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sábado, 10 de novembro de 2012

Dieta do tipo sanguíneo: sua saúde em primeiro lugar

Para que possamos definir ainda melhor esse tão sublime estado, temos que nos conscientizar da falibilidade da vida com que somos dotados, somada a todos os nossos, pequenos, médios ou grandes, atos do cotidiano, sem jamais esquecermos de que somos finitos, física e biologicamente falando. Nosso modus vivendi representa, sem dúvida nenhuma, a linha imaginária que separa, durante toda nossa vida, o adoecer do morrer.
 
Saúde, é ainda estar de bem com a vida, interagir com qualidade em relação aos nossos e aos demais seres que convivem diariamente conosco, proporcionando-lhes felicidade e bem estar. São, pois, as atitudes individuais frente à sociedade, ter uma atitude dinâmica e sempre positiva perante os desafios, aceitando-os como uma forma de desenvolvimento pessoal, sem se deixar contaminar pelas constantes ondas de negativismo provenientes da mente coletiva das massas.
 
Enganam-se aqueles que acreditam, como se escuta repetidas vezes, que a Medicina Alopata cura mais rapidamente, em detrimento dos outros sistemas, considerados mais lentos, a exemplo da Medicina Naturopata ou, seja, através de meios naturais.
 
Toda disfunção, excetuando-se os acidentes, possuem uma memória imunológica que a precede. A isto chamamos de predisposição. Parte desta memória é transferida para o Sistema Imunológico desde o momento do nosso nascimento, e outras vão sendo arquivadas, durante o transcurso de nossas vidas. A memória cerebral também apresenta alguns sinais acentuados desde o momento do nosso nascimento, de natureza arquetípica e, supõe-se, do estágio intrauterino.
 
Já a imunológica permite isto, só em parte. A genética, porém, dificilmente a poderemos ajustar à nossa vontade, ainda que se possa alterar, algumas vezes, a sua expressão, porém, a memória remota foi substituída, apenas, por outra pré-existente, que passou a se expressar.
 
Com base neste conceito, toda a doença pode ser definida como tentativa de reestruturação de um equilíbrio que foi, a qualquer tempo, rompido, apesar das consequências nem sempre boas deste novo patamar atingido. Afinal, quem deseja – a nível consciente -, adoecer? As doenças são, pois, causadas por fatores desencadeantes, externos ao organismo, subordinados a uma condição denominada capacidade de resistência ao estresse, correlacionadas a todos estes fatores já mencionados.
 
A forte influência que o seu grupo de sangue possui, sobre a alimentação determina, sem dúvida nenhuma, to do um comportamento bioquímico e fisiológico, não só toda a vez que você coloca qualquer tipo de alimento considerado benéfico, neutro ou nocivo, em sua boca e o engole, mas, também, em todos os outros aspetos da sua vida; desde um simples e inofensivo chá, a uma fruta ou verdura; os vários tipos de carnes, grãos, condimentos, bebidas, suplementos alimentares e remédios químicos diversos, tudo isto e, muito mais – creia! -, é capaz, de lhe trazer um melhor equilíbrio emocional, superativar-lhe a saúde física, ultrapassar mais efetivamente certas doenças, nomeadamente aquelas às quais você é mais predisposto, geneticamente falando e finalmente, desativar todos os fatores que lhe promovem o envelhecimento precoce.
 
Cada grupo sanguíneo – O, A, AO, B, BO e AB – possui, portanto, seus próprios “desativadores” e, seguindo, o mais fielmente possível suas diretrizes, não só na parte alimentar, como se adequando a um novo estilo de vida, você irá perceber ainda que, além de poder vencer a batalha contra os quilos supérfluos, irá recuperar muito mais rapidamente o vigor físico, o bom humor e sua saúde, de uma forma geral.
 
Fonte Corposaun

Pesquisa descobre novo método de diagnóstico de diabetes

Cientistas da Universidade de Lund (localizado na Suécia) identificaram uma proteína que pode ser capaz de melhorar o diagnóstico de diabetes. Os resultados foram publicados na revista Cell Metabolism.

Quando um paciente é diagnosticado com diabetes do tipo 2, a doença geralmente já evoluiu ao longo dos anos e os danos aos vasos sanguíneos e os olhos já ocorreram. Desta forma, a pesquisa pode levar a um teste mais eficaz que os atuais para detecção precoce da doença.
 
Os pesquisadores liderados por Taman Mahdi descobriram que as pessoas que têm níveis acima da média de uma proteína chamada SFRP4 no sangue são cinco vezes mais propensas a desenvolver diabetes do que aqueles com níveis abaixo da média.
 
Segundo os pesquisadores, é a primeira vez que uma ligação é estabelecida entre a proteína SFRP4, que desempenha um papel em processos inflamatórios no corpo, e o risco de diabetes tipo 2. E também é a primeira vez que a ligação entre a inflamação nas células beta e o diabetes foi provada.
 
“A teoria tem sido que o baixo grau de inflamação crônica enfraquece as células-beta para que elas não sejam mais capazes de secretar insulina suficiente. Não há razões múltiplas para a fraqueza, mas a proteína SFRP4 é uma delas”, explica Mahdi.
 
O nível da proteína SFRP4 no sangue de indivíduos não diabéticos foi medido três vezes em intervalos de três anos, apontando que cerca de 37% das pessoas que tinham níveis médios mais elevados desenvolveram diabetes, sendo que entre os que apresentavam um nível mais baixo do que média, apenas 9% desenvolveram a doença.
 
“Isto faz com que seja um marcador de risco forte que está presente vários anos antes do diagnóstico. Identificamos também o mecanismo de como SFRP4 prejudica a secreção de insulina. O marcador reflete, portanto, não apenas em um risco aumentado, mas também um processo de doença em curso”, explica o pesquisador Anders Rosengren.
 
“Em longo prazo, as descobertas também podem conduzir a novos métodos de tratamento da diabetes tipo 2, ao desenvolvimento de formas de bloquear a proteína SFRP4 nas células-beta produtoras de insulina, reduzindo a inflamação e, desse modo, protegendo as células”, apontam os pesquisadores.
 
Fonte Corposaun

Pesquisa relacionada a célula-tronco promete tratar doenças neurodegenerativas

Pesquisadores da University of California Irvine, EUA, criaram um novo tipo de célula feita por meio de célula-tronco que se apresenta capaz de tratar doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

O líder da pesquisa Edwin Monuki juntamente com outros pesquisadores desenvolve essas células, denominadas como células epiteliais do plexo coroide (CPECs), a partir de linhagens de células-tronco embrionárias de ratos e humanas.
 
CPECs são importantes para o funcionamento adequado do plexo coroide, o tecido do cérebro que produz fluido cerebrospinal. Entre os diversos papéis que ela desempenha, a CPECs removem resíduos metabólicos e substâncias estranhas do fluido e do cérebro.
 
Nas doenças neurodegenerativas, o plexo coroide e as CPECs envelhecem prematuramente, o que resulta na redução do fluido cerebrospinal reduzida e também em uma diminuição da capacidade de expulsar detritos, como as proteínas formadoras de placas que são a marca registrada da doença de Alzheimer.
 
Estudos anteriores mostraram a possibilidade de terapias baseadas em CPECs, porém, essas terapias têm sido dificultadas pela incapacidade para expandir ou gerar essas células em cultura.
 
“Nosso método é promissor, porque pela primeira vez podemos usar células-tronco para criar grandes quantidades destas células epiteliais, que poderiam ser utilizados de diferentes formas para tratar doenças neurodegenerativas”, aponta Monuki.
 
Para criar novas células, os pesquisadores persuadiram células-tronco embrionárias a se diferenciarem em células-tronco neurais imaturas. Assim as células se transformaram em CPECs imaturas capazes de serem entregues ao plexo coroide de um paciente.
 
Segundo Monuki, estas células podem ser parte de tratamentos de doenças neurodegenerativas, em pelo menos três formas. Primeiro, são capazes de aumentar a produção de fluido cerebrospinal para ajudar a eliminar as proteínas causadoras de placas no tecido cerebral e limitar a progressão da doença. A CPEC pode ser concebida para o transporte de compostos terapêuticos para a medula cerebral e a coluna vertebral. Em terceiro lugar, estas células podem ser utilizadas para pesquisar e otimizar drogas que melhoram a função do plexo coroide.
 
Segundo a equipe, os próximos passos são o desenvolvimento de um sistema de rastreio eficaz de drogas e também a realização de mais estudos para ver como essas CPECs afetam o cérebro em modelos de ratos com condições como Huntington, Alzheimer e doenças pediátricas.
 
Fonte Corposaun

Nova possibilidade de desacelerar o crescimento do câncer de próstata

Cientistas britânicos descobrem nova possibilidade de desacelerar o crescimento do câncer de próstata. As pesquisas desenvolvidas demonstraram como a atividade de células sem tumor, denominadas fibroblastos, que encorajam o desenvolvimento da doença. Segundo os estudiosos, mudando o comportamento dessas células, eles conseguiram fazer com que o câncer evoluísse de forma lenta em camundongos.
 
A equipe que promoveu a pesquisa acredita que essa descoberta pode modificar o tratamento do câncer de próstata.
 
“Este é um achado extremamente excitante que tem o potencial para formar a base de uma revolução nos tratamentos de câncer de próstata ao longo do tempo se replicado em seres humanos. Ao segmentar os fibroblastos que controlam o crescimento da doença, estes novos tratamentos podem ser mais eficazes e causar menos efeitos secundários”, explica o líder da pesquisa Axel Thomson, do Medical Research Council.
 
De acordo com a equipe, a técnica tem grande potencial em seres humanos, porque algumas das células usadas foram retiradas de pacientes com câncer. Os pesquisadores por meio da pesquisa descobriram que a ativação de genes no interior de fibroblastos encontrados nas células tumorais da próstata, reduziu drasticamente o tamanho dos tumores que foram cultivados nos ratos.
 
Os fibroblastos estão junto às células cancerosas e, embora não sejam cancerosos, eles promovem o crescimento da doença.
 
Pesquisas anteriores identificaram um número de genes que permitem que as células fibroblásticas controlem o crescimento de outras células durante a formação da próstata no embrião. “Neste estudo de seguimento, verificou-se que a ativação destes genes em fibroblastos presentes em tumores nos permitiu reduzir significativamente o crescimento do câncer de próstata nos ratos”, aponta Thomson. Desta forma, a pesquisa aponta que é possível transformar as condições ricas para o crescimento dentro do tumor em “inóspitas”.
 
“Vai levar 10 anos ou mais para trazer esta abordagem à prática clínica, mas acreditamos que é uma forma totalmente diferente e eficaz de atacar o crescimento do tumor”, conta o pesquisador.
 
Fonte Corposaun

Novo aplicativo do iPhone AliveCor promete funcionar como eletrocardiograma portátil

Novo aplicativo do iPhone AliveCor, que ainda não lançado, promete possibilitar que usuário possa monitorar seu coração. De acordo com o site Wired Science, o case, que se encaixa no iPhone 4 e 4S, funciona como uma espécie eletrocardiograma portátil, um teste de diagnóstico que avalia a atividade elétrica do coração.
 
Funcionando de forma contrária ao de um monitor pessoal de ritmo cardíaco, que conta os batimentos, este aparelho promete medir os impulsos elétricos que fazem o coração pulsar.
 
Para gravar o ritmo cardíaco, o usuário deverá abrir o aplicativo AliveCor e posicionar o telefone sobre o peito ou colocar os polegares sobre os sensores, desta forma o programa faz uma leitura por trinta segundos, promovendo um upload dos dados. Isso pode ser feito de casa, escritório ou qualquer lugar e ser encaminhado para que seu médico faça o download para análise das informações.
 
O cardiologista Gregg Fonarow comenta que as pessoas que sofrem de problemas cardíacos poderiam fazer um monitoramento contínuo com o acompanhamento do cardiologista em tempo real. “A tecnologia do AliveCor pode ter o potencial para melhorar a qualidade do atendimento e reduzir gastos em saúde. É uma ideia muito animadora”, aponta.
 
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA ainda não aprovou o dispositivo para uso oficial médico em humanos. No entanto, a versão para uso em cães já está disponível por US$ 199.
 
O cardiologista Eric Topol possui uma amostra do AliveCor para uso humano há um ano e meio e tem usado o aplicativo para acessar os dados da saúde cardíaca de seus pacientes. Comparando as informações do dispositivo com as dos eletrocardiogramas tradicionais o médico afirma que os aparelhos funcionam bem juntos.
 
Caso o aplicativo seja comercializado deverá existir uma orientação prévia dos médicos que podem explicar como utilizar o dispositivo. Para o cardiologista Rajesh Dash, a ideia de colocar esse tipo de dispositivo em um smartphone é muito bom, já que as pessoas estão mais propensas a lembrar de levar seus celulares do que aparelhos volumosos.
 
Fonte Corposaun