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quarta-feira, 21 de maio de 2014

10 doenças causadas pela falta de vitamina D

Foto: Reprodução
Consumir alimentos que contêm a vitamina é importante para
 fugir de doenças
Sol é principal sintetizador de vitamina D. Consumir alimentos que contêm a vitamina é importante para fugir de doenças
 
Quem nunca ouviu alguém contar que está com falta de vitamina D? Pois é, o uso ininterrupto do protetor solar tem protegido a pele, mas deixado o organismo órfão da vitamina que ajuda na saúde dos ossos e até no bom funcionamento da mente. 
 
Isso porque a vitamina D só é absorvida adequadamente com a exposição da pele direto ao sol, completamente livre de outras barreiras. Especialistas recomendam que haja uma exposição sem protetor solar por 15 minutos diariamente, fora dos horários de sol a pino (o ideal é se expor até as 10h e depois das 17h).
 
Com isso, o corpo conseguirá sintetizar a vitamina essencial para a manutenção do corpo humano e o desenvolvimento de um novo, no caso da gravidez.
 
E lembre-se, o 'sol em gotas', como é apelidado a suplementação de vitamina D só deve ser consumido sob orientação médica, pois, assim como a carência, o excesso dessa vitamina pode gerar problemas sérios.
 
Conheça 10 problemas causados pela falta de vitamina D:
 
- Artrite reumatoide: estudos demonstraram que a falta de vitamina D é fator de risco
 
- Autismo: um estudo sueco descobriu que a falta de vitamina D está ligada ao nascimento de crianças com autismo
 
- Asma: estudos demonstraram que a baixa taxa de vitamina D no organismo pode levar à asma
 
- Depressão: a falta da vitamina D durante a adolescência pode levar à depressão
 
- Esquizofrenia: bebês que nasceram com baixa dose de vitamina D têm duas vezes mais chance de desenvolver esquizofrenia, mostrou um estudo australiano
 
- Fragilidade óssea: como a osteomalácia e o raquitismo
 
- Fraqueza muscular: os músculos precisam da vitamina para desempenhar suas funções. Com a falta delas, a fraqueza toma conta
 
- Osteoporose: a falta de vitamina D está ligada à osteoporose em idosos
 
- Pressão alta: até para controlar a famigerada hipertensão a vitamina que vem do sol é importante
 
- Problemas cardiovasculares: quantidade insuficiente de vitamina D está ligada ao risco dobrado de doenças do coração, mostrou um estudo americano
 
iG

Grã-Bretanha lança megaestudo para avaliar riscos do celular à saude de crianças

Thinkstock Photos
Estudo vai monitorar capacidade cognitiva de 2.500 crianças
 de 11 e 12 anos até 2017
A teoria dos pesquisadores é de que o cérebro das crianças pode ser mais suscetível por ainda estar em desenvolvimento
 
A Grã-Bretanha está lançando uma ampla pesquisa para averiguar se celulares e outras tecnologias sem fio afetam o desenvolvimento mental de crianças.
 
O estudo - financiado por governo e indústria - vai monitorar 2.500 crianças de 11 e 12 anos. Serão feitos testes de sua capacidade cognitiva - como habilidades de pensamento, memória e atenção – que depois serão repetidos em 2017, para comparação.
 
Segundo a Organização Mundial de Saúde, pesquisas nesta área são de "máxima prioridade".
 
Mais de 160 escolas secundárias ao redor de Londres vão receber convites para inscrever alunos para o estudo. Os pesquisadores dizem que "muito pouco" se sabe sobre o impacto que essas tecnologias têm sobre as crianças.
 
Grande parte da investigação sobre o uso de celulares tem se concentrado em adultos e, em particular, no risco de câncer no cérebro. Nenhuma evidência de dano foi identificada até a agora.
 
No entanto, o serviço de saúde britânico, o NHS, aconselha que crianças com menos de 16 anos usem telefones celulares apenas quando for essencial.
 
Escolhas melhores
A teoria dos pesquisadores é de que o cérebro das crianças pode ser mais suscetível por ainda estar em desenvolvimento. 
 
Esta pesquisa - liderada pelo Imperial College London - vai colocar essa ideia à prova, analisando dados das operadoras e questionando as crianças e seus pais sobre o uso de telefones celulares e dispositivos sem fio, como tablets.
 
A faixa etária de 11 a 12 anos é particularmente importante porque muitas crianças ganham celulares nessa idade na Grã-Bretanha, quando iniciam o ensino secundário. Cerca de 70% de integrantes desse grupo de idade possuem um celular.
 
Segunda a pesquisadora que lidera o estudo, Mireille Toledano, o conselho aos pais é baseado no princípio da precaução, dado que não há qualquer conclusão ainda sobre se os celulares causam ou não danos.
 
Ela diz que o estudo é importante para que o governo possa adotar políticas melhores e pais e filhos tenham mais informações para fazer suas escolhas.
 
BBC Brasil / iG

Conheça a dieta da fertilidade

Getty Images
Salada: tomate e verduras verdes ajudam na produção dos hormônios
 ligados à fertilidade
Veja quais alimentos priorizar para melhorar a saúde e aumentar suas chances de engravidar
 
Os médicos já conhecem de longa data a relação entre a infertilidade e o peso. Mulheres muito magras têm mais dificuldades para engravidar, assim como quem está acima do peso e quer realizar o sonho da maternidade.

“O maior volume de tecido adiposo aumenta a conversão do estrogênio em androgênio, que limita a ovulação. As mulheres muito gordinhas param de ovular”, explica o endocrinologista e nutrólogo João Cesar de Castro. Reduzir o índice de massa corpórea é suficiente para que a mulher voltar a ter ciclos normais.
        
Mesmo para quem está dentro do peso ideal, existem alimentos que podem contribuir para a fertilidade, enquanto outros podem prejudicá-la. Gorduras saturadas e frituras devem ficar fora do cardápio.
 
“Evite a gordura trans sempre que possível e opte por alimentos feitos com óleo vegetal não hidrogenado”, recomendam os pesquisadores de Harvard Jorge E. Chavarro e Walter C Willet, no livro “A dieta da Fertilidade” (Ed. Alegro). A quantidade de sódio deve ser reduzida para evitar um possível aumento de pressão.
 
“A pressão alta reduz o índice de ovulação”, diz João.

A alimentação também contribui para uma boa produção de hormônios envolvidos com a fertilidade. Quem quer engravidar não pode deixar de incluir na dieta quatro unidades diárias de castanha do Pará.
 
“A fruta tem a quantidade ideal de selênio e manganês”, indica o nutrólogo.
 
Embora uma alimentação com baixo teor de gorduras saturadas ofereça muitos benefícios à saúde no decorrer da vida, uma ou duas porções de leite integral ou de outros laticínios integrais podem melhorar a ovulação, ensinam os pesquisadores.
 
O endocrinologista e nutrólogo João Cesar de Castro recomenda uma dieta com bastante verduras, principalmente as verde-escuras.
 
“Elas têm uma ótima quantidade de vitamina C e são ricas em ferro e ácido fólico. A couve, o brócolis e o espinafre são ótimas opções e devem ser consumidas duas vezez ao dia”, diz.
 
O médico também indica frutas, que têm potássio, vitamina E e do complexo B. “Essas substâncias são importantes para a produção dos hormônios”, afirma.
 
O tomate também deve ter destaque porque tem bastante licopeno, um antioxidante que evita a displasia mamária. Frutas vermelhas como o morango, a melancia e a amora também têm a mesma propriedade.
 
iG

Exame consegue estimar quanto tempo fértil a mulher ainda tem

Foto: Reprodução
Congelar óvulos é o plano B para quem tem baixa reserva
ovariana mas não deseja engravidar logo
‘Check-up da fertilidade’ consegue mensurar reserva ovular e indica necessidade de engravidar rápido ou congelar os óvulos
 
Até quando uma mulher pode engravidar sem precisar de ajuda médica e tratamentos como inseminação artificial e fertilização? A dúvida, que acomete uma parcela cada vez maior da população feminina, já tem algumas respostas. Uma delas é o exame de reserva ovariana.
 
O teste, que mede o hormônio antimülleriano, é uma medida fiel de quantos óvulos a mulher ainda tem. A partir do resultado, não é possível medir exatamente em meses ou anos quanto tempo a mulher ainda estará com a fertilidade em alta, mas é possível saber se como está a reserva de óvulos. 
 
A partir da quantidade de óvulos, o ginecologista vai dizer se é hora de se apressar ou ainda dá tempo de esperar mais um pouquinho antes de engravidar. Quem decide esperar, deve repetir o exame depois de dois anos, como forma de acompanhamento.
 
O teste é como um exame de sangue comum, podendo ser feito em qualquer dia do mês, independentemente do ciclo menstrual e uso de pílula anticoncepcional. O exame - não subsidiado por convênios nem pelo SUS - custa de R$ 300 a R$ 700 em laboratórios.
 
A ginecologista e obstetra Graciela Morgado explica que o exame é recomendado apenas a partir dos 30 anos. “Às vezes uma mulher de 30 anos está começando a vida profissional, não é casada e nem tem namorado. Avaliamos quanto tempo ela pode esperar”, explica Graciela. “Às vezes ela já tem uma baixa reserva ovariana. Então avisamos que, se ela não puder ou não quiser ter filhos logo, é melhor que congele seu óvulo para garantir e fazer a fertilização no momento em que desejar ser mãe”.
 
"Óvulos envelhecem. A mulher pode ter o rosto de uma pessoa bem mais nova, mas os óvulos continuam sentindo o peso da idade", explica Graciela. Ela acrescenta que congelar óvulos aos 30 anos é melhor do que mais tarde, porque os óvulos ainda estão na fase jovem. “Ela poderá ter o filho aos 40, mas sem o aumento de risco de síndromes, que cresce depois dos 35 anos”, detalha.
 
Graciela explica que a mulher nasce com todos os óvulos que vai usar na vida. E começa a perdê-los. Ainda na barriga da mãe, ela carrega cerca de 6 a 7 milhões de óvulos. No momento do nascimento, esse valor decai para 400 mil. Quando ela chega na puberdade, ela está com 300 mil, em média. E a partir de então, a queda continua.
 
A cada menstruação a mulher recruta cerca de 500 óvulos, independente se toma pílula anticoncepcional ou não. “É um mito achar que pílula anticoncepcional preserva os óvulos. A mulher não estoca óvulos. No caso da pílula, ela ‘recruta’ esses óvulos mas não ovula. Esses pequenos folículos que foram recrutados vão se degenerando e murchando”, exemplifica Graciela, que também é membro da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
 
Outra preocupação das mulheres que menstruaram cedo (antes dos 12 anos) é a ‘perda de óvulos’ precoce. Segundo a ginecologista da Febrasgo, não há mudanças. “Só se a mãe da mulher tiver tido uma menopausa precoce, aí ela pode ter uma tendência a ter baixa reserva ovariana mais cedo também. Mas nem sempre essa tendência se concretiza”, acalma a médica.
 
Para aquelas que têm ovários policísticos, uma boa notícia: Graciela explica que há estudos que mostram que essa condição – que consiste em uma dificuldade de ovular – podem resultar até em uma ótima reserva ovariana.
 
iG

Maioria das mulheres não larga o celular nem para namorar

Fernanda Carvalho / O Tempo
Enrascada. Carla admite que preferiu mentir para o pai ao atender
uma ligação dele enquanto saía de um motel com um gatinho
Membros da família são os que mais levam as moças a pegar o aparelho
 
Uma recente pesquisa do site de relacionamentos ParPerfeito revela: as mulheres não resistem ao chamado do celular, nem durante um encontro. A enquete, feita com 1.300 usuários, descobriu que 64,5% delas já atendeu ao celular em um “date”, contra 39,1% deles.  
 
O maior chamariz das mulheres ao telefone é a família. Dentre as participantes da pesquisa, 54,8% afirmou já ter interrompido um encontro romântico para atender à ligação de um familiar. Entre os homens, esse percentual foi de 28,8%.
 
O psiquiatra Jairo Bauer, consultor de relacionamentos do ParPerfeito, tem uma explicação. “Entre mulheres e homens, muitas vezes as mulheres têm filhos de outros casamentos, e sabemos o quanto essa questão é importante na vida delas. Os homens também podem ter filhos de outros relacionamentos mas, se ele está em um encontro e o filho liga, ele simplesmente escolhe falar com a criança mais tarde. A ocupação da mulher com a família é mais ampla do que a do homem, talvez isso nos ajude a entender (o resultado)”.
 
Mentira
Foi para atender à chamada, não de um filho, mas do próprio pai, que a relações públicas Carla*, 26, interrompeu um encontro com um gatinho. O problema, nesse caso, foi a circunstância: a moça estava saindo do motel quando, na verdade, deveria estar chegando em casa.
 
“Era para eu ter voltado para Belo Horizonte no ônibus de meio-dia e chegado às 16h, mas eu não voltei. Aí, meu pai me ligou para saber se eu havia chegado bem, mas, na verdade, eu estava saindo do motel no interior”, revela. Para não admitir para o pai onde estava, mentiu. “Inventei que, quando fui comprar passagem, não tinha mais e que estava na casa da minha tia”, conta aos risos.
 
Apesar do inconveniente, a própria Carla acredita que teria sido pior se, em vez de atender à ligação, ela tivesse ficado trocando mensagens. “Acho falta de educação. Mensagem, quando alguém responde, nem pede desculpa nem nada. Simplesmente ignora ou finge que está ouvindo o que a outra pessoa está falando”, diz.
 
De fato, as mensagens nos encontros incomodam bastante. Dentre os participantes da pesquisa do ParPerfeito, 62% das mulheres e 50,3% dos homens relataram já ter participado de um encontro em que o parceiro ou a parceira tivesse ficado mexendo no aparelho. Para Bauer, a atitude não é muito bem-vista. “O telefone, se você atender, você tenta ser breve e desliga. Já a mensagem, você fica ali digitando e deixa a outra pessoa com ‘cara de tacho’. Mensagem e rede social tem que deixar de lado”, recomenda.
 
*Sobrenome ocultado a pedido da entrevistada
 
Trabalho
 
Igualdade
Cerca de 9% de homens e de mulheres atendem ligações de trabalho. “Isso marca mudança de comportamento, as mulheres estão mais presentes no local de trabalho”, diz Jairo Bauer.
 
Quem está no local merece a prioridade
A presença dos celulares tem sido uma crescente em todos os contextos. Nos encontros amorosos, principalmente, o apego ao aparelho pode significar que a pessoa não está tão focada no parceiro.
 
“Acho que pega muito mal a pessoa estar em um encontro (fisicamente) mas não estar (com a atenção voltada para o momento)”, opina o psiquiatra Jairo Bauer.
 
O pulo do gato, segundo ele, é o bom e velho bom senso. “Basta seguir as normas básicas de boa conduta e comportamento adequado. Se você está em um encontro, a pessoa que está com você merece a prioridade”, aponta. A regra pode ser extrapolada para outros contextos. “Tem que priorizar a pessoa que está com você, independente de ser um familiar, um amigo, um parceiro amoroso”, diz Bauer.
 
O Tempo