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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Muito cansado? Conheça 14 causas que podem estar por trás de sua fadiga

Fatores variam de problemas no coração até excesso de cafeína
 
O estresse do dia a dia e a necessidade de fazer diversas coisas ao mesmo tempo podem fazer a fadiga perturbar a rotina, o que torna difícil até mesmo atividades corriqueiras. No entanto, nem sempre essa fadiga quer dizer que você está precisando apenas de um descanso.
 
Confira o que pode estar por trás dessa sensação de cansaço incessante:
 
Pouco tempo de sono - Getty ImagesPouco tempo de sono
O período do sono serve para repor nossas energias. É nesse período que acontece a síntese de proteínas, fazendo com que o cansaço do dia desapareça. Assim, se não há o tempo de sono adequado, a fadiga bate à porta.

"A quantidade de sono necessária depende do cansaço físico e mental, da idade e até da genética de cada indivíduo. Em média, um adulto deve dormir entre sete e oito horas por dia", explica Shigueo Yonekura, neurologista e especialista em sono do Instituto de Medicina e Sono.

Para que o seu sono tenha qualidade, é necessário que ele passe por todos os estágios, sendo cinco ao todo. Os dois primeiros representam o sono superficial, consumindo entre 55 e 60% do tempo dormido. Nos estágios três e quatro, acontece o descanso "físico", que dura 20% do tempo. O quinto e último estágio ocupa os 20% restantes do tempo e nele acontecem os sonhos, considerados importantes para preservar a memória. 
                   
Apneia do sono - Getty ImagesApneia do sono
Esse distúrbio é caracterizado pelo fechamento repetitivo da passagem do ar pela garganta durante o sono, podendo interromper a respiração por até 40 segundos. Essas pequenas paradas fazem com que o indivíduo acorde durante a noite, interrompendo o sono. "Fadiga, falta de concentração, alteração de humor e perda de memória e libido são sintomas comuns de quem sofre de apneia", conta o neurologista Shigueo Yonekura.

Para detectar o problema, é necessário procurar ajuda médica, pois apenas exames em um laboratório de sono podem indicar o distúrbio. Em alguns casos, o tratamento se restringe à perda de peso, já que a gordura em excesso na região do pescoço estreita ainda mais a laringe, provocando a doença.  
 
Sedentarismo - Getty ImagesSedentarismo
Subir um lance de escadas e já ficar cansado é apenas um dos incômodos que a vida sedentária traz. É comum pessoas que não fazem nenhuma atividade física se sentirem fadigadas ao menor sinal de esforço.

Isso se deve à falta de condicionamento do sistema cardíaco, ou seja, o coração não bate saudável a ponto de mandar sangue para o corpo todo. Desse modo, explica o cardiologista João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz, por causa do acúmulo de ácido lático nos músculos, o sistema muscular acaba fraco.

Para resolver esse problema, não há outra solução: mexa-se! "O sedentário tem que se mexer, fazer caminhada, natação, hidroginástica", aconselha João Vicente, que lembra que a falta de tempo ou dinheiro não é desculpa para ficar parado. Descer do ônibus a dois ou três pontos de seu destino, caminhar até a padaria ou o banco, trocar o elevador pela escada são dicas valiosas para quem ainda insiste em dar desculpas. 
 
Anemia - Getty ImagesAnemia 
A sensação de fadiga pode estar ligada a essa doença, que nada mais é do que a diminuição da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo.

"Quem tem anemia acaba transportando menos substâncias, o que não é aceito pelo organismo. O coração exige mais trabalho, levando ao fracasso dos músculos", esclarece o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com tratamento, a fadiga desaparece completamente. 
 
Alergia ao glúten - Getty ImagesAlergia ao glúten
Quem possui essa alergia alimentar, segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, sente-se sem energia para nada. Ele explica que isso acontece porque a glutenina, proteína formadora do glúten, provoca uma irritação no intestino, diminuindo a absorção de outras substâncias. Por isso, é importante detectar rapidamente a alergia ao glúten. 
 
Consumo de café - Getty ImagesConsumo de café
Quem diria! A cafeína, conhecida por fornecer energia, pode ser o agente causador da fadiga inexplicável. Essa substância é termogênica, logo, obrigará teu organismo a gastar mais energia. No entanto, quando você não tem essa energia para gastar, tudo o que fica é o cansaço, a moleza... "Ela não dá energia, só estimula a gastar", sintetiza o nutrólogo José Alves Lara Neto. 
 
Desidratação - Getty ImagesDesidratação
O consumo de água adequado é vital para o bom funcionamento do organismo. Assim, o corpo desidratado está disfuncional. "A água serve pra manter a temperatura do corpo. Se você não toma muita água, o seu organismo vai esquentar e cansar muito rápido", conta o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Para saber qual é a quantidade certa de água que você deve consumir diariamente, multiplique seu peso por 0,03. Seguindo esse cálculo, uma pessoa de 70 quilos deve tomar, aproximadamente, 2,1 litros de água por dia. 
 
Cigarro - Getty ImagesCigarro
Mais um motivo para largar o cigarro: ele te cansa, e por vários motivos. O primeiro deles, segundo a pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, do Hospital do Servidor Público Estadual é que quem fuma tem maior concentração de monóxido de carbono no sangue, que compete com o oxigênio para fazer ligação com a hemoglobina. Assim, o fumante tem menor concentração de oxigênio correndo pelo sangue, o que dá a sensação de fadiga.

Outro motivo é que, entre os componentes do cigarro, estão alguns que aceleram o catabolismo - conjunto de reações metabólicas que liberam energia no organismo -, levando à perda desnecessária dessa energia. Além disso, a nicotina diminui a quantidade de oxigênio que chega à periferia do organismo, piorando o cansaço.

"Por último, quem fuma tem perda maior de função pulmão por causa da ação dos componentes do cigarro no órgão. Eles levam à inflamação dos brônquios, que ficam mais obstruídos. Vários componentes oxidantes destroem as ligações entre os alvéolos, causando enfisema pulmonar", completa a pneumologista, enfatizando que isso leva à fadiga. Se esse é o seu caso, não há saída além de apagar o cigarro.
 
Diabetes - Getty ImagesDiabetes
Quando mal controlada, essa doença também causa fadiga. O diabetes, explica o endocrinologista César Hayashida, do Hospital Santa Cruz, causa desequilíbrio no metabolismo, desequilibrando também a parte do controle de líquidos do corpo.

"Existe a deficiência relativa ou absoluta de insulina, então o metabolismo de nutrição não é feito de maneira adequada. Assim, há perda de liquido e desidratação", pormenoriza. Esse desarranjo é o grande responsável pela fadiga em portadores do distúrbio. Com o controle da doença, entretanto, a fadiga tende a melhorar consideravelmente. 
 
Distúrbios da tireóide - Getty ImagesDistúrbios da tireóide (hipotireodismo ou hipertireodismo)
Embora sejam dois distúrbios extremos, tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem causar fadiga, embora não da mesma forma. No caso do hipertireoidismo, o doente tem o metabolismo acelerado, o que faz com que seu corpo faça um esforço desnecessário. Assim, mesmo sem qualquer atividade física, seu coração baterá mais acelerado. Em dias quentes, ela sente cansaço equivalente ao da prática de atividade física.

Já no hipotireoidismo, acontece o contrário. "Como também há alteração no funcionamento do coração, a pessoa fica cansada sem fazer esforço", conta o endocrinologista César Hayashida. É como se tudo ficasse mais lento, até mesmo o cérebro, dificultando a execução de tarefas.  
 
Síndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia - Getty ImagesSíndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia
A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um mal sem causa identificada, comumente associada à fibromialgia, onde o quadro de cansaço não melhora nem com o descanso. É complicado, até mesmo para especialistas, separar essa síndrome da fibromialgia, que é uma síndrome de amplificação dolorosa não inflamatória e crônica de difícil diagnóstico. Isso porque a fadiga aparece na grande maioria dos casos de fibromialgia, que também pode estar relacionada a dores e distúrbios do sono do paciente.

"A fibromialgia é uma doença que tem a fadiga como um dos sintomas principais. Ao mesmo tempo, na síndrome da fadiga crônica, o principal sintoma também é a fadiga. Então, pode acontecer do paciente ter as duas doenças", conta Roberto Heymann, coordenador do ambulatório de fibromialgia da Unifesp.

A fadiga causada por esses distúrbios é arrebatadora. O doente já acorda de manhã muito cansado, o que piora durante o dia e, apesar de descansar, o cansaço não melhora. Se esse quadro persistir durante três meses, é importante procurar um reumatologista, que saberá diagnosticar. "A fibromialgia é um diagnostico de inclusão, ou seja, se o paciente preenche os critérios, ele tem. Na SFC, você tem que afastar outras doenças", explica Heymann, que reitera que, ao contrário de doenças virais ou autoimunes, nenhum dos dois distúrbios causa fadiga muscular, mas sim a falta de energia.

Embora ainda não exista tratamento adequado para essas síndromes, ele tem sido feito com o uso de antidepressivos, derivados de anfetaminas (para melhorar o quadro de falta de energia) e até mesmo GH (hormônio do crescimento), além de atividades físicas e medidas para a melhoria da qualidade de sono do paciente. 
 
Depressão - Getty ImagesDepressão
Para o depressivo, é ainda mais difícil conseguir forças para realizar qualquer atividade, até mesmo as mais corriqueiras. A extrema falta de energia e vontade é um dos principais sintomas da doença, que também incluem queda de concentração, alterações do apetite e sono e pensamentos negativos constantes.

Depressão é coisa séria e exige tratamento adequado, que envolve terapia e uso de medicação. "Em geral, a fadiga melhora com o uso de antidepressivos, principalmente os que aumentam a noradrenalina". 
 
Estresse - Getty ImagesEstresse
Nosso corpo tem um balanço de forças motivadoras e calmantes - os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico. Enquanto o primeiro faz com que você tenha força e vontade, o segundo está ligado à calma. Toda vez que o indivíduo passa por situações de estresse, há um descompasso desse balanço. "Se há predomínio da serotonina em relação à noradrenalina, há a fadiga", explica Sérgio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano. Se esse é o seu caso, está na hora de relaxar! 
 
Doenças cardíacas - Getty ImagesDoenças cardíacas
A fadiga é o primeiro sintoma que indica que algo não está bem com o seu coração. Quando ele está fraco ou dilatado, não bombeia o sangue com eficiência, causando a fadiga. Por isso, a fadiga é o primeiro sintoma de inúmeras doenças cardíacas: angina, infarto agudo do miocárdio, pós-infarto, artérias entupidas, pressão alta, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças valvulares, fibrilação atrial, entre outras.

"O sangue chega muito devagar em todas as partes do organismo, inclusive no cérebro, o que favorece o aparecimento do Alzheimer", alerta o cardiologista João Vicente da Silveira. Por isso, ele ressalta a importância do check-up, principalmente a partir dos 40 anos.  
 
Minha Vida

Ruivos têm maior risco de desenvolver forma grave de câncer de pele

Pesquisa revela que a mesma mutação genética responsável pelo cabelo vermelho também promove uma via causadora da doença
 
Pesquisadores da Harvard Medical School, nos EUA, descobriram que a ruivos são mais propensos a desenvolver uma forma grave do câncer de pele.
 
O estudo demonstra que a mesma mutação responsável pela cor avermelhada do cabelo também promove uma importante via causadora da doença.
 
A pesquisa revela que a descoberta da alteração no gene receptor de melanocortina-1 (MC1R) ajuda a explicar os mecanismos moleculares subjacentes ao risco de pessoas ruivas para desenvolver melanoma, proporcionando novas perspectivas para o tratamento e prevenção deste tipo perigoso de câncer de pele.
 
"Nesse estudo, nós demonstramos que a mutação MC1R-RHC promove a via de sinalização PI3K/Akt, quando um indivíduo de cabelos vermelhos é exposto à radiação UV", explica o coautor sênior Wenyi Wei.
 
PI3K/Akt é um caminho conhecido por causar câncer que tem sido implicado no câncer de mama, de ovário e de pulmão.
 
Trabalhos anteriores demonstraram que MC1R desempenha um papel fundamental na proteção de melanócitos de danos no DNA induzidos por UV. No presente estudo, a equipe quis entender como isso acontecia.
 
A equipe embarcou em uma série de experimentos tanto em culturas de células quanto em modelos de ratos. As experiências mostraram que, em circunstâncias normais, MC1R se liga a PTEN, gene supressor de tumor. PTEN age para proteger contra o câncer, sem PTEN, no entanto, o resultado final é uma maior sinalização na via P13K/Akt causadora de câncer.
 
A equipe então passou a demonstrar que mutações em MC1R-RHC encontradas em pessoas de cabelos vermelhos não tinham esse mecanismo de proteção. "Como resultado, após a exposição UV, vimos um aumento na destruição de PTEN em células de pigmento mutantes", afirma Wei.
 
A equipe verificou ainda que, nestas mesmas células de pigmento com MC1R-RHC, a atividade elevada de PI3K/Akt aumentou a proliferação celular e foi sincronizada com outra mutação causadora do câncer no gene BRAF.
 
Segundo os pesquisadores, a expressão da mutação no gene BRAF em melanócitos de camundongos portadores da mutação em MC1R levou a uma alta incidência de melanomas invasivos.
 
"Nossos resultados fornecem um possível mecanismo molecular que explica porque as pessoas de cabelos vermelhos que abrigam mutações em MC1R são muito mais suscetíveis a danos na pele induzidos por UV do que os indivíduos com pele mais escura", concluem os pesquisadores.
 
A equipe acredita que estes novos dados sugerem que os inibidores de drogas que visam a via de sinalização PI3K/Akt poderiam ser utilizados em combinação com Vemurafenibe, droga que tem como alvo a proteína oncogênica BRAF, para tratar pacientes com melanoma que têm tanto variantes BRAF quanto MC1R.
 
isaude.net

Tratamento com maconha pode curar depressão e doenças mentais

Tratamento com a droga pode levar à cura da depressão e de
 outras doenças mentais
Pesquisa confirma efeito do ingrediente THC sobre a resposta cerebral das pessoas a emoções e imagens negativas
 
Pesquisadores da Universidade de Utrecht, na Holanda, confirmaram o efeito da maconha sobre a resposta das pessoas a emoções e imagens negativas.
 
Os resultados indicam que o tratamento com a droga pode levar à cura da depressão e de outras doenças mentais.
 
Segundo os pesquisadores, o tetra-hidrocanabinóide (THC), principal componente psicoativo da planta cannabis, ativa o sistema endocanabinóide encontrado naturalmente no cérebro para alterar a resposta a imagens ou emoções negativas.
 
O estudo foi publicado na revista European Neuropsychopharmacology.
 
A equipe de pesquisadores testou um grupo de homens que eram usuários ativos da maconha. Para serem qualificados, eles tinham que ter usado a droga quatro vezes ou mais em um ano, mas não mais do que uma vez por semana.
 
O componente THC foi administrado a um grupo, enquanto outro foi dado a um placebo.
Os homens foram então convidados a imitar as imagens de expressões faciais 'boas' ou 'com medo', conforme visualizavam.
 
De acordo com o estudo, as pessoas que tinham THC na corrente sanguínea eram menos precisas em combinar as expressões faciais que remetiam ao medo.
 
No entanto, eles foram capazes de copiar perfeitamente aqueles que pareciam felizes.
 
Os resultados foram confirmados por exames de ressonância magnética dos cérebros dos homens que revelaram um efeito benéfico do THC em regiões cerebrais de processamento de emoção.
 
De acordo com o relatório, a administração de THC reduz o viés negativo no processamento emocional.
 
isaude.net

Consumo de carne vermelha em excesso desencadeia Alzheimer

Acúmulo de ferro, abundante na carne vermelha, pode causar danos oxidantes ao cérebro
Foto: Foxbury Farm
Acúmulo de ferro, abundante na carne vermelha, pode causar
 danos oxidantes ao cérebro
Descobertas de pesquisadores da UCLA desafiam o pensamento convencional sobre as possíveis causas do transtorno
 
O consumo excessivo de carne vermelha pode desencadear Alzheimer. É o que revela estudo de pesquisadores da Universidade da California, nos EUA.
 
Os resultados sugerem que o acúmulo de ferro, abundante na carne vermelha, pode causar danos oxidantes ao cérebro, que é particularmente vulnerável.
 
Segundo os pesquisadores, isso pode, por sua vez, aumentar o risco de doença de Alzheimer.
 
As descobertas desafiam o pensamento convencional sobre as possíveis causas do transtorno. A maioria dos pesquisadores acredita que a doença é causada por uma de duas proteínas, uma chamada tau e a outra beta amiloide.
 
Agora, o estudo sugere uma terceira possível causa: o acúmulo de ferro.
 
O líder da pesquisa, George Bartzokis e seus colegas analisaram duas áreas do cérebro de pacientes com Alzheimer. Eles compararam o hipocampo, que é conhecido por ser danificado no início da doença, e o tálamo, uma área que geralmente não é afetada até as fases tardias.
 
Utilizando técnicas de imagiologia cerebral sofisticadas, eles descobriram que a quantidade de ferro é aumentada no hipocampo e está associada a danos no tecido nessa área. No entanto, o aumento de ferro não foi visto no tálamo.
 
Segundo os pesquisadores, na presença de doenças tais como a doença de Alzheimer, conforme a estrutura das células se rompe, a quantidade de água aumenta no cérebro, o que pode mascarar a detecção de ferro. É difícil medir o ferro no tecido quando o tecido já está danificado. Mas a tecnologia de MRI utilizada neste estudo permitiu determinar que o aumento de ferro ocorre em conjunto com o dano tecidual. Descobrimos que a quantidade de ferro é aumentada no hipocampo e está associada a danos nos tecidos em pacientes com a doença de Alzheimer, mas não em indivíduos saudáveis mais velhos", afirma Bartzokis.
 
Assim, a equipe afirma que os resultados sugerem que o acúmulo de ferro pode contribuir efetivamente para a doença de Alzheimer.
 
isaude.net

Máscara respiratória para crises epiléticas em 20 segundos

Máscara respiratória será testada em pacientes com doença epiléptica
Foto: Aarhus University
Máscara respiratória será testada em pacientes com doença epiléptica
Equipamento tem potencial para prevenir e conter as crises convulsivas apenas através da regulação da respiração
 
Pesquisadores da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, desenvolveram uma máscara respiratória que pode revolucionar o tratamento de crises epilépticas.
 
O equipamento tem potencial para prevenir e conter as crises epilépticas apenas através da regulação da respiração.
 
A máscara respiratória, desenvolvida pelo estudante de doutorado Troels Johansen, vai, agora, ser testada em pacientes com doença epiléptica.
 
De acordo com os pesquisadores, a máscara tem potencial para parar um ataque epiléptico em 20 segundos, enquanto outras drogas levam até 5 a 10 minutos antes de funcionar.
 
Por meio de um saco de re-inalação e uma membrana especial, a máscara aumenta a quantidade de dióxido de carbono no ar inalado, sem que o paciente fique sem oxigênio. Isto tem um efeito imediato sobre o sistema nervoso e para o ataque epiléptico. Porque quanto mais convulsões, maior o risco de danos.
 
A máscara respiratória, chamada BalancAir, recebeu um prêmio por causa de seu grande potencial.
 
"O júri salientou que é um produto inovador, que é único no tratamento desta doença e, portanto, tem um enorme potencial de mercado", afirma Johansen.
 
A máscara está prestes a ser testada clinicamente em colaboração do Aarhus University Hospital em um grupo de pacientes com diferentes tipos de epilepsia.
 
isaude.net