química, vai produzir os chamados remédios biotecnológicos, usados no tratamento de doenças complexas. Será a primeira grande empresa brasileira a entrar nesse mercado, cujas importações custaram ao governo R$ 6 bilhões no ano passado – que são 46% de todo o gasto governamental com medicamentos importados.

A empresa vai demandar R$ 500 milhões de investimento nos primeiros cinco anos de vida, dos quais R$ 200 milhões sairão dos caixas das sócias (cada uma tem 25% da BioNovis) e darão conta de colocar o negócio para funcionar. O resto será captado conforme o projeto se desenvolva. Não está descartado um financiamento do BNDES – ou mesmo uma sociedade com o banco de desenvolvimento. "Talvez seja o investimento mais importante da história da indústria farmacêutica brasileira", diz Odnir Finotti, presidente da BioNovis.

A empresa terá uma fábrica desses remédios, mas o local e o custo do investimento só devem ser anunciados em 90 dias. Além disso, irão construir um laboratório de pesquisas, que deve começar a funcionar ainda este ano – cerce de 60% do investimento feito na BioNovis será para pesquisa e desenvolvimento. O escritório já começa a funcionar, na Av. Faria Lima, em São Paulo.

Os remédios biotecnológicos, feitos a partir de células vivas, são considerados o futuro da indústria farmacêutica. São caros – mesmo sendo 46% dos gastos públicos com importação, representam só 2% do volume de remédios comprados fora – e consumidos apenas dentro de hospitais, não vendidos em farmácias. É um mercado de US$ 160 bilhões no mundo, e de R$ 10 bilhões no Brasil. Entre os dez remédios mais vendidos mundialmente, cinco são do tipo. "Em vinte anos, o mercado de biotecnológicos será maior que o de remédios químicos", avalia Finotti.

Esses remédios são usados para combater doenças como câncer, artrite reumatóide, lúpus e Alzheimer. São produzidos principalmente nos EUA, Alemanha, Suíça e Reino Unido, mas emergentes como Índia, China e Coreia do Sul já fabricam biotecnológicos – o Brasil importa inclusive da Argentina. A BioNovis deve colocar os primeiros biotecnológicos nacionais no mercado em dois ou três anos. "Como serão feitos aqui, eles deverão ser mais competitivos que os importados", diz o executivo.

O fato de quatro empresas concorrentes terem se unido para criar um negócio é algo inédito no setor. Entre as primeiras conversas e a conclusão do acordo, passaram-se apenas seis meses. No acordo de acionaistas, está previsto que nenhuma delas poderá entrar na fabricação de biotecnológicos, ou seja, virar concorrente da BioNovis. O acordo prevê ainda que a BioNovis não poderá ser vendida para empresas estrangeiras.

Também ficou definido que cada sócio terá dois assentos no conselho, e que a diretoria não poderá ter executivos que também sejam diretores nas acionistas. Finotti, o presidente, estava comandando a Pró Genérico, associação que representa empresas do setor.

"Os sócios sabem que a BioNovis não poderá ser um negócio pequeno, por isso ela já nasce com a intenção de ser uma empresa global e exportar medicamentos", explica o executivo – ainda assim, o principal comprador deverá ser o governo, com 60% dos pedidos. "A empresa tem potencial para se tornar, dentro de vinte anos, a maior farmacêutica brasileira", diz.

Fonte iG