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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Farmácia do município incinerava medicamentos que ainda podiam ser utilizados pela população

Foto ilustrativa
Representantes da 5ª e da 7ª Promotorias de Justiça do Ministério Público do Estado de Rondônia, com atribuições na defesa da probidade e da saúde, respectivamente, realizaram na segunda-feira (30/12/2013) inspeção na Divisão de Farmácia do Município de Porto Velho

A inspeção foi motivada por denúncia de que medicamentos ainda dentro do prazo de validade estão sendo encaminhados para incineração. Segundo a denúncia, a inutilização de medicamentos que ainda poderiam ser úteis à população se dá pela falta de condições ideais de armazenamento.

Como não podem ser armazenados adequadamente, os medicamentos são encaminhados para incineração, configurando-se assim má gestão de recursos públicos pelos responsáveis, fato que se torna mais grave porque os recursos em questão são medicamentos, que poderiam ser usados em prol da população.

Presentes ao local, o Promotor de Justiça Alzir Marques Cavalcante Júnior, da 5ª Promotoria de Justiça (Probidade), e integrantes da 7ª Promotoria de Justiça (Saúde), constataram que, de fato, medicamentos ainda servíveis são encaminhados para incineração. Instado pela equipe do Ministério Público sobre a situação, o farmacêutico Eudes Costa de Souza, chefe da Divisão de Farmácia da Prefeitura de Porto Velho, comprometeu-se a enviar aos Promotores de Justiça, no prazo de 5 dias, relação dos medicamentos disponíveis na Farmácia, contendo os prazos de validade, para posterior orientação quanto ao armazenamento e destinação ideal dos itens, bem como as formas de responsabilização dos gestores da Farmácia.
 
O Observador - RO

Orientações sobre Planejamento Familiar nos centros de saúde

Casais que desejam orientações sobre planejamento familiar (conjunto de ações que permitem escolher quando ter ou não filhos) contam com profissionais capacitados em todas as unidades da atenção primária da Secretaria de Saúde para orientar sobre a regulação da fecundidade e informar sobre todos os métodos contraceptivos disponíveis na rede      
 
"O enfermeiro das unidades explica todos os métodos contraceptivos disponíveis na rede pública de saúde. Assim, o casal decidirá qual o melhor para ele", informou a diretora de Atenção Primária à Saúde de Samambaia, Paula Garcia de Araújo.      
 
O planejamento familiar é direito de todo cidadão, conforme estabelece a Lei n° 9.263, de 12 de janeiro de 1996, que regula o § 7º, do artigo 226 da Constituição Federal. De acordo com a lei, o planejamento é orientado por ações preventivas e educativas, que garantem acesso igualitário a informações e métodos disponíveis para a regulação da fecundidade.      
 
Os métodos químicos (anticoncepcionais injetáveis, orais, dispositivo intrauterino ? DIU) e métodos de barreiras (preservativos) são considerados reversíveis e podem ser obtidos gratuitamente nas unidades básicas de saúde da SES.      
 
Em Samambaia, os usuários dos quatro centros de saúde e das quatro clínicas da família contam com as orientações das equipes, além do ambulatório de planejamento familiar no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), que atende uma média de quinze pessoas por semana.      
 
No Centro de Saúde n° 3, cada equipe realiza reuniões educativas mensalmente ou conforme a demanda, que são palestras a respeito do planejamento reprodutivo.      
 
"Durante as reuniões são abordados vários aspectos da saúde íntima da mulher e do homem, métodos contraceptivos disponíveis na rede, gravidez (ter ou não ter filhos), além de questões como a higiene íntima, sexualidade, importância do preservativo, entre outras", explicou a chefe do Núcleo de Enfermagem do Centro de Saúde n° 3, Célia Regina da Costa Silva.      
 
A palestra abrange informações sobre todos os métodos, como os naturais (avaliação da temperatura, do muco cervical, a famosa tabelinha, entre outros), métodos químicos e os definitivos.      
 
Aqueles casais que, mesmo após assistir à palestra, optam pelos métodos chamados definitivos, como a vasectomia, laqueadura e a inserção do essure (método que esteriliza a mulher sem nenhum procedimento cirúrgico) são encaminhados para o HRSam, onde funciona o ambulatório de planejamento familiar, nas terças-feiras, no período da manhã.      
 
O casal que chega ao ambulatório precisa comprovar a participação na palestra, apresentar termo de consentimento e ata de conferência registrada em cartório, que são documentos obrigatórios. Além disso, para a esterilização voluntária é necessário ter mais de 25 anos de idade ou, no mínimo, dois filhos vivos, entre outras observações.      
 
Para a ginecologista do ambulatório do HRSam, Claudimary Bezerra de Lima , é preciso que os casais ou as mulheres procurem orientação nas unidades da atenção primária. "Lá eles vão receber todas as orientações sobre os métodos, assim como poder planejar quando ter filhos ou não, prevenindo assim, a gravidez indesejada. Muitas também não sabem usar o anticoncepcional de forma adequada", alertou a médica.      
 
Os casos de laqueadura e inserção do essure são encaminhados atualmente para o Hospital Materno-Infantil de Brasília (HMIB). Já as vasectomias são realizadas no próprio HRSam, que registrou no mês de novembro 56 procedimentos.      
 
Planejamento Familiar
O artigo 226, § 7° da Constituição Federal dispõe sobre o planejamento familiar, estabelecendo-o de livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos necessários.      
 
A Política Nacional de Planejamento Familiar criada pelo governo federal, em 2007, prevê a distribuição gratuita de preservativos ? que no Distrito Federal estão disponíveis em todas as unidades básicas da rede pública de saúde ? e a venda de anticoncepcionais a preços reduzidos na Farmácia Popular. Nas unidades da SES há o fornecimento gratuito também de anticoncepcionais.      
 
De acordo com o Ministério da Saúde, são disponibilizados atualmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) oito tipos de contraceptivos, sendo que os mais procurados são a pílula anticoncepcional e o dispositivo intrauterino (DIU).      
 
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre 1972 e 1994, os programas de planejamento familiar foram responsáveis pela redução de um terço da fecundidade no mundo.      
 
Abaixo alguns dos requisitos que permitem a esterilização voluntária, conforme prevê a Lei n° 9.263, de 12 de janeiro de 1996, em seu artigo 10:     

- Homens e mulheres com capacidade civil plena, maiores de 25 anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos vivos;     

- Observar o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico;     

- Risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro concepto, testemunhado em relatório escrito e assinado por dois médicos;     

- Na vigência de sociedade conjugal, a esterilização depende do consentimento expresso de ambos os cônjuges;     

- A esterilização em pessoas absolutamente incapazes somente poderá ocorrer, mediante autorização judicial, regulamentada na forma da Lei.       
 
Agência Saúde DF

Estudos advertem: dar risada pode ser prejudicial à saúde

Rir demais pode levar a crises de asma, incontinência urinária e perfuração no esôfago
Rir demais pode levar a crises de asma, incontinência urinária e perfuração no esôfago
Bem a tempo de proteger os pacientes dos perigos do excesso de alegria no fim do ano, uma nova revisão de pesquisas acadêmicas publicada em uma revista médica britânica descreve os efeitos negativos da risada
 
Entre os alertas divulgados: a força do riso pode deslocar mandíbulas, propiciar o surgimento de hérnias e causar ataques de asma e dor de cabeça. As risadas podem causar arritmia cardíaca, desmaios e enfisema (esse último, de acordo com um estudo publicado em 1892).
 
Além disso, a risada pode causar as síndromes raras e perigosas como a de Pilgaard-Dahl e de Boerhaave (veja as explicações abaixo). E não se esqueça do impacto aterrorizante do riso prolongado no trato urinário (detalhado em um artigo publicado pela Lancet em 1982, intitulado "Giggle Incontinence", ou Incontinência do Riso, em tradução literal).
 
Na pior das hipóteses, a nova revisão pode ser uma boa notícia para quem vive de cara fechada. Se 2013 foi o ano dos hipocondríacos, os autores do estudo dão a entender que 2014 será o ano dos pacientes saudáveis de mau humor.
 
Revisão 
A análise, intitulada "Laughter and Mirth (Methodical Investigation of Risibility, Therapeutic and Harmful)" (O riso e a investigação metódica da risada terapêutica e prejudicial, em tradução livre), recorreu a cerca de 5.000 estudos. Ela foi publicada na revista BMJ, antigamente conhecida como The British Medical Journal, que publica há muito tempo artigos com pesquisas minuciosas sobre assuntos divertidos nas edições de fim de ano. O subeditor da revista, Tony Delamothe, afirmou que o estudo foi revisado por pares - provavelmente por um médico com o senso de humor cuidadosamente controlado.
 
Este ano, a edição de Natal também inclui os artigos: "Were James Bonds drinks shaken because of alcohol induced tremor?" (Os drinques de James Bond eram batidos por conta de tremores causados pelo alcoolismo?), "The survival time of chocolates on hospital wards: covert observational study" (O tempo de sobrevivência dos chocolates nas alas hospitalares: um estudo observacional secreto), e "Operating room safety: the 10 point plan to safe flinging" (Segurança na sala de operação: um plano em 10 passos para um arremesso seguro), que apresentava precauções como: "Antes de arremessar, identifique o alvo e a área atrás dele", e "nunca arremesse um instrumento para o alto".
 
Na primavera passada, os coautores do estudo,  Robin E. Ferner, professor honorário de farmacologia clínica na Universidade de Birmingham, e Jeffrey K. Aronson, associado de farmacologia clínica em Oxford, especializado no estudo dos benefícios e malefícios de remédios, conversaram sobre qual relação de dano e benefício poderiam explorar para conseguir a vaga disputada na capa da edição de Natal da BMJ. De acordo com Delamothe, o BMJ recebe quase 120 artigos e aceita em torno de 30.
 
Ferner e Aronson pensaram em alimentos de fim de ano, por exemplo, mas suas preferências eram muito diferentes. "Ele gosta de vinhos doces, eu prefiro os secos", explicou Ferner. Então os dois encontraram uma causa em comum, "já que nós dois gostamos de um humor sardônico".
 
Eles limitaram os artigos que mencionam o riso a um total de 785, colocando-os em três categorias: benefícios (85), danos (114) e condições que causam riso crônico (586).
 
A questão chegou em boa hora, argumentaram, já que o BMJ não havia abordado o riso de forma séria há mais de um século. Em 1898, a revista havia publicado o estudo de caso do ataque cardíaco de uma menina de 13 que riu por tempo demais. No ano seguinte, o problema do riso foi levantado novamente quando o autor de um editorial escreveu em resposta à sugestão de um médico italiano de que as piadas poderiam ser usadas como tratamento para a bronquite, propondo um o termo "gelototerapia". (Gelos era o deus grego do riso; em italiano, gelato significa sorvete.)
 
Demorou até que o riso ganhasse força como terapia: Em 1928, a revista científica The Journal of the American Medical Association deu pouca atenção ao livro de James J. Walsh, "Laughter and Health" (Riso e saúde, em tradução livre).
 
Os danos, no entanto, foram observados com atenção. Uma discussão publicada em 1997 sobre a síndrome de Boerhaave, uma perfuração espontânea do esôfago, um evento raro e potencialmente letal, mencionou ser o riso uma de suas causas comuns.
 
Além disso, existe também a misteriosa síndrome de Pilgaard-Dahl, identificada em um artigo de 2010 como um pneumotórax induzido pelo riso que afeta homens fumantes de meia idade. O nome é uma homenagem aos comediantes dinamarqueses Ulf Pilgaard e Lisbet Dahl.
 
"Não acredito que dinamarqueses sejam terrivelmente engraçados e depois de assistir algumas de suas apresentações no YouTube, continuo sem acreditar, embora eu obviamente não fale dinamarquês", afirmou Ferner.
 
Existem outras ameaças respiratórias causadas pelo riso, afirmou. A ruptura dos alvéolos (pequenos sacos de ar dentro do pulmão, que geralmente contem cerca de 600 milhões cada): "Se você fizer uma pessoa asmática rir com vontade é melhor que eles estejam com um inalador ao lado", afirmou Ferner. (Isso com base em 1936 experimentos em torno do mecanismo do riso em pessoas asmáticas.)
Além disso, há o perigo de engasgamento, como durante a ingestão de alimentos durante risadas intensas.
 
Custo-benefício
A análise adotou uma abordagem equilibrada e de custo-benefício em relação ao riso, dando destaque às vastas evidências de seus efeitos salutares. Concluiu-se com ela que os benefícios do riso incluem a diminuição da raiva, da ansiedade e do estresse; uma queda na tensão cardiovascular, na concentração de açúcar no sangue e no risco de infarto do miocárdio. "O equilíbrio entre os benefícios e os danos é provavelmente favorável", afirmam os autores.
 
Estudos recentes concluíram que o riso "reduz a arteriosclerose" e "melhora a função endotelial". Além disso, um estudo realizado em 2008 com pacientes portadores de doenças pulmonares obstrutivas crônicas concluiu que o riso inspirado pelo palhaço Pello ajudava a melhorar a função pulmonar.
 
A ajuda de palhaços foi observada e adotada pela medicina, mas um estudo deixou Ferner de queixo caído. Um estudo de fertilidade realizado em 2011 relatou que quando um palhaço vestido de chef de cozinha divertia as candidatas a mamães por 12 a 15 minutos depois da fertilização in vitro e da transferência dos embriões, a taxa de fecundidade era de 36%, se comparada aos 20% entre o grupo de controle que não foi animado pelo palhaço.
 
"Por que um chef de cozinha?", questionou Ferner sem entender.
 
Apesar dessa observação ampla da literatura médica sobre o riso, Ferner sentiu que ainda havia um território mal explorado. "Não sabemos até que ponto o riso é seguro. Provavelmente existe uma curva em forma de U: o riso é bom para você, mas em quantidade extrema ele talvez faça mal. Mas isso não chega a ser um problema na Inglaterra", afirmou.
 
Ainda assim, se você deseja acompanhar a análise do riso ou outros estudos publicados nas edições de Natal da BMJ, o risco de uma crise de riso - desde risadinhas, a suspiros e gargalhadas - pode ser perigosamente alto. Não diga que não avisamos.

BOL

Medicamento para hemofilia será produzido no Brasil

A implementação de um medicamento de alta tecnologia utilizado para o controle de sangramentos em pacientes com Hemofilia A foi oficialmente divulgada
 
Atualmente o SUS já distribui o Fator VIII plasmático (feito à partir de plasma humano), e com a incorporação da nova tecnologia, passará a distribuir também o Fator VIII recombinante, feito à partir de tecnologia de engenharia genética (independente de doação de sangue).
 
Para a presidente da FBH (Federação Brasileira de Hemofilia), Tânia Maria Onzi Pietrobelli, a transferência de tecnologia utilizada para a produção do medicamento é um grande avanço para o tratamento das pessoas com hemofilia A. "O fator recombinante vai suprir a demanda de fator VIII necessária para garantir os tratamentos de profilaxias primária, secundária, imunotolerância e aumento da Dose Domicilar implantados pelo Ministério da Saúde, pois o material utilizado não depende ou não é dependente de doações de sangue", destacou. 
 
O Fator Recombinante é a tecnologia mais avançada do mundo, utilizada na maioria dos países europeus e nos Estados Unidos. "A produção do recombinante simboliza o marco da grande mudança do tratamento da hemofilia no Brasil. Passamos do tratamento de sobrevivência (tratamento por demanda) para a tão sonhada prevenção, o tratamento profilático", enfatiza a vice-presidente da FBH, Mariana Battazza Freire.
 
Doença
A hemofilia é uma doença hemorrágica, de herança genética que, se não tratada preventivamente (profilaxia), leva à perda de mobilidade do paciente. Traumas - até os mais leves que ocorrem na vida de qualquer criança - podem causar hemorragias graves e que ameaçam a vida ou causam sequelas nos pacientes sem a profilaxia.
 
Atualmente, 16 mil hemofílicos são assistidos pelo SUS, 11 mil deles com hemofilia A e B. Desse total, 3,5 mil são portadores da forma grave da doença, caracterizada por sangramentos em uma mesma articulação, que pode levar ao dano articular e em alguns casos à invalidez, segundo informações do Ministério da Saúde. Para evitar este  dano articular irreversível e a invalidez, a FBH lutou para conquistar junto ao MS o tratamento de profilaxia, que consiste na aplicação do fator coagulante, 2 ou 3 vezes por semana, antes da ocorrência da hemorragia.

Labor News

O poder do Jaborandi

O poder do Jaborandi
Foto: Reprodução
O Jaborandi, ou Jaborandi do Maranhão, é assim chamado por aparecer em grande escala neste estado da região nordeste do Brasil. A reputação desta planta diz que suas folhas possuem o maior índice de alcaloide, e isto já foi comprovado em diversos testes de laboratório.
 
Esta pequena árvore pode chegar aos 10 metros de altura, mas o mais comum é ser encontrada em forma de arbusto. Suas folhas são compostas, seu tronco é levemente tortuoso e apresenta uma copa bastante longa. Apresenta inflorescências terminais e a planta floresce praticamente o ano inteiro.
 
Essa planta já vem sendo utilizada no Brasil há muito tempo, por conta de suas inúmeras propriedades  medicinais. Índios e caboclos costumavam preparar um chá das folhas de Jaborandi que apresenta maravilhosas características diuréticas. Após estudar a cultura indígena, a ciência reconheceu a eficiência de muitas das suas plantas medicinais e passou a utilizar na medicina moderna, o Jaborandi foi uma delas.
 
O Jaborandi é indicado para:
 
- Ajudar a movimentar o intestino;
 
- Estimula o peristaltismo, além das glândulas pancreáticas e gástricas;
 
- Combater os sintomas da artrite;
 
- Trabalha contra a desordem ocular, diminuindo a pressão intraocular e contraindo a pupila (quando usado em forma de colírio);
 
- Estimular a produção de lágrimas, suor e secreção salivar;
 
- Casos de glaucoma;
 
- Curar gripes e aliviar os sintomas;
 
- Combater queda de cabelo, caspa e seborreia (quando usado externamente);
 
- Aliviar os sintomas da laringite;
 
- Diminuir a febre;
 
- Curar casos como asma e bronquite.
 
Receita de chá de jaborandi
  1. Coloque em uma chaleira 3 colheres (sopa) de folhas de Jaborandi picadas junto com 1 litro d’água;
  2. Deixe no fogo por 3 ou 4 minutos. Assim que começar a ferver, desligue;
  3. Deixe o chá de repouso por aproximadamente 10 minutos;
  4. Coe e adoce com mel;
  5. Tome de 2 a 3 xícaras deste chá por dia.
OBS: Para o uso externo, que previne queda de cabelo, caspa e seborreia, basta aplicar o chá no couro cabeludo e deixa-lo fazer efeito por uns 5 minutos. Depois é só lavar o cabelo normalmente. Para acelerar o processo, tente usar shampoo e condicionador antiqueda ou anticaspa.
 
Cuidado!
O uso excessivo pode causar intoxicação, resultando em cólicas, vômitos, diarreias, dificuldades respiratórias e diminuição dos batimentos cardíacos. Irritação ocular também pode ocorrer, apesar de ser mais difícil. O consumo do chá desta planta é contraindicado para mulheres que estão em gestação ou amamentando.
 
Garota Beleza