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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Internacionalização de Médicos no Brasil

Para professor da Universidade Estadual do Ceará, qualidade da importação de médicos depende do Revalida
 
Marcelo Gurgel Carlos da Silva*
 
O Ministério da Saúde serviu de fonte para divulgar, na revista Isto É, Ano 37, Nº 2.257, p.28, de 20 de fevereiro de 2013, valores da participação de médicos estrangeiros de alguns países: Inglaterra (37%), EUA (35%) e Canadá (22%), como mote para denunciar a pequena internacionalização aqui vigorante, e um prenúncio para pretextar a importação de médicos do exterior.
 
Agora, decorridos pouco mais de três meses dessa notícia, ao ensejo de sua ardorosa campanha para trazer, a qualquer custo, médicos estrangeiros, ou formados no exterior, para preencher postos de trabalhos médicos em pontos remotos do Brasil, onde existiria a carência desses profissionais, o Ministério da Saúde desfralda a bandeira da baixa internacionalização de médicos no Brasil.
 
A pequena participação estrangeira no mercado de trabalho brasileiro é generalizada entre profissionais, acometendo as mais diferentes profissões, e não apenas à Medicina, ficando claro que os “gringos” ocupam funções diferenciadas ou mais qualificadas em certos nichos de mercado, como no campo da alta tecnologia e da pesquisa, e cargos diretivos de empresas, cujas matrizes situam-se no exterior. Adite-se que a presença estrangeira é claramente expressiva entre religiosos, católicos e outras denominações cristãs, que aqui aportam para atividade missionária.
 
De fato, segundo a demografia médica do Brasil – 2013, publicada recentemente pelo Conselho Federal de Medicina, no Brasil, do total de 388.015 médicos com registro ativo no sistema CFM/CRM, 7.284 (1,87%) graduaram-se no exterior, sendo que 64,87% são brasileiros que saíram para estudar fora e retornaram; os outros são imigrantes que já chegaram com seus diplomas. Todos eles cumpriram as exigências legais, revalidaram seus diplomas e se inscreveram em algum CRM.
 
Os estrangeiros provêm de 53 países, mas cerca de 95% deles são da América Latina, e quase metade ficou radicada em três estados do Sudeste, onde justamente há maior presença de médicos, indicando que a vinda de adventícios, naturalmente, não tem concorrido para diminuir o desequilíbrio regional da distribuição de médicos no País.
 
Os três países citados, à guisa de exemplo, foram muito mal escolhidos na referência ministerial, porquanto, em comum, eles guardam a preservação da tradicional “drenagem de cérebros”, pautada pela busca de imigrantes de mente privilegiada, com sólida educação e profissionalmente capacitados, ou, quiçá, com indicativos de genialidade, para agregar know-how aos receptores.
 
Além disso, eles têm particularidades que os tornam mais receptivos à migração mais qualificada, a começar pelo largo uso da língua inglesa. Boa parte dos médicos atuantes na Inglaterra, ditos estrangeiros, é composta por cidadãos britânicos de outros países do Reino Unido, ou da Commonwealth of Nations, uma organização intergovernamental derivada sobretudo de nações dantes abrigadas no vasto cobertor do Império Britânico, talvez um resquício do colonialismo inglês.
 
A ação do Department for International Development – DFD concorre, sobremodo, para promover o intercâmbio científico (a Medicina, inclusive), carreando muitos indivíduos para a Inglaterra, que, apesar de anglófonos e cidadãos de sua Majestade, necessitam da aprovação em exames de conhecimentos para se converterem em um General Practitioner (GP), correspondente ao clínico geral no Brasil. Por outro, como a Inglaterra integra a União Europeia, há o livre trânsito de profissionais dos distintos países formadores desse bloco econômico, desde que se cumpram as formalidades para a obtenção da licença de exercício da medicina.
 
O Canadá é um país desenvolvido, de economia pujante, que ostenta indicadores de alto bem-estar à sua população. Tem uma política bem definida de atrair mão de obra qualificada, no intuito de suprir necessidades imperiosas da melhor ocupação do seu território, tão abundante de recursos naturais.
 
Profissionais de saúde são bem-vindos no Canadá, desde que bem formados e sejam testados em estágios hospitalares, após criteriosa avaliação de seleção, e quando, autorizados a trabalhar nesse país, o governo canadense executa rigoroso e gradativo controle, determinando onde exercer e o que pode o médico fazer, no âmbito do seu organizado Sistema de Saúde. Tem o Canadá, a seu favor, a ampla fala do idioma de Shakespeare, mesmo na província de Quebec.
 
Os Estados Unidos formam um país de larga tradição migratória, composta de gente que “ia fazer a América”, vendo-a como a sua terra da promissão. Hoje, é tão extensa essa presença de imigrantes e seus descendentes, que os WASP (white, anglo-saxon and protestant) em breve serão minoritários nos EUA. A medicina norte-americana, não a sua questionável Saúde Pública, configura-se deveras atrativa aos imigrantes, pois é dotada da mais apurada tecnologia, sendo vanguarda na incorporação de procedimentos diagnósticos e terapêuticos, que geram polpudos rendimentos aos seus doutores, em que pese os riscos advindos da responsabilidade civil que pairam em seus profissionais de saúde.
 
Médicos estrangeiros são bem acolhidos na terra do Tio Sam, condicionados às competências que possuam para sobrepujar as difíceis barreiras interpostas na legislação e nas normas que disciplinam a prática médica nos USA. De fato, para um médico do exterior trabalhar nos EUA, ele precisa ser aprovado, e bem classificado, comparativamente, em complexos e longos testes de conhecimentos, chamado de United States Medical Licensing Examination (Exame de Licenciamento Médico nos Estados Unidos). Mais conhecido como USMLE, é um exame de múltiplas etapas (steps), pelo qual o médico é obrigado a passar antes de ser autorizado a praticar Medicina nos EUA.
 
Os steps 1 e 2 são aplicados em dezenas de países, e o 3, apenas realizado nos EUA. O step 1 é a primeira etapa do processo e tem como objetivo avaliar se estudantes de medicina ou médicos tem a capacidade de compreender e aplicar conceitos importantes das ciências básicas para a prática médica. Ele avalia os conhecimentos em matérias básicas da Medicina (Anatomia, Fisiologia, Patologia, Epidemiologia etc.); o 2, tem o objetivo de avaliar se o estudante de medicina ou médico possui conhecimentos, habilidades e compreensão da ciência clínica essencial para a prestação de assistência ao paciente, sob supervisão. Ele avalia o domínio em disciplinas do saber médico no ciclo clínico (Clínica Médica, Cirurgia Geral, Toco-Ginecologia, Pediatria etc.). O step 3 destina-se a avaliar se o médico consegue aplicar o conhecimento e a compreensão da ciência biomédica e clínica essencial para a prática da medicina desacompanhado. Tal etapa ocorre em dois dias de exame, e cada dia de testes deve ser concluído dentro de oito horas, e, diferentemente das etapas 1 e 2, ao step 3 somente podem se sujeitar os já graduados ou bacharelados em Medicina.
 
Quando muito bem sucedidos nesses steps, os estrangeiros, em igualdade de condições aos médicos norte-americanos, aplicam às vagas ofertadas para fellow ou medical residency em hospitais credenciados para formação de especialistas médicos. Ao lado de elevados escores nos steps, é exigido do médico estrangeiro, que queira estagiar nos EUA, um excelente resultado no TOEFL, ratificando a proficiência no inglês. No geral, esses treinamentos consomem cinco longos e extenuantes anos da vida médica. Depois disso, para os que desejam exercer a Medicina nos EUA, serão cobradas as aprovações nos boards das especialidades e o cumprimento de atividades de educação continuada.
 
É do conhecimento, no meio médico, de que médicos brasileiros que conseguem estagiar nos EUA ficam entre os mais estudiosos das turmas, distinguidos entre os mais brilhantes; os que logram se radicar naquele país, possuem, ademais, outros atributos, como a determinação e a competitividade, conformando-lhes uma indiscutível competência.
 
O que o governo brasileiro vem advogando, em prol da nossa internacionalização da Medicina, é a mera importação de médicos estrangeiros, subutilizados ou desempregados em seus países de origem, sem passar por quaisquer crivos avaliativos de conhecimento, como quem busca o rebotalho, o que sobra, até porque está ao desabrigo profissional, devido à insuficiência técnica ou à desatualização técnica.
 
Em uma ousada comparação com os irmãos americanos do norte, no tocante aos respectivos períodos coloniais, até parece que vamos confrontar os ingleses emigrantes do Mayflower com os aventureiros e degredados portugueses, aportados nesta terra dos papagaios, ou cotejar os pioneiros da América com os bandeirantes brasileiros.
 
Creio que nossa gente é digna de algo melhor. Se teremos que importar médicos, o que é pouco justificável, que se faça com a boa qualidade, aferida a partir do Revalida, e complementada por outros predicados da formação e da experiência médicas, e sem se descuidar da fluência daquela língua, cognominada de a “Última flor do Lácio, inculta e bela”.
 
* professor titular de Saúde Pública da Universidade Estadual do Ceará (Uece)
 
Fonte SaudeWeb

Fabricantes deverão comunicar cancelamento de remédios

A Anvisa anunciou esta semana que irá colocar em consulta pública uma norma para regulamentar as obrigações dos fabricantes de medicamentos em casos de descontinuidade, redução ou suspensão temporária de fabricação ou importação de produtos.
 
A proposta prevê a obrigatoriedade de comunicar pacientes, serviços de saúde e profissionais da área sobre datas e razões da descontinuidade, bem como a previsão de retomada da fabricação ou importação.
 
A norma prevê um prazo mínimo de 180 dias entre a comunicação da empresa e a retirada do produto do mercado. Nos casos de suspensão temporária de fabricação ou importação de medicamentos indispensáveis, decorrentes de motivos técnicos que impactem a qualidade, segurança e eficácia e que possam afetar sua disponibilidade à população, a comunicação à Agência deverá ocorrer no prazo de 24 horas da suspensão.
 
As informações prestadas pelo titular do registro sobre as razões da medida também serão divulgadas no endereço eletrônico da Agência. Nos casos em que for verificado risco de desabastecimento de mercado, serão aplicadas as normas de priorização de registro para medicamentos substitutos.
 
Contribuições serão recebidas durante 30 dias após a publicação da Consulta no Diário Oficial da União.
 
Fonte SaudeWeb

A mãe de todos na assistência hospitalar

“E se fosse sua mãe”, artigo publicado no Jornal o Globo em 17/11/2011, discute vários aspectos relacionados às políticas de saúde em geral e à assistência aos pacientes em particular, destacando esse antigo axioma para pontuar o cotidiano de quem precisa ser assistido em seus problemas de saúde.
 
Nos hospitais, os pacientes internados fazem parte de um cenário interessante. Ao mesmo tempo em que a cada dia mais e mais organizações alcançam o selo de Acreditação, ou se destacam por serviços assistenciais prestados, são inúmeros os exemplos em que a abordagem direta do paciente e a condução médica propriamente dita carece de atenção, dedicação, presteza e competência em favor destes mesmos pacientes. É realmente difícil compreender como é que, apesar de tanta discussão acerca de melhoria de processos, da própria concepção processual no cotidiano dos hospitais, e de seus incontáveis filhotes (diretrizes, normas, protocolos, indicadores e rotinas, dentre outros), na linha de frente do trabalho as coisas não estejam acontecendo conforme se espera que aconteça: qualidade assistencial, resolutividade e eficácia na aplicação dos recursos disponíveis dentro da melhor evidência clínica, dentro de um ambiente de integração multidisciplinar, respeito mútuo e principalmente respeito ao paciente internado.
 
Não faltam tentativas de explicação para isso. A mais corrente é que faltam abordagens humanísticas nos currículos das universidades, que insistem em eternizar o desprezo às ciências sociais, aos princípios da bioética e às noções básicas de outros conhecimentos tão importantes quanto o conhecimento técnico (principalmente quando falamos de um profissional que lida diretamente com o ser humano em todas as suas dimensões), tais como a antropologia, a psicologia e a filosofia. Eu tenho outra teoria, menos acadêmica e mais pragmática. E que é mais preocupante.
 
Hoje, com a necessidade de maiores investimentos em saúde e o avanço na quantidade de hospitais pelo país, tendo como um dos maiores motores as necessidades legais e políticas cobradas aos governantes, o produto “médico” ficou extremamente valorizado. Que o digam os gestores municipais dos mais de dois mil municípios do país. Destes, 497 não dispõem de um único profissional prestando qualquer tipo de assistência, excluindo aqueles que pagam valores elevadíssimos para profissionais trabalharem na forma que desejarem, levando a uma atenção descontinuada, itinerante, frequentemente mercantilista e sem compromisso (veja mais em http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,com-apagao-de-medicos-rincoes-do-pais-esperam-por-profissionais-importados,1033226,0.htm).
 
Nada mais estimulante para os que se dizem sábios e têm muitas soluções na ponta da língua, geralmente inexequíveis ou pouco ortodoxas, tal como se vê no debate acerca da importação de médicos. Nos hospitais de grandes centros a realidade não é muito diferente, e só quem já esteve à frente de um serviço de saúde sabe o quanto é angustiante conviver com lacunas em setores essenciais, tais como emergências, UTI’s e diaristas, sem contar os demais. O dilema é: redimensiono minha estratégia de ação para aquele setor em função de não encontrar o profissional que preciso (deixando muitas vezes de atender a uma necessidade), ou aloco qualquer um que se disponha a ocupar esse espaço, para não deixar de mantê-lo em funcionamento? Ambas as decisões podem levar a consequências tão ruins que podem colocar em risco a própria carreira do gestor.
 
As diferenças entre o profissional com maior experiência e percepção de vida para aqueles que tendem a reproduzir o comportamento cada vez mais comum de fazer o necessário, o restrito, aquilo para o qual foi treinado (e muitas vezes nem isso), costumam se traduzir num clima de maior cordialidade e bom humor, de cortesia e respeito, de cuidado e atenção para aspectos nem sempre tão técnicos, mas que fazem grande diferença no trato com pacientes internados e com a equipe multidisciplinar. Equipe que trabalha nessa atmosfera contagia e influencia positivamente a eficiência das ações e o impacto na melhora da saúde do paciente. Este, por sua vez, dá voz à sua percepção e irradia sua experiência positiva para as pessoas de seu relacionamento, perpetuando um ciclo virtuoso de disseminação de informações que culmina com mais e mais pessoas interessadas em procurar aquele hospital, ou aquele setor, ou aquela equipe, e por fim, aquele médico tão bem falado.
 
O paciente é objeto maior e único da atenção médica. É para isso que o médico é treinado. Tem que dar uma resposta à altura das expectativas daqueles que investiram na sua formação, daqueles que pagam pelos seus serviços, daqueles que buscam a sua ajuda profissional e de toda a sociedade. Não há como fugir disso. Esqueçamos os demais aspectos periféricos e concentremo-nos nessa ideia central.
 
Eis aí grande nó. Enquanto todos os personagens envolvidos no negócio saúde, sejam agentes públicos ou privados, não valorizarem o trabalho assistencial como um todo, e o trabalho médico em particular, não deveremos ver nenhum avanço em relação ao que aí está. Mas enquanto isso, na hora de cuidar de alguém que lhe é destinado para receber seus serviços profissionais, ou que o procura de forma espontânea, não custa se fazer uma perguntinha simples e direta: e se fosse a minha mãe?
 
Fonte SaudeWeb

domingo, 30 de junho de 2013

Sexo é bom para o coração: mesmo após um ataque cardíaco

Muitas pessoas que sofreram com um ataque cardíaco acabam tendo medo de fazer sexo. Mas, segundo especialistas, pacientes com esse tipo de problema no coração podem ficar tranquilos: o sexo faz bem ao coração, mesmo após um ataque.
 
De acordo com cardiologistas, a probabilidade de uma pessoa morrer por causa de problemas cardíacos durante uma transa é realmente pequena. Mas, mesmo assim, as pessoas têm medo de manter relações.
 
Uma pesquisa revelou que um terço dos homens e 60% das mulheres se abstém de fazer sexo por períodos iguais ou maiores que um ano após sofrerem com um ataque cardíaco.
 
Cardiologistas, no entanto, avisam que morrer durante o sexo por causa da intensidade da relação é coisa de filme. Na vida real isso não é motivo de preocupação – a maioria dos médicos libera seus pacientes para “diversão” assim que eles se sentem bem o suficiente para fazer exercícios moderados.
 
Como conversar com exercícios não é tão embaraçoso quanto conversar sobre sexo, alguns pacientes se intimidam na hora de perguntar ao seu médico se eles podem retomar sua vida sexual. Normalmente, eles precisam ser encorajados explicitamente pelo médico.
 
Se você está em dúvida, converse com seu médico – boa parte dos homens e mulheres analisados na pesquisa declararam que diminuíram a frequência das relações sexuais por não receberem informações médicas.

Fonte Live Science

12 Sinais de que você pode estar com problemas cardíacos

Dificuldade de repirar é indicativo de ataque cardíaco
Por que o índice de mortes por doenças cardíacas é tão alto? O palpite de especialistas é que as pessoas são muito lentas na hora de notar os sintomas e fazer exames, para descobrir se estão doentes e procurar tratamento.
 
Tudo bem, se você sente pontadas violentas no coração vai direto ao hospital, mas há alguns sintomas que não são tão óbvios ou intensos – e eles podem variar de pessoa para pessoa. Um exemplo é que homens tendo um ataque cardíaco sentem muita dor e falta de ar, já as mulheres se sentem cansadas e enjoadas.
 
Justamente porque é difícil entender esses sintomas, médicos alertam: pessoas do grupo de risco (idosos, obesos, fumantes, diabéticos ou pessoas que tenham outros casos de problemas cardíacos na família) devem ir para o hospital se sentirem uma pequena queimação no coração ou, por exemplo, uma dor muscular muito forte, em vez de esperar que o sintoma vá embora.
 
Confira nessa lista mais 12 sinais de problemas cardíacos que não devem ser ignorados:
 
1. Ansiedade – o ataque cardíaco pode causar ansiedade e medo. Pessoas que já tiveram a experiência de um ataque cardíaco comentam que sentiram como se o apocalipse estivesse próximo.
 
2. Desconforto no peito – dor no peito é o sintoma mais clássico, mas nem todos os ataques cardíacos causam dor. A dor geralmente é localizada um pouco mais a esquerda do centro do peito e é comumente descrita como “um elefante sentado no peito” e, mais raramente, como pressão ou como “peito estufado”. E, no caso das mulheres, elas podem sentir queimação.
 
3. Tosse – uma tosse persistente pode ser um sintoma de falha no batimento cardíaco, que pode resultar em acúmulo de líquido nos pulmões.
 
4. Tontura – o ataque cardíaco pode causar tontura e até mesmo desmaios. Isso vem das arritmias cardíacas, uma mudança brusca no batimento, ou uma aceleração muito grande do pulso.
 
5. Fatiga – acontece especialmente entre as mulheres. O cansaço constante pode ser um sintoma de falhas cardíacas. A dica dos especialistas é que você não tente buscar informações na internet nem em livros e vá direto ao médico.
 
6. Náusea e falta de apetite – não é incomum as pessoas sentirem o estômago incomodar ou vomitarem durante um ataque cardíaco.
 
7. Dor em outras partes do corpo – a dor pode começar nos braços, cotovelos, no pescoço, na mandíbula e no abdômen.
 
8. Pulso irregular – os médicos dizem que você não deve se preocupar com uma eventual mudança no batimento cardíaco, mas que um pulso irregular acompanhado de tontura é sinal de arritmia. E arritmias podem levar a ataques cardíacos e morte súbita.
 
9. Dificuldade de respirar – além de indicar asma ou de obstrução crônica pulmonar, esse sintoma é indicativo de ataque cardíaco.
 
10. Suor – começar a suar frio de repente é um sinal claro de que você deve ir para o hospital.
 
11. Inchaço – assim como aumento de peso, acontece porque problemas cardíacos fazem com que os fluidos se acumulem no corpo.
 
12. Fraqueza – nos dias anteriores ao ataque cardíaco as pessoas sempre dizem sentir fraqueza.
 
13. Bônus: Impotência – Disfunção erétil pode ser sinal de problema cardíaco, já que a boa circulação do sangue é fundamental para uma ereção.
 
Fonte Hypescience