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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Olhos devem ser examinados periodicamente

Exame oftalmológico: ele deve fazer parte do check-up periódico
Além de problemas oculares, exames oftalmológicos podem ajudar a prevenir uma série de outras doenças, como diabetes e hipertensão
 
Não só de miopia e astigmatismo vivem os exames oftalmológicos. Os olhos têm muito mais a informar sobre a nossa saúde do que apenas os problemas mais comuns da visão.
 
Por meio de sinais externos visíveis, como olhos saltados ou pálpebras amareladas, ou da análise mais profunda da estrutura do olho é possível identificar uma série de outras condições – sendo diabetes e hipertensão arterial as principais.
           
Nesse sentido, um dos principais instrumentos preventivos é o exame de fundoscopia , ou exame de fundo de olho, no qual são observadas as estruturas da anatomia interna do olho, como o nervo óptico, a retina, os capilares e as veias da retina.
 
“Podemos dizer que o olho é a janela para todo o sistema microvascular”, afirma o oftalmologista Aldo Barcia Fonseca, diretor-médico da Clínica de Olhos São Francisco de Assis, no Rio de Janeiro.
                           
Fonseca explica que o exame permite observar a trama vascular mais diminuta, chamada de capilares, que irriga a retina. Caso sejam detectadas alterações nos capilares dos olhos, pode-se presumir que as mesmas estejam presentes em outros órgãos que têm capilares – como coração , rins e cérebro . Assim, por meio de um exame de fundoscopia, é possível diagnosticar problemas de saúde como diabetes, hipertensão, anemias etc.
 
“Mas é importante dizer que o diabetes, por exemplo, só surge na fundoscopia após cinco anos, em média, de doença clínica presente no indivíduo com mau controle da doença, ou seja, a melhor maneira de diagnosticar estas enfermidades é fazer exames clínicos de rotina para evitar a doença na retina”, ressalta o especialista.
                          
Desde que treinado adequadamente, todo profissional da área de saúde pode realizar o exame, incluindo, além de oftalmologistas, pediatras, clínicos gerais e neurologistas. A indicação médica é de que a fundoscopia seja realizada rotineiramente, desde o nascimento, em todas as consultas oftalmológicas.
 
Além disso, é importante estar atento também a alguns sinais visíveis, que podem ser facilmente observados no espelho, por exemplo, e que podem indicar que algo não vai bem com a saúde. O ideal é, ao se deparar com alguma dessas evidências, procurar um especialista para investigá-la mais a fundo.
 
“Os olhos saltados são um bom exemplo, isso pode ser um sinal de hipertireoidismo. O movimento irregular dos olhos pode indicar problemas neurológicos, e placas amareladas nas pálpebras, um sinal de colesterol elevado” exemplifica a oftalmologista Paula Cottini Ribeiro, do Vita Check-Up Center, do Rio de Janeiro.
 
A especialista faz o alerta: é fundamental que o exame de fundo de olho seja incluído como parte de qualquer check-up preventivo, principalmente a partir dos 40 anos.
 
“Porém, por ser um exame que auxilia sempre no controle e na evidência de doenças sistêmicas e/ou primárias, desde o nascimento é importante fazê-lo.”
           
Cuide bem dos seus olhos:            
 
- Quando exposto ao sol, use sempre óculos escuros com proteção comprovada aos raios UVA e UVB
 
- No verão, além de óculos escuros que protejam do sol (mais intenso nesta época do ano), pode ser necessário mais lubrificação ocular. Isso pode ser feito com o uso de lubrificantes oculares
 
- Já no inverno, os casos de alergias e resfriados necessitam de higiene adequada e uso de colírios antialérgicos, que evitam a piora dos sintomas de vermelhidão ou edema dos olhos
 
- Mantenha uma alimentação balanceada, com boa ingestão de vitaminas essenciais para os olhos, como vitamina A e ômega 3
 
- Ao usar o computador ou assistir TV, por exemplo, lembre-se de piscar mais vezes: a atenção em alguma atividade faz diminuir a frequência de piscadas, acarretando ardor e desconforto nos olhos
 
- Use óculos de segurança nos trabalhos que envolvem risco de perfuração, assim como na prática de esportes de contato físico e também para a prevenção de traumas
 
- Quem tem história familiar de glaucoma, degeneração macular relacionada à idade, trabalha muito exposto ao sol ou tem a pele negra tem uma propensão maior ao glaucoma e deve realizar a fundoscopia anualmente.
 
Fonte iG

Cega há 20 anos, idosa tem síndrome que a faz ver alucinações

BBC
Lillian Boyd, de 86 anos, descreveu suas alucinações
 como algo perturbador
Lillian Boyd demorou a procurar um médico porque tinha medo de ser diagnosticada com demência
 
Lillian Boyd estava cega há mais de 20 anos quando de repente começou a ver as coisas. Foi uma surpresa quando, aparentemente, dois pequenos labradores pretos apareceram na casa dela, no Condado de Durham, no nordeste da Inglaterra.
 
A surpresa foi ainda maior quando ela começou a ver meninas com belos vestidos, e homens que ela não reconhecia. Aos 86 anos, sua primeira reação foi o medo de falar sobre suas visões e as pessoas acharem que ela estava enlouquecendo.
 
"Eu estava com medo de falar com o médico porque ele poderia achar que eu tenho demência, considerando a minha idade", disse ela.
           
O que ela tem no entanto, é Síndrome de Charles Bonnet, uma condição causada por uma doença nos olhos e não problemas psiquiátricos. As alucinações não emitem sons e você não pode senti-las, mas elas podem ser, mesmo assim, bem convincentes.
 
"Você não consegue descrevê-la muito bem. É uma coisa horrível", disse Lillian.
 
"Eu vi cavalos, uma vaca, homens. E quando você tenta se levantar e andar, mesmo sabendo que é apenas a sua visão, você não consegue se mover, porque você acha que vai esbarrar nessas pessoas."
 
"Elas parecem reais, mas quando você olha bem... eu simplesmente não sei. Eu não consigo definir o que eles são. Não é real, mas eles estão lá. Parecem de verdade."
 
Ela disse que os "hóspedes" não convidados, muitas vezes, "ficam o dia todo" e não são bem-vindos.
 
Imagens bizarras
A síndrome ocorre em pessoas cuja visão se deteriorou. Partes do cérebro associadas à visão começam a criar suas próprias imagens, tendo sido privadas de estímulo do nervo óptico.
 
Dominic Ffytche, professor do Instituto de Psiquiatria do King's College London e um especialista na síndrome, disse que foram registrados mais de 200 mil casos da doença no Reino Unido. No entanto, como as pessoas muitas vezes relutam em admitir ter alucinações, é impossível dizer exatamente quantas desenvolvem o mal.
 
Lillian Boyd demorou por volta de duas semanas para falar sobre o que estava acontecendo.
 
Felizmente, seu médico já conhecia essa condição e foi capaz de tranquilizá-la explicando que as alucinações não eram um problema psiquiátrico.
 
"Ele mencionou Charles Bonnet e disse que já tinha feito uma pesquisa sobre ele porque seu pai teve essa síndrome", disse Lillian.
 
Ffytche explicou que existem várias maneiras de distinguir a síndrome de alucinações causadas por problemas psiquiátricos.
 
"As alucinações causadas por doenças oculares são bastante detalhadas, com estampas e pessoas usando trajes elaborados. São imagens muito bizarras."
 
"As pessoas não confundem as imagens com a realidade e nao veem pessoas que elas reconhecem."
Ele ressaltou que a pesquisa sobre a síndrome ainda estão em andamento.
 
"O que ainda não sabemos é por que algumas pessoas nunca apresentam a síndrome", disse Ffytche.
 
"A última pesquisa sugere que a maneira como o cérebro está conectado – a forma como ele faz conexões – pode influenciar."
 
"Pode ser que o seu cérebro se adapte melhor à perda da visão se você tiver alucinações."
 
'Grande alívio'
Não há cura para a síndrome, mas medicamentos usados para outras condições, como epilepsia, demência e esquizofrenia, têm tido resultado para algumas pessoas. Ffytche acredita que hoje as pessoas têm muito mais consciência sobre a doença do que antes.
 
"Antes ninguém conhecia a doença, e agora é o inverso", disse Ffytche. "Alucinações estão sendo diagnosticadas como doença ocular, e outras causas estão sendo ignoradas."
           
Um estudo realizado pelo Ffytche e seus colegas descobriu que, em 20% dos casos, os portadores da síndrome acham as alucinações agradáveis e outros 30% acham as imagens desagradáveis. O restante, metade, tem uma opinião neutra sobre elas.
 
As alucinações que visitam Lillian Boyd há nove meses se encaixam no último grupo. Ela disse estar mais confortável agora que sabe que suas visões não são sinais de demência, mas ela ainda as descreve como algo "perturbador". Felizmente, ela teve um pouco de descanso recentemente.
 
"Eu não tenho nenhuma visão há dois dias, e eu agradeço a Deus por isso. É um grande alívio quando elas não estão lá", disse.
 
Fonte iG

Alivio rápido para a dor no pescoço

Sete dicas caseiras podem resolver o torcicolo rapidamente. Veja como enfrentar o problema sem tanto sofrimento
 
A Enciclopédia Americana ADAM menciona algumas medidas simples, mas potencialmente eficientes para acabar com dor no pescoço:
 
-Coloque gelo na área durante as primeiras 72 horas,

-Faça uma pausa de exercícios físicos regulares e atividades por alguns dias

-Faça exercicios lentos, suaves, com amplitude de movimento para ajudar a alongar os músculos do pescoço

-Massageie suavemente partes dolorosas do pescoço

-Durma sem um travesseiro em um colchão firme

-Usar um colar cervical macio nos primeiros dias de dor

-Alivio rapido para a dor no pescoço
 
Fonte iG

Sete dores que você não deve ignorar

BBC Brasil
Dor de cabeça: alterações na visão ou nos hormônios
 podem ser causas do problema
Especialistas apontam quais dores mais pedem investigação médica e o que elas podem significar
 
Uma sensação dolorosa, de maior ou menor intensidade, em qualquer parte do corpo. Trata-se da definição do dicionário para a palavra dor . E quando o assunto é essa sensação de diferentes intensidades, origens e significados, os médicos são unânimes em alertar: muitas dores subestimadas ou encaradas como corriqueiras podem ser avisos do corpo de que algo não anda bem. Atentar para esses sinais o quanto antes é uma das principais medidas preventivas indicadas pelos médicos.
 
"A dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo no organismo – explica Ricardo Caponero, médico oncologista da Clinonco – Clínica de Oncologia Médica, de São Paulo.
 
"Não é preciso esperar a dor para realizar alguns exames preventivos de saúde, já que nem sempre ela está presente, mesmo em doenças graves (como as fases iniciais do câncer, por exemplo). Mas há algumas dores que nunca devem ser ignoradas."
 
Mesmo as dores em uma mesma região do corpo podem ter localizações exatas e significados bastante diferentes. Um desses casos diz respeito às dores abdominais. Elas podem ser subdivididas em diversas áreas da faixa gástrica e intestinal, por exemplo, e apresentar diferenças sutis que, por sua vez, levam a diagnósticos diferentes.
 
"Um paciente com dor no estômago que melhora logo após a alimentação pode ter suspeita de úlcera no duodeno. Já a dor no estômago que piora com a alimentação leva a uma investigação de úlcera ou mesmo de tumor no estômago", exemplifica o gastroenterologista Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, cirurgião geral do aparelho digestivo do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.
 
Outras dores que costumam ser quase ignoradas são as sentidas após a prática da atividade física – a tendência é acreditarmos que exercício, para funcionar, "tem de doer". Efetivamente, a dor durante ou após uma atividade física pode até ser considerada normal, desde que se apresente de forma leve e sem prejuízo ao sistema musculoesquelético e cardiovascular, como aponta o ortopedista Moisés Cohen, presidente da Sociedade Mundial de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e Trauma Desportivo e diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo.
 
"A dor muscular, por exemplo, é muito comum após longo período de inatividade e geralmente desaparece após um ou dois dias, até sumir por completo com a melhora do condicionamento físico. No entanto, realizar qualquer atividade física com dor, em qualquer região do corpo, pode ser um alerta e precisa ser investigada", orienta o especialista.
 
Veja a seguir as sete principais dores que sempre devem ser investigadas e o que os médicos dizem a respeito delas.
 
1. Dor de cabeça
Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios – esta última, mais comum entre as mulheres. Acima dos 50 anos, pode estar relacionada à hipertensão.              
 
2. Dor de garganta
Pode ter origem em processos infecciosos por bactérias ou vírus. Caso se torne persistente e seja associada a sintomas como rouquidão, falta de ar, sangramento ou dificuldade para engolir, pode estar relacionada a certos tumores nas vias aéreas ou digestivas.
 
3. Dor no peito
Pode representar uma simples dor muscular na parede torácica ou, principalmente quando intensa e aguda, indicar algum problema cardiológico, como uma angina ou até mesmo o início de um infarto . A falta de ar (dispneia) durante a prática esportiva pode ser normal por falta de condicionamento, mas também pode indicar um processo alérgico ao exercício ou alguma alteração cardiorrespiratória.
 
4. Dor abdominal
Uma dor forte na parte baixa do abdome, acompanhada de dificuldade de evacuar e eliminar gases, pode ser sinal de diverticulite aguda. Já a dor na boca do estômago com sensibilidade do lado direito traz a possibilidade de cólica ou infecção na vesícula biliar (parte alta do abdome) ou ainda apendicite aguda (na parte baixa do abdome). Cólicas intestinais com presença de muco ou sangue nas fezes podem ser suspeita de colite ou de tumores intestinais.
 
Dor nas costas: má postura e esforço físico exagerado
 são as causas mais comuns
5. Dor nas costas
A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. Principalmente quando acompanhada de irradiação, formigamento e diminuição de força motora nos membros inferiores, a dor nesta região mais baixa das costas pode estar presente nos casos de hérnia de disco. Além de minar a qualidade de vida, a dor nas costas também pode encobrir o câncer no pâncreas.
           
6. Dor nas pernas
É uma das dores mais comuns e suas causas podem ser as mais variadas, desde problemas vasculares e artroses até doenças como hipotireoidismo e diabetes. Especificamente, as dores nos joelhos, por tratar-se de uma articulação extremamente vulnerável aos traumas, podem significar desde lesões simples, como as tendinites, até lesões mais graves, como de menisco e de cartilagem.
 
7. Dor no corpo todo
Se a sensação é de que o corpo todo vive “moído”, e essa dor geral está associada a um quadro de desânimo e falta de energia, pode ser um sintoma de depressão ou de fibromialgia.
           
Sentir dores, especialmente as que se prolongam por longos períodos de tempo nunca é normal. Em todos os casos, é imprescindível procurar um médico e investigar a origem da dor, para então buscar o tratamento mais adequado para o problema, finalizam os especialistas.
 
Fonte iG

ANS cria cartilha para evitar desacordo entre médicos e planos de saúde

J. Duran Machfee/Futura Press
Recentemente, médicos fizeram paralisação em todo o País,
 que ficou conhecida como o Dia Nacional de Alerta
 aos Planos de Saúde
Agência quer tornar mais claras as regras, entre outros motivos, para reduzir episódios em que atendimentos são suspensos porque operadoras não chegam a acordo sobre reajuste
 
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) preparou cartilha para orientar médicos, prestadores de serviços e operadoras sobre as normas que regem contratos e reajuste de honorários e procedimentos. A agência quer tornar mais claras as regras, entre outros motivos, para tentar reduzir episódios em que atendimentos e serviços são suspensos porque operadoras e prestadores não chegam a acordo sobre porcentual de reajuste.

Apesar de haver norma que obriga que as operadoras firmem contrato com os prestadores de serviço, nem sempre isso é cumprido. Desde 2004, a agência emitiu R$ 300 milhões em representações (sanções que podem ser transformadas em multas, depois do recurso das operadoras) por falhas nos contratos. Das 100 maiores operadoras, 60 delas estão negociando Termos de Ajustamento de Conduta por contratos fora das normas.              
 
"A ANS não tem competência legal para fixar reajuste, mas entende que a melhor forma é ter um contrato com regras claras. Quanto mais claras forem as regras, menos paralisações de atendimento", afirmou o diretor de Desenvolvimento Setorial, Bruno Sobral.

Médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, e outros prestadores de serviço se queixam da relação desigual com os planos de saúde. É o caso de laboratórios de análises clínicas. "Somos remunerados de acordo com tabelas criadas em 1990 e não tiveram reajuste que acompanhasse a inflação. A instrução normativa da ANS que estabelece critérios de reajuste é tão flexível que comecei a receber proposta de aumento de 20% do IGPM. Esse arrocho consome recursos que iriam para qualificação; as empresas estão em dificuldade. Pode colocar em risco, inclusive, a qualidade do serviço prestado", afirmou Vitor Pariz, diretor da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica.

Dificuldades              
De acordo com Pariz, os donos de laboratório têm tido dificuldade de manter o negócio. "Eram empresas familiares e muitas estão sendo vendidas. Grandes laboratórios são formados por 100, 130 pequenos laboratórios. Isso não é saudável."

O diretor da ANS reconhece que há desigualdade na relação entre planos e prestadores. "Um lado sempre terá poder de barganha maior. A cláusula da livre negociação não pode vir sozinha no contrato, tem de estar acompanhada de outra que utilize índice vigente, público", afirmou Sobral. "Se a negociação não for justa, a relação se quebra. E não interessa às operadoras ter hospital sucateado para atender os beneficiários", afirmou.

O diretor da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, afirma que as 29 associadas zelam pelo cumprimento das normas da ANS. "O que ocorre é que recentemente a ANS editou resolução, exigindo cláusulas adicionais para especificar o reajuste e prorrogou em 90 dias a entrada em vigor da nova regra", afirmou.

Ele disse que as operadoras estão se adequando. Ele também reconheceu a "disparidade" de poderes entre operadores e prestadores, mas lembrou que as empresas seguem as regras fixadas pela agência. O Guia Prático da Contratualização está disponível para download no site da ANS.
 
Fonte Agência estado