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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Médicos fazem campanha contra excesso de exames

Em um ato contra o excesso de exames e o sobrediagnóstico, nove sociedades médicas americanas lançaram uma lista com 45 testes que deveriam ser pedidos com menor frequência. As recomendações são dirigidas também aos pacientes, para que questionem seus médicos.

Outras oito comissões de especialistas também se preparam para anunciar suas listas de procedimentos que devem ser menos frequentes.

A mudança representa um reconhecimento por parte dos médicos de que muitos testes e procedimentos rentáveis são realizados de forma desnecessária e podem prejudicar os pacientes.

Segundo Gustavo Gusso, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família, é importante que as pessoas saibam que o excesso de exames traz mais problemas do que benefícios.

"Muitos acabam descobrindo e tratando doenças desnecessariamente para que a redução da mortalidade seja só um pouquinho maior. Sem contar os falsos-positivos de câncer", afirma.

Essa mudança de opinião nos EUA também reflete alterações nos planos de de saúde, que estão tentando reduzir incentivos financeiros para os médicos pedirem mais exames e procedimentos.

Editoria de arte/Folhapress
TESTES DEMAIS? Campanha de médicos americanos lista procedimentos e exames que têm sido prescritos em excesso
TESTES DEMAIS? Campanha de médicos americanos lista procedimentos e exames que têm sido prescritos em excesso

Gastos
Tratamentos desnecessários são uma importante fonte de gastos entre as despesas médicas nos EUA.

"Mas o sistema privado de lá não é muito diferente da situação no Brasil. Aqui também há excesso de especialistas e exagero de exames e intervenções", diz Gusso.

A campanha das sociedades médicas foi batizada de "Choosing Wisely" (escolhendo sabiamente).

A lista de exames inclui recomendações para procedimentos rotineiros, como eletrocardiogramas, hoje feitos mesmo quando não há sinal de problemas cardíacos, e ressonâncias magnéticas.

O American College of Radiology solicitou que os radiologistas não realizem exames de imagem em pacientes com uma simples dor de cabeça. Até os oncologistas estão recebendo a recomendação de pedir menos exames em pacientes com câncer de mama ou de próstata em estágio inicial com poucas chances de metástase.

"O uso excessivo de cuidados representa uma das mais sérias crises na medicina norte-americana", afirma Lawrence Smith, chefe do North Shore-Long Island Jewish Health System, em Nova York. "Muitos pensaram que as organizações mais resistentes seriam as sociedades de especialistas, então essa é uma mensagem importante."

Dificuldades
Em 2009, novas diretrizes para mamografias nos EUA recomendavam que as mulheres fizessem o exame com menos frequência, o que trouxe medo entre as pacientes sobre o aumento do controle do governo sobre decisões relacionadas à saúde e limitações ao tratamento.

"Infelizmente, as pessoas preferem o exagero, mesmo que tenham um prejuízo por causa de um tratamento sem necessidade", diz Gusso. "Não é por causa dos exames que elas vão viver mais. Alimentação saudável, atividade física e parar de fumar são mais importantes."

Os médicos, por sua vez, muitas vezes não seguem as diretrizes. Segundo Gusso, como o tempo das consultas é curto, o médico logo pede um exame e o paciente sai mais satisfeito.

"As pessoas acham que o dinheiro gasto com o convênio só vale a pena se usarem ao máximo. Mas deveriam pensar que é como um seguro de carro: ninguém quer um acidente para receber o dinheiro das mensalidades."

Com o "New York Times"

Fonte Folhaonline

Probióticos com novas funções são alvo de estudos

Até o século passado, bactérias eram vistas apenas com aversão e como vilãs. E com razão: os esforços da microbiologia estavam em combater as doenças infecciosas e criar vacinas nessa guerra contra os micróbios.

Agora, médicos e pesquisadores estudam as bactérias que vivem no intestino pensando em usar esses micro-organismos tanto para melhorar a saúde em geral como para tratar doenças.

O papel da flora intestinal ganhou importância. Pesquisas apontam sua relação com doenças metabólicas (como obesidade e diabetes), alergias e proteção imunológica contra organismos invasores, sem contar os problemas gastrointestinais.

Para fortalecer essa barreira ou até recuperá-la, médicos do Brasil e do exterior estão usando probióticos (bactérias vivas que trazem benefícios para o hospedeiro).

Antes restritos a alimentos, os probióticos agora estão disponíveis em cápsulas. No Brasil, três marcas foram lançadas nos últimos anos.

"Hoje, há muitas pesquisas chegando na aplicação clínica [dos probióticos] e com benefícios comprovados", afirma Flávio Quilici, professor titular de gastroenterologia da PUC Campinas.

Os probióticos podem ajudar a restabelecer a flora quando ela é prejudicada por mudanças de dieta, uso de antibióticos, doenças gastrointestinais e queda de imunidade, segundo Quilici, que usa as bactérias vivas como um complemento do tratamento de gases, diarreia, constipação e sensibilidade intestinal.

Há ainda estudos apontando a eficácia dessas bactérias para a enterocolite necrosante, uma doença que ocorre mais entre os recém-nascidos prematuros e na qual a superfície interna do intestino sofre lesões e se inflama.

Outras áreas estão experimentando o uso dos probióticos. "Há estudos mostrando que ajudam a prevenir infartos porque reduzem o colesterol", conta Quilici.

Editoria de arte/Folhapress
BACTÉRIAS DO BEM Comunidade de micróbios tem papel essencial para prevenir doenças
(articleGraphicCaption).

Defesa contra HIV
Também tem se valorizado cada vez mais o intestino como órgão de entrada e moradia do HIV e de barreira contra o vírus, segundo o infectologista Artur Timerman.

"Se houver uma boa defesa da parede intestinal e um sistema imunológico em alerta, idealmente poderíamos até impedir a infecção. Tenho usado probióticos nos meus pacientes com HIV porque nesse caso a imunidade intestinal tem grande importância. Manter a mucosa intestinal 'atenta' pode trazer benefícios", diz Timerman.

Mas o conceito de que os probióticos estimulam o sistema imune a ficar de prontidão contra processos infecciosos ainda precisa ser comprovado na prática, diz Timerman. A falta de evidências nessa área, que é bastante nova, é uma das críticas dos especialistas.

"As evidências estão chegando, mas precisam ser consolidadas", diz Maria do Carmo Passos, professora de gastroenterologia da UFMG.

Ela afirma ainda que há uma dificuldade em entender o papel real do probiótico e faltam pesquisas sobre a função de cada cepa de bactéria para cada doença. "No futuro, deveremos ter probióticos específicos, como são os antibióticos", diz Passos.

Fonte Folhaonline

Mutações genéticas elevam risco de autismo, diz pesquisa

Cientistas identificaram, pela primeira vez, uma série de mutações genéticas que aumentam o risco de uma criança desenvolver autismo.

Eles encontraram evidências de que o risco aumenta com a idade dos pais, principalmente acima dos 35 anos.

As mutações genéticas são extremamente raras. Juntas, respondem por uma pequena fração nos casos de autismo. Especialistas dizem que o novo estudo deu aos cientistas algo novo: uma estratégia para a construção do entendimento da base biológica do transtorno.

O debate sobre a influência do risco hereditário e de possíveis fatores ambientais no autismo já vem se arrastando há décadas e hoje a maioria dos especialistas concorda que há um componente genético forte.

Mas biólogos buscaram, em vão, por um meio seguro para esclarecer as chamadas desordens de espectro do autismo, incluindo a síndrome de Asperger e dificuldades sociais associadas que vem sendo bastante diagnosticadas.

A nova pesquisa foi divulgada na "Nature" e mostra que há provavelmente centenas ou até milhares de variações genéticas que poderiam prejudicar o desenvolvimento cerebral o suficiente para resultar em atrasos sociais.

"Eu diria que é um ponto de mudança. Nós agora temos um caminho à frente e eu acho que é justo esperar que nós venhamos a encontrar 20, 30, ou talvez muito mais mutações nos próximos dois anos", disse Jonathan Sebat, professor de psiquiatria e medicina celular e molecular na Universidade da Califórnia, em San Diego.

Outros pesquisadores foram mais cautelosos, dizendo que a genética dessas mutações raras não foi ainda muito compreendida a ponto de se chegar a conclusões sobre seu efeito no comportamento de genes específicos.

Os cientistas analisaram o material genético tirado de amostras de sangue de famílias em que os pais sem sinais de autismos geraram filhos com o distúrbio.

Eles se concentraram em alterações que não são herdadas, mas ocorrem espontaneamente antes ou durante a concepção.

Fonte Folhaonline

Como um adulto deve cuidar dos seus dentes?

Os adultos devem ficar atentos aos problemas na gengiva
Mesmo escovando os dentes e usando fio dental regularmente, podem surgir problemas de saúde bucal na idade adulta

Qual é a melhor maneira de uma adulto cuidar dos seus dentes?
A boa higiene bucal é a condição essencial para manter um sorriso bonito e saudável durante toda a vida adulta. Os adultos também têm cáries e doenças gengivais que podem tornar-se problemas sérios. Durante toda sua vida de adulto é essencial que você continue a:

- Escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor para remover a placa bacteriana, aquela película pegajosa que se forma sobre os dentes e que é a principal causa da gengivite e das cáries.

- Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana que se instala entre os dentes e sob a gengiva. Se a placa não for retirada, pode endurecer e formar o tártaro, que só poderá ser retirado pelo dentista.

- Limitar a ingestão de açúcares e alimentos que contêm amido, principalmente alimentos pegajosos. Quanto mais você come entre as refeições, maior a oportunidade dos ácidos da placa bacteriana conseguirem atacar o esmalte dos dentes.

- Consulte seu dentista periodicamente para um exame profissional detalhado ou uma limpeza.

Como adulto, o que é importante saber sobre os dentes?
Mesmo escovando os dentes e usando fio dental regularmente, podem surgir problemas de saúde bucal na idade adulta. Felizmente, seu dentista pode ajudá-lo a resolver a maior parte desses problemas.

- A gengivite, no seu estágio inicial, é reversível. Seus sintomas são gengivas avermelhadas, inchadas e sensíveis, com tendência ao sangramento durante a escovação. Se perceber qualquer destes sintomas, converse com seu dentista para evitar problemas mais graves. No estágio avançado, a doença periodontal pode causar a perda dos dentes.

- A saúde da gengiva também pode afetar a sua saúde geral. Estudos recentes mostram uma possível conexão entre a periodontite (uma doença da gengiva) e outras doenças, como, por exemplo a diabetes, problemas cardíacos e uma possível ligação com nascimentos prematuros. Para evitar o aparecimento de qualquer doença gengival, escove os dentes pelo menos três vezes ao dia, use fio dental diariamente e faça uma limpeza geral com o dentista.

- À medida que ficamos mais velhos, as cáries em volta das restaurações (chamadas cáries recorrentes) e na raiz dos dentes se tornam mais comuns. Daí a importância de escovar com um creme dental com flúor, usar fio dental e ir ao dentista periodicamente.

Também a sensibilidade pode se tornar mais séria com o avançar da idade. Com o tempo, a gengiva se retrai naturalmente expondo áreas do dente que não são protegidas pelo esmalte. Essas áreas tendem a doer em função da temperatura dos alimentos ingeridos. Nos casos mais graves, pode ocorrer sensibilidade até ao ar frio. Se tiver dentes sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, vá ao dentista. A sensibilidade pode indicar a existência de cárie ou fratura no dente.

As coroas são usadas para fortalecer os dentes danificados. As coroas recobrem e protegem o dente afetado, fortalecendo-o e melhorando sua aparência, forma e alinhamento. Os implantes e as pontes são usados para preencher o espaço deixado pelos dentes extraídos. Os implantes substituem um ou mais de um dente ou servem de ponto de apoio para a fixação de dentaduras. Consulte o dentista para se informar sobre a possibilidade de implantes no seu caso específico. As próteses fixas são usadas para substituir dentes extraídos. São fixadas aos dentes naturais ou aos implantes situados ao lado dos espaços deixados pelos dentes extraídos.

Como posso deixar meus dentes mais brancos?
A limpeza geral feita por um dentista remove as manchas causadas por alimentos e pelo tabaco. O uso de um creme dental branqueador também pode ajudar a remover estas manchas até sua próxima consulta. Se seus dentes estiverem manchados há muito tempo, é possível que você tenha que fazer um tratamento profissional para branqueá-los.

As manchas internas podem ser branqueadas ou recobertas (coroas). Todos estes métodos são seguros e trazem bons resultados. Seu dentista poderá recomendar o tratamento apropriado, dependendo do estado dos seus dentes e dos resultados desejados.

Que efeitos podem a alimentação ter na minha saúde bucal?
Além de influenciar a saúde geral, a alimentação adequada é requisito básico para a manutenção de dentes e gengivas saudáveis. Uma alimentação balanceada dá aos tecidos da gengiva e dos dentes os nutrientes e minerais de que necessitam para permanecerem fortes e resistirem a infecções que podem levar à gengivite. Além disso, os alimentos fibrosos (como as verduras e frutas) ajudam a limpar os dentes e tecidos gengivais. Os alimentos moles e pegajosos tendem a ficar presos entre os dentes, produzindo mais placa bacteriana.

Quando você consome alimentos e bebidas que contêm açúcar e amido, as bactérias da placa produzem ácidos que atacam seus dentes durante 20 minutos ou mais. Para reduzir o dano ao esmalte dos dentes, limite o consumo de alimentos e bebidas entre as principais refeições. E quando você comer entre as refeições, escolha alimentos nutritivos como queijo, verduras cruas, iogurte natural ou frutas.

Fonte Colgate-Palmolive

Colesterol e triglicerídeos altos no sangue

Definição

O termo médico para colesterol e triglicerídeos altos no sangue é distúrbio lipídico. Esse distúrbio acontece quando você tem excesso de substâncias gordurosas no sangue. Essas substâncias incluem o colesterol e os triglicerídeos.

Foto: ADAM
Produtores de colesterol

O colesteral é um material ceroso como gordura encontrado em todas as partes do corpo. Ele vem de duas fontes: nosso fígado o produz e o consumimos na carne e em produtos lácteos que ingerimos.

Nomes alternativos

Distúrbio lipídico; hiperlipoproteinemia; hiperlipidemia; dislipidemia; hipercolesterolemia

Causas, incidência e fatores de risco

O distúrbio lipídico aumenta o risco de aterosclerose e, portanto, de doença cardíaca, AVC, hipertensão e outros problemas.

Existem muitos tipos de colesterol. Os mais discutidos são:
  • Colesterol total — todos os colesteróis combinados
  • Colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade) — frequentemente chamado de colesterol "bom"
  • Colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade) — frequentemente chamado de colesterol "ruim"
Existem vários distúrbios genéticos (transmitidos pela família) que levam a níveis anormais de colesterol e triglicerídeos. Eles incluem:
  • Hiperlipidemia combinada familiar
  • Disbetalipoproteinemia familiar
  • Hipercolesterolemia familiar
  • Hipertrigliceridemia familiar
Os níveis anormais de colesterol e triglicerídeos podem ser causados por:
  • Estar acima do peso ou obeso. Consulte: Síndrome metabólica
  • Alguns medicamentos, incluindo contraceptivos orais, estrógeno, corticoides, alguns diuréticos, bloqueadores beta e certos antidepressivos
  • Doenças como diabetes, hipotireoidismo, síndrome de Cushing, síndrome de ovário policístico e doença renal
  • Uso excessivo de álcool
  • Dietas gordurosas ricas em gorduras saturadas (encontradas principalmente na carne vermelha, nas gemas de ovos e nos laticínios gordurosos) e ácidos graxos trans (encontrados em alimentos processados comerciais)
  • Falta de exercício e estilo de vida sedentário
  • Fumo (que reduz o colesterol "bom" HDL)  

Foto: ADAM
Doença das artérias coronárias

As artérias coronárias fornecem sangue ao músculo cardíaco. O suprimento de sangue através dessas artérias é crucial para o coração.

A doença das artérias coronárias normalmente resulta do acúmulo de material adiposo e placas, uma condição chamada aterosclerose. Conforme as artérias coronárias estreitam, o fluxo de sangue ao coração pode ficar mais lento ou parar, causando dor no peito (angina estável), falta de ar, ataque cardíaco ou outros sintomas. 

 

Exames e testes

Consulte Perfil de risco coronário para obter mais informações sobre quando fazer exames.

Os exames para diagnosticar um distúrbio lipídico podem incluir:

Tratamento

O tratamento depende da idade, do histórico de saúde, de fumar ou não e de outros fatores de risco para doença cardíaca, como:
  • Diabetes
  • Hipertensão mal controlada
  • Histórico familiar de doença cardíaca
Os valores recomendados para adultos diferem de acordo com os fatores de risco acima, mas de modo geral:
  • LDL: 70 a 130 mg/dL (números menores são ideais)
  • HDL: mais de 40 a 60 mg/dL (números maiores são ideais)
  • Colesterol total: menos de 200 mg/dL (números menores são ideias)
  • Triglicerídeos: 10 a 150 mg/dL (números menores são ideias)
Existem medidas que todos podem tomar para melhorar os níveis de colesterol e ajudar a evitar doenças cardíacas e ataque cardíaco. Estas são as mais importantes:
  • Faça uma dieta saudável para o coração, com abundância em frutas e verduras ricas em fibra. Evite gorduras saturadas (encontradas principalmente em produtos animais) e ácidos graxos trans (encontrados em fast foods e produtos assados comercialmente). Em vez disso, escolha gorduras insaturadas
  • Faça exercícios regularmente para ajudar a aumentar o seu HDL (colesterol "bom")
  • Faça check-ups e exames de colesterol periodicamente
  • Emagreça se estiver acima do peso
  • Pare de fumar
Se as mudanças no estilo de vida não alterarem suficientemente seus níveis de colesterol, seu médico poderá receitar medicamentos. Existem vários tipos de medicamentos disponíveis para ajudar a diminuir os níveis de colesterol no sangue, e eles atuam de maneiras distintas. Alguns são melhores para diminuir o colesterol LDL, alguns são bons para reduzir os triglicerídeos e outros ajudam a aumentar o colesterol HDL.
Os medicamentos mais usados e mais eficazes no tratamento de colesterol LDL alto são chamados de estatinas. Seu médico poderá escolher um destes: lovastatina, pravastatina, sinvastatina, fluvastatina, atorvastatina e rosuvastatina.
Outros medicamentos que podem ser utilizados incluem resinas sequestradoras de ácidos biliares, inibidores da absorção do colesterol, fibratos e ácido nicotínico (niacina).

Evolução (prognóstico)

Se for diagnosticado com colesterol alto, você provavelmente precisará manter as mudanças no estilo de vida e o tratamento farmacológico por toda a sua vida. Pode ser necessário o monitoramento periódico dos seus níveis de colesterol no sangue. Reduzir os níveis altos de colesterol diminuirá a progressão da aterosclerose.

Complicações

As possíveis complicações do colesterol alto abrangem:
As possíveis complicações dos triglicerídeos altos abrangem:

Ligando para seu médico

Se você tem colesterol alto e outros fatores de risco para doença cardíaca, marque consultas conforme recomendado por seu médico.

Prevenção

Os exames de colesterol e triglicerídeos são importantes para identificar e tratar níveis anormais. A U.S. Preventive Service Task Force (Força Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA) recomenda que os homens a partir de 35 anos e as mulheres a partir de 45 anos devem verificar seus níveis de colesterol.

Para ajudar a prevenir o colesterol alto:
  • Tenha uma dieta balanceada e pobre em gorduras
  • Mantenha um peso saudável
  • Faça exercícios regularmente
Fonte iG