por Maria Carolina Buriti 24/03/2011 Primeiro 1.2.1 de Saúde discute as melhores práticas no atual momento de exapnsão do setor O diálogo entre o departamento de T.I e a alta direção da empresa é um dos pontos chaves para o desenvolvimento da governança de T.I. Essa ação, muitas vezes, se dá por meio de comitês estruturados com a presença da diretoria e de membros do departamento de T.I facilitando assim a comunicação entre as duas pontas. A governança de TI foi o tema discutido pelo primeiro 1.2.1 Network Saúde, encontro realizado pela IT Mídia destinado exclusivamente para os executivos de T.I do setor. O evento ocorreu na manhã desta quinta-feira (24/03). Para assistir à reportagem, clique aqui: http://www.saudebusinessweb.com.br/webcasts/index.asp?categoria=&video=1981 http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76892
sexta-feira, 25 de março de 2011
1.2.1 Network Saúde discute Governança de TI nos hospitais
por Ana Paula Martins 24/03/2011 Para muitas insituições, dificuldade é se alinhar com as lideranças corporativas Deixar de ser um simples suporte para se tornar aliado estratégico dos gestores dos hospitais. Esse é o grande desafio que os gerentes de TI das instituições de saúde precisam enfrentar para tornar a área eficiente dentro da instituição. "Não existe governança em TI sem alinhamento com a governança corporativa e com os negócios. A proposta de se avançar nessa questão tem que partir do primeiro escalão", enfatizou o CEO da Convergence, Roberto Magalhães, em sua apresentação no 1.2.1 Network Saúde, realizado na manhã desta quinta-feira, 24, na sede da IT Mídia. O encontro reuniu 21 executivos de TI de hospitais. Mais do que alinhar pessoas, processos e recursos, ter índices de monitoramento, acordos de entrega, a Governança em TI precisa olhar para as estruturas do negócio do hospital, e contribuir para o crescimento. "Quando se está maduro em Governança em TI, as decisões e ações da área estarão sempre alinhadas com o planejamento estratégico da organização", destacou. Além das dificuldades, o consultor falou sobre as ferramentas disponíveis no mercado e que auxiliam na evolução da Governança em TI, como o Itil, o Cobit, o Val IT, Risk IT, e o PMBok, além das normas ABNT 20000, de melhores práticas; a 27000, de segurança da informação; e a 38.500, de Governança Corporativa de TI. "As normas já direcionam para a maturidade em Governança em TI. O importante é saber como utilizar cada ferramenta", destacou. Magalhães também comenta o distanciamento que muitas vezes existe entre a área de TI e a liderança dos hospitais, e para encurtá-la é necessário movimentações dos dois lados. "A direção precisa entender a necessidade de olhar para a TI estrategicamente. E a área de TI precisa também começar a entender de negócio, falar a mesma língua da gestão, e para isso, precisa se preparar, se capacitar", salientou. De acordo com o consultor, um primeiro passo para encurtar a distância, é criar comitês que envolvam diferentes áreas da instituição. "Dessa forma amplia a visão sobre a organização, e os projetos passam a ser de todos". http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76891
Audiência vai debater atividades privativas dos médicos
por Agência Senado 24/03/2011 Debate que envolverá entidades de classe ainda não tem data definida A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) vai realizar uma audiência pública para discutir proposta em tramitação no colegiado que define as atividades privativas dos médicos e as que podem ser realizadas por outros profissionais da área de saúde. Nesta quarta-feira (23), foi aprovado requerimento para a realização do debate, que ainda não foi agendado. Segundo o autor do requerimento, senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), a discussão é necessária "para conferir mais legitimidade ao projeto (PLS 268/02), já que se trata de um assunto que afeta diversas áreas no âmbito da saúde". Para o debate, serão convidados representantes de seis entidades ligadas ao setor da saúde: Conselho Federal de Medicina, Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Conselho Federal de Enfermagem, Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Nutricionistas e Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76875
Genzyme planeja aproveitar mercado emergente da Sanofi-Aventis
por Verena Souza, de Boston 24/03/2011 Produtividade e abrangência são os pontos chaves da integração Depois de muita negociação finalmente a aquisição da americana Genzyme pela francesa Sanofi-Aventis saiu em fevereiro deste ano pelo valor de US$ 20,1 bilhões. As companhias, agora, estudam as sinergias que podem ser geradas decorrentes da operação. De acordo com o vice-presidente da Genzyme, Rogério Vivaldi, a forte presença da Sanofi nos mercados emergentes é um dos aspectos a ser fortemente explorado pela Gezyme. Poucas mudanças foram definidas até o momento. O que já está acertado é que a Genzyme continuará com a identidade de sua marca, seguindo suas pesquisas biotecnológicas de forma separada - como um departamento da Sanofi. "A Sanofi-Aventis possui 110 mil funcionários pelo mundo e são muito fortes nos países emergentes. São cerca de três mil pessoas trabalhando na China por exemplo. Isso facilitará a aprovação de nossos produtos neste país estratégico. Estamos conduzindo as conversas com o espírito bem aberto em busca de maior produtividade e abrangência", disse Vivaldi. Com 28 anos de Genzyme, Henry Teermer deixou o cargo de CEO da companhia e passou a fazer parte do conselho direto do Christopher Viehbacher, atual CEO da companhia. Segundo Vivaldi, tal fato não acarretará impactos negativos, pois Teermer continuará atuante nos negócios da nova empresa. No ano passado, a farmacêutica americana faturou US$ 4 bilhões, enquanto a Sanofi registrou 3,8 bilhões de euros em vendas. "Nosso diferencial no mercado está na proximidade com os pacientes. Todos dizem isso,mas realmente vivenciamos isso no dia a dia. Como trabalhamos com doenças raras e específicas sabemos os nomes de todos os nossos pacientes", enfatizou Vivaldi. As áreas de especialidade da Genzyme são: doenças genéticas, renal e endocrinológica, oncologia e hematologia, e biosegurança. No Brasil, segundoxx, o medicamento para Gaucher obteve reembolso do Ministério da Saúde antes mesmo da aprovação pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Recentemente, a organização firmou parceria com a Fiocruz para viabilizar estudos científicos para doenças como Malária, Tuberculose e Chagas. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76865
Brasil encolhe 4,4% em pesquisa clínica
por Verena Souza, de Boston (EUA) 24/03/2011 País é o 13 no ranking de atividades nessa área. Segundo o PhD em biomedicinaCe, Fabio Thiers, esta é a hora de avançar nos clínicos Os motivos não são claros. Segundo o CEO do Instituto de Pesquisa VIS e PhD em tecnologias biomédicas (Harvard e MTI), Fabio Thiers, uma das razões prováveis seria o menor índice de crescimento econômico em relação à China e Índia - regiões com grandes avanços em pesquisas clínicas. Os Estados Unidos lideram o ranking com 94,9 mil centros de estudos na área - o que representa 42% da força de pesquisas no mundo. Em segundo lugar está a Alemanha, com 13,252 mil centros ( 5.9%), seguida da França. Na 13. posição aparece o Brasil com 3,317 mil unidades de estudos, equivalente a 1,5% das pesquisas mundiais A China aparece em 18. lugar e a Índia em 11. Até 2005 tais nações não figuravam na lista de atividades clínicas. Cerca de US$ 70 bilhões são investidos por ano nesse ramo da medicina. No entanto, segundo Thiers, as informações clínicas ainda são muitos espersas e desorganizadas no mundo. Cenário no Brasil De acordo com o executivo, o governo brasileiro juntamente com a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) têm reconhecido a importância de entender o funcionamento de uma droga no corpo humano. A rede nacional de pesquisas clínicas no Brasil conta com 32 hospitais públicos efetivamente como, por exemplo, o Hospital das Clínicas de São Paulo e Escola Paulista de Medicina. Entretanto, o Instituto VIS está mapeando mais 320 outras entidades com algum tipo de iniciativa na área. Para se ter uma ideia, o Estado da Flórida, nos Estados Unidos, possui 1500 instituições envolvidas nesse tipo de pesquisa. Para Thiers, o Brasil possui condições favoráveis para se desenvolver no segmento devido à adequação de seus centros médicos e ao grande interesse privado na área biomédica. "É importante perceber que isso não é um aspecto periférico para a economia do País. É um trabalho de extrema importância, com impactos poderosos", afirmou. Dentre os benefícios por ele listados estão: adesão dos profissionais de saúde às boas práticas clínicas, aumento de produtividade científica, desenvolvimento dos cientistas brasileiros de dentro para fora do País, transferência de tecnologia e know how, acesso da população à medicina de padrão internacional, entre outros. Além dos macroeconômicos como criação de empregos, exportação de tecnologias e diminuição do défict da balança comercial em produtos biomédicos que, atualmente, está em US$ 10 bilhões anuais. Para explorar inúmeros benefícios é preciso também uma série de adequações, segundo Thiers, o fortalecimento e a agilização do sistema regulatório é um dos mais urgentes. A aprovação dos estudos em países como Estados Unidos e Canadá, por exemplo, demoram em média de 30 a 60 dias. Já no brasil, isso pode chegar a um ano. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76864
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