Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sábado, 12 de outubro de 2013

Cafeína em spray pode substituir xícaras da bebida

Recomenda-se que o produto seja usado no máximo seis vezes
em um período de quatro horas
De acordo com o fabricante, spray deve ser usado como um perfume 
 
Milhões de pessoas no mundo todo passam por este ritual logo pela manhã: tomar um café antes de começar a jornada de trabalho, ingerindo o estimulante contido na bebida que manterá a pessoa desperta para enfrentar as obrigações.
 
Mas, para os que não gostam do sabor do café ou não se sentem bem com a bebida, um ex-aluno da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, criou um spray de cafeína batizado de "Sprayable Energy" (energia pulverizada, em tradução livre).
 
Como o nome indica, é um spray que espalha uma solução de água e cafeína e pode ser aplicado na pele como se fosse um perfume.
 
O inventor do spray garante que ele proporciona um aumento da energia moderado e duradouro, pois a cafeína será absorvida pelo organismo em um ritmo constante e durante um período de várias horas.
 
"Estudei a estrutura molecular da cafeína e percebi que, como acontece com a nicotina, (ela) também pode ser absorvida através da pele", afirmou à BBC Mundo Ben Yu, um jovem de 21 anos que criou o produto junto com o pai.
 
— Quando se toma o café ou uma bebida energética, se sente um aumento (de energia) durante um período curto de tempo e logo vem a queda, enquanto com a energia em spray se recebe uma quantidade inferior de cafeína durante um período maior e a um ritmo constante. A cafeína em spray funciona melhor com as pessoas que são mais sensíveis a esta substância. São as que mais gostaram do projeto, já que não podem consumir as bebidas energéticas disponíveis no mercado, pois ficam muito nervosas.
 
Concentração
Yu afirma que o spray é composto de água, cafeína e tirosina, que, segundo ele, é um aminoácido que permite aumentar a concentração da cafeína na água.
 
A recomendação é que o produto seja usado no máximo seis vezes em um período de quatro horas e também não se deve ultrapassar as 24 pulverizações por dia.
 
Apesar de garantir que não há efeitos secundários, o "Sprayable Energy" não será vendido a menores de 18 anos e nem a mulheres grávidas.
 
Pelo fato de conter uma solução de água e cafeína, o produto não deverá passar por testes clínicos. Portanto, não há mais provas de sua eficácia além do que afirmam os criadores do spray. O diretor Mundo Sean Nordt, do Departamento de Toxicologia da Universidade do Sul da Califórnia, disse à BBC que "não tem muita certeza de que vai funcionar".
 
— Não duvido que tenha cafeína. O que não está tão claro é quanto de cafeína vai para a corrente sanguínea, levando em conta que a base principal do produto é a água.
 
De acordo com Nordt, o fato de um produto como este não passar por controles como os necessários para os medicamentos, por exemplo, faz com que não se tenha certeza sobre seus efeitos.
 
O especialista também alerta que "é preciso ter cuidado com a quantidade de cafeína que se consome, já que, em doses altas, como acontece com algumas bebidas energéticas, pode ser perigosa".
 
Além das questões ligadas à eficácia e segurança do spray de cafeína, muitos também poderão alegar que o produto jamais poderá substituir o prazer de uma boa xícara de café.
 
No entanto, ainda será preciso esperar para ver se o "Sprayable Energy" será um sucesso comercial.
 
Em agosto os inventores do projeto começaram a arrecadar verbas para sua fabricação com uma página de financiamento coletivo e, por enquanto, já superaram a marca dos US$ 160 mil (quase R$ 353 mil) arrecadados.
 
Em algumas semanas eles devem começar a fase do envio do produto a quem quiser comprar pela internet. Além disso, eles esperam que o spray chegue às lojas em 2014.
 
BBC Brasil/R7

OMS quer eliminar até 2020 termômetros e outros aparelhos que contêm mercúrio

OMS pretende eliminar desinfetantes e produtos cosméticos feitos
 à base de mercúrio que clareiam a pele
Substâncias pode provocar problemas neurológicos e no sistema digestivo
 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) fez nesta sexta-feira (11), um apelo para a eliminação progressiva até 2020 dos termômetros e aparelhos de medição da tensão que contenham mercúrio, devido aos efeitos graves na saúde pública. Em comunicado divulgado em Genebra, na Suíça, a OMS diz que o apelo é feito em conjunto com a organização Health Care without Harm.
 
A operação, chamada Cuidados de Saúde sem Mercúrio até 2010, foi lançada para marcar a assinatura da Convenção de Minimatat sobre o Mercúrio nessa quinta-feira.
 
O mercúrio e os seus diferentes componentes são “uma preocupação para a saúde pública mundial e têm vários efeitos graves”, lembrou a OMS, citando uma série de problemas neurológicos, principalmente nos jovens. O mercúrio pode também ter efeitos nefastos nos rins e no sistema digestivo, acrescentou a organização.
 
A Convenção de Minimata autoriza a utilização de mercúrio nos termômetros apenas até o ano 2020, embora aceite algumas exceções até 2030, informou a OMS, acrescentando que as consequências do mercúrio para a saúde pública “são tão graves que tornam muito importante respeitar o prazo de 2020 fixado pela convenção”.
 
Segundo a diretora-geral da OMS, Margaret Chan,“a assinatura da Convenção de Minimata sobre o mercúrio é um grande passo para a proteção definitiva das consequências devastadoras do mercúrio para a saúde”.
 
Segundo ela, o mercúrio é uma das 10 substâncias químicas que mais preocupam em relação à saúde pública. A convenção orienta os países sobre as medidas que devem ser adotadas para eliminar as formas mais nocivas de utilização do produto.
 
A OMS pretende ainda eliminar progressivamente os desinfetantes e produtos cosméticos que clareiam a pele e que são feitos à base de mercúrio. Além disso, quer elaborar um conjunto de medidas para eliminar a utilização do metal nos tratamentos dentários.
 
A Convenção de Minamata foi assinada em Kumamoto (Japão) e ficará aberta para adesões até 9 de outubro do próximo ano.

R7

Homem quase perde a perna depois de ser picado por aranha venenosa

Fotomontagem/R7
Veneno causou grande inchaço na coxa de Whitimore
Médicos conseguiram retirar o veneno; rapaz terá que aprender a andar novamente
 
O decorador Ricki Whitmore, de 39 anos, que mora em Essex, na Inglaterra, quase perdeu a perna após sofrer uma picada de aranha. Após passar por uma cirurgia para retirar todo o veneno, o rapaz terá que aprender a andar novamente. As informações são do site Daily Mail desta sexta-feira (11).
 
Durante o seu trabalho, o homem encontrou um ninho de aranhas na escola. Ao tentar tirar do seu caminho, uma delas, muito venenosa, conseguiu picá-lo, deixando uma ferida em sua perna.
 
Ao ir ao hospital, os médicos foram obrigados a cortar o membro para expulsar o veneno, já que, sua coxa dobrou de tamanho por causa do machucado.
 
Após a cirurgia, o decorador terá que passar por seis meses de fisioterapia especializada para voltar a andar novamente.
 
— Eu tive sorte de os médicos não terem amputado a minha perna.
 
Whitmore é uma entre várias vítimas de picadas de aranha em todo o país. Em época de frio, muitos dos aracnídeos preparam os seus ninhos em diversos lugares para fugir do clima gelado.
 
Outros casos
Não foi só Whitmore que passou por essa situação. O jogador de futebol Devon, de 22 anos, também passou por uma cirurgia de emergência após sofrer uma picada de aranha.
 
Já o britânico Steve Harris ficou com um corte enorme em uma das laterais do abdome, depois que os médicos abriram a região para retirar todo o veneno.
 
— Eu nunca senti tanta dor em toda a minha vida. Eu ainda não consigo dormir direito e ainda é quase impossível entrar e sair do carro e não sentir nada.
 
No sul de Londres, houve também casos iguais a esse. O adolescente William Fraser, de 14 anos, sofreu uma picada de aranha em seu antebraço. Ao final do dia, seu estado de saúde piorou.
 
Ao ir ao hospital, médicos aplicaram uma dose forte de penicilina e, com isso, seu quadro melhorou.
 
Segundos especialistas sobre aracnídeos, as aranhas só picam quando se sentem ameaçadas.
 
R7

Bactéria que vive na água salgada mata pelo menos 10 pessoas na Flórida

Vibrio vulnificus
Pelo menos 10 pessoas morreram e outras 32 adoeceram na Flórida neste ano após contrair uma perigosa bactéria que vive na água marinha e que devora carne, confirmou nesta sexta-feira o Departamento de Saúde do estado.
 
Dois dos falecidos residiam no condado de Broward, ao norte de Miami, e o resto, um em cada condado, em Flagler, Glades, Lee, Leon, Monroe, Okaloosa, Santa Rosa e Walton. Em Hillsborough foram detectados quatro casos (o número mais alto nos condados da Flórida) de infectados pela bactéria "Vibrio vulnificus", embora nenhum deles tenha resultado em morte.
 
As mortes mais recentes são um homem de cerca de 50 anos, residente no condado de Lee, que faleceu em setembro após se banhar nas águas do Golfo do México, e um turista de cerca 60 anos que faleceu em julho nas mesmas águas, ambos após serem infectados pela bactéria.
 
Segundo as autoridades médicas, os dois homens contraíram a bactéria através de algum ferimento aberto na pele. Os outros cinco afetados, todos eles residentes no citado condado, contraíram uma variedade de "Vibrio vulnificus" menos perigosa.
 
Esta bactéria, que penetra no corpo através de um ferimento e precisa ser tratada com antibióticos, costuma afetar especialmente idosos ou pessoas com problemas em seus sistemas imunológicos ou cortes na pele que entraram em contato com água marinha infectada.
 
O condado de Lee costuma registrar uma média anual de cinco casos de infectados por esta bactéria. Além disso, uma mulher de 84 anos que contraiu esta infecção teve que amputar a perna em um hospital de Naples, no litoral sudoeste da Flórida. O "Vibrio vulnificus" pertence à família do germe que causa a cólera e costuma se encontrar em águas cálidas salubres, embora também pode ser detectada em marisco cru como ostras.
 
Os sintomas mais comuns são vômitos, diarreia e dor de abdômen. A infecção também pode ocasionar úlceras na pele das pessoas afetadas.
 
No começo de outubro, um homem residente no norte do estado foi hospitalizado após contrair esta bactéria ao ser atacado por um caranguejo e, no final de setembro, outro homem faleceu apenas 28 horas após estar em contato também com caranguejos que estavam em armadilhas colocadas no rio Halifax, no centro da Flórida
 
EFE

Ovo: um tesouro da culinária em prol do combate à fome mundial

Teorias à parte sobre se o que veio primeiro foi o ovo ou a galinha, é inegável que a natureza presenteou a humanidade com um tesouro gastronômico único, que nesta sexta-feira celebrou seu Dia Internacional com o fim de promover seu consumo para combater a desnutrição e a crise de fome no mundo.
 
De acordo com um recente relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 842 milhões de pessoas sofrem de fome crônica, a maioria delas na África Subsaariana, e 15,7 milhões em países desenvolvidos. E, por isso, o ovo, o alimento mais completo que existe, se coloca como uma das soluções.
 
E foi isso que fez a Comissão Internacional do Ovo, que se juntou à FAO para promover a produção de ovos em nove países subsaarianos. Neste 18ª Dia Internacional do Ovo, o objetivo é divulgar os benefícios deste alimento e apresentá-lo como "ajuda para prevenir a fome", disse o diretor-geral da comissão, Julian Madeley.
 
"O ovo é uma fonte excelente de proteína de alta qualidade. Contém as vitaminas e os minerais necessários para uma dieta saudável. Além disso, é um alimento acessível", acrescenta Madeley. Ainda segundo o órgão, a produção de ovos tem "uma pegada de carbono muito baixa se comparada as da carne de vaca e porco".
 
Ciente de sua responsabilidade, o setor empresarial do ovo doa mais de 50 milhões desta "pílula nutritiva da natureza" a bancos de alimentos, escolas e hospitais, e colabora ajudando países em desenvolvimento a estabelecer sua própria produção sustentável. Após pesquisas desmentirem que o ovo não aumenta o colesterol, a recomendação é comer uma unidade por dia em uma dieta saudável e equilibrada. Isso não é difícil levando em conta sua versatilidade, já que pode ser utilizado em diversos tipos de receitas.   
 
Para promover seu consumo, a comissão promove o Dia Internacional do Ovo, comemorado na segunda sexta-feira de outubro, desde 1996, com a organização de concursos, demonstrações culinárias, festivais, lançamento de livros e brincadeiras infantis, entre outras atividades. Participam também restaurantes que oferecem pratos especiais.
 
"Adoro ovos fritos com batata. É um almoço rápido e ótimo. Acho interessante abrir um restaurante monotemático onde poderemos apresentar o ovo em diferentes sabores e texturas porque é muito versátil", explicou à Agência Efe o chef Lúcio Blázquez.
 
EFE