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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Suco para TPM, alivia os sintomas

Suco para TPM, desincha e alivia o nervosismo da tensão pré-menstrual

Ingredientes do suco para TPM

- 3 folhas de agrião (diurético);

- 1/4 de beterraba (rica em magnésio, regula a serotonina);

- 1 fatia de abacaxi (estimula a digestão, diurético);

- 1 maçã com casca (Vitamina B6 e folato, que regula a serotonina);

- 1 colher de chá rasa de levedo de cerveja (tem vitamina B6, para o nervosismo);

- 200 ml de água
 
Como preparar o suco para TPM

Bata tudo no liquidificador. Beba o suco para tpm 2 vezes ao dia, 7 dias antes da menstruação, durante a TPM.

Saúde com Ciência

Cientistas testam novos remédios promissores contra endometriose

Duas novas drogas, testadas em ratos, apresentam potencial para combater a doença. Se elas se mostrarem eficazes em humanos, poderão acabar com as dores no ventre sentidas pelas pacientes e reduzir a necessidade de cirurgias para corrigir o problema
 
A endometriose é um problema de saúde que atinge milhões de mulheres em todo o mundo, causando dores e as ameaçando com o risco da infertilidade, possível consequência do tratamento para o mal.
 
Empenhado na busca por recursos mais eficazes para combater a enfermidade, um grupo internacional de pesquisadores chegou a duas substâncias que surgem como grandes promessas. Ao serem testados em ratos e em células endometriais humanas, os compostos se mostraram capazes de impedir o crescimento dos tecidos e até mesmo de fazê-los regredir, além de combater o processo inflamatório característico da doença.

Graças a esses resultados, os autores da pesquisa, publicada nesta semana na revista Science Translational Medicine, acreditam que as duas drogas experimentais possam se tornar remédios que combatam a dor sentida pelas pacientes devido à inflamação e reduzam a necessidade de intervenção cirúrgica, que visa retirar o excesso de tecido que cresce nas pacientes.

Para chegar à descoberta, os cientistas seguiram uma linha de estudo prévio, que apontou a ação dos receptores do hormônio feminino estrogênio como o principal alvo a ser combatido a fim de conter o crescimento do tecido endometrial.
 
“A estimulação excessiva de estrogênio e sua inflamação são aspectos cruciais da endometriose. A hipótese com a qual trabalhamos é a de que os tratamentos devem suprimir esses dois componentes”, escrevem os autores no estudo, coordenado por Benita Katzenellenbogen, professora de biologia celular da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Receptores
As duas substâncias avaliadas, chloroindazole (CLI) e oxabicycloheptene sulfonato (OBHS), mostraram-se muito eficazes para bloquear a recepção de estrogênio e combater inflamações quando aplicadas de forma conjunta — sozinhas, não apresentaram bons resultados. Elas foram testadas tanto em ratas que tiveram tecido endometrial implantado quanto em células humanas no laboratório.
 
“O OBHS ou o CLI administrados sozinhos não tiveram efeitos estimulantes sobre os receptores de estrogênio das ratas como esperávamos, mas, ao serem usados juntos, os compostos foram capazes de suprimir significativamente o crescimento do tecido uterino e a proliferação de células inflamatórias”, detalha o artigo.
 
Correio Braziliense

Mapa de 16 mil proteínas aumenta compreensão sobre doenças

Banco de dados. Imagem da proteína CNN3 no atlas Foto: Human Protein Atlas
Human Protein Atlas
Banco de dados. Imagem da proteína CNN3 no atlas
Estudo pontua localização detalhada de moléculas em tecidos e órgãos, o que pode levar à produção de novas drogas
 
Estocolmo - Pesquisadores suecos concluíram um enorme mapeamento das proteínas do corpo humano. Trata-se de uma primeira grande análise realizada a partir do Atlas da Proteína Humana, um projeto internacional que reúne um banco de dados com mais de 13 milhões de imagens de tecidos humanos. O levantamento contém informações detalhadas sobre 16 mil proteínas e suas localizações em 44 tecidos e órgãos humanos diferentes.
 
Os cientistas trazem, com isso, um novo olhar sobre a localização de certas proteínas ativas no corpo. Publicado na edição de ontem da revista científica “Science”, o mapa ajuda a pontuar quais proteínas estão ativas em todos os tecidos (como aquelas relacionadas à limpeza celular) e as que parecem ser específicas de cada tecido (proteínas especializadas na produção de esperma, por exemplo). Ele também identifica os tecidos onde estão ativas as proteínas que podem levar a novas drogas.
 
— São informações importantes para a indústria farmacêutica — afirmou Mathias Uhlén, autor do estudo pelo Instituto Real de Tecnologia (KTH), em Estocolmo, na Suécia. — Curiosamente, 30% dessas proteínas são encontrados em tecidos e órgãos analisados. Isto pode ajudar a explicar alguns efeitos colaterais de remédios e, portanto, ter consequências para o futuro desenvolvimento de novas drogas.
 
Conhecimento sobre a evolução de doenças
Lançado em 2003 e só concluído em novembro do ano passado, o Atlas da Proteína Humana envolveu mais de 150 pesquisadores internacionais na formulação de um catálogo de todo o conjunto de proteínas ou variantes de proteínas que podem ser encontradas numa célula. Ele está totalmente disponível na internet para consulta no site (http://www.proteinatlas.org).
 
— A maior contribuição desse banco de dados para a comunidade científica é sua facilidade de navegação — afirmou ao site “The Scientist” a pesquisadora Anne-Claude Gingras, do Instituto de Pesquisa Lunenfeld-Tanenbaum, em Toronto, no Canadá.
 
Daqui para frente, o atlas poderá ter uma enorme variedade de funções, como, por exemplo, levantar dados quantitativos sobre as proteínas, gerar análises de regiões de órgãos ou produzir informações sobre alterações de proteínas que levam a condições patológicas, como as doenças neurodegenerativas e o câncer. Um dos focos principais do estudo é exatamente a pesquisa sobre tumores, que tem avançado rapidamente na direção do desenvolvimento de terapias-alvo, as quais atuam em proteínas específicas relacionadas a cada tipo de tumor.
 
O Globo

Deficiência de iodo na gravidez pode reduzir o QI dos filhos na infância

vitamina c - Foto Getty ImagesEstudo conclui que talvez seja necessária suplementação do mineral durante a gestação
 
Durante a gravidez, diversos nutrientes são mais do que necessários. E parece que o iodo é um deles. Independente da associação com o hipotireoidismo (afinal mulheres com esse problema não controlado podem ter crianças com deficiência cognitiva), só uma carência desse mineral no sangue já pode estar relacionado com uma queda no QI das crianças. Pelo menos é o que aponta um estudo que será publicado na edição de junho do jornal britânico The Lancet.
 
Os pesquisadores analisaram o banco de dados Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC), verificando as amostras de exame de urina de 1.040 mulheres no primeiro trimestre de gestação. Elas foram classificadas pela quantidade de iodo no líquido, as que tinham mais ou menos de 150 mcg por grama.

Depois, foi medido o quociente de inteligência (QI) de suas crianças com a idade de 8 anos, e suas habilidades de leitura aos 9 anos. Ao cruzar os resultados e fazer os ajustes de acordo com o tipo de educação e outros fatores, os cientistas perceberam que os filhos de mulheres com menor quantidade desse mineral tiveram menores resultados tanto no teste de QI verbal e habilidades de leitura. Ao subdividir esse grupo com menor quantidade de iodo, os filhos de mulheres com menos de 50mcg/g de iodo na urina tinham resultados ainda piores.

De acordo com os pesquisadores, é preciso que se observe mais a deficiência de iodo durante a gravidez e talvez até suplementar mais esse mineral durante a gestação. Vale também para a gestante buscar fontes naturais do nutriente, como itens marinhos tais quais algas, peixes e frutos do mar, e alimentos de origem animal (mesmo que em menos quantidade), como carne vermelha, ovos e leite.

Alimentação enriquecida
Outros nutrientes também são importantes durante esse período para garantir a saúde da mãe e do bebê. Para não perder nada de importante, confira quais são eles e reforce o prato nesse período. 
 
Vitamina A
Segundo a nutricionista Simone Freire, a vitamina A tem funções específicas na resposta imunológica e é essencial para a visão. Recomenda-se a ingestão de 770ug por dia, o que não é muito diferente da recomendação para mulheres não grávidas (700ug/dia), já que existem pesquisas apontando que essa vitamina pode ser tóxica ou causar danos ao feto quando ingerida em grandes quantidades nos primeiros meses de gestação.

Existem duas principais fontes alimentares dessa vitamina. A primeira é indireta e de origem vegetal, incluindo alimentos alaranjados, como cenoura, mamão, manga, abóbora e qualquer outro que contenha betacaroteno (precursor da vitamina A). A segunda fonte é de origem animal e está na sua forma ativa, podendo ser encontrada nos ovos e nas carnes, principalmente no fígado. 
 
Vitamina C
A gestante deve consumir cerca de 85mg por dia desse nutriente, pois, segundo a nutricionista Simone Freire, ele participa da formação do colágeno e auxilia na formação dos ossos, juntamente com outros minerais e vitaminas. "Essa recomendação é fácil de ser atingida, visto que os alimentos ricos em vitamina C são facilmente encontrados no Brasil", diz. A gestante deve ingerir frutas como acerola, goiaba, laranja, abacaxi, kiwi e caju. 
 
Ácido Fólico
A recomendação de consumo desse nutriente para as gestantes é de 600ug por dia, porém este valor não é atingido somente com a alimentação. A nutricionista Simone explica que uma dieta com 2.200kcal é capaz de atingir somente 250ug de ácido fólico, aproximadamente. "Uma das grandes funções dessa vitamina é construir o tubo neural do bebê", afirma.

Como a formação dessa estrutura se completa até o 28º dia da gestação, o ideal é que a gestante comece a tomar uma suplementação de ácido fólico um mês antes da gestação, aconselha Simone. Além da suplementação, é importante comer alimentos ricos em ácido fólico, que são folhas verdes escuras, feijões, frutas cítricas, fígado e leite. 
 
Cálcio
Muito importante para a formação óssea do bebê, além de auxiliar no ajuste da pressão arterial da gestante, prevenindo a hipertensão gestacional ou pré-eclampsia. Os alimentos ricos em cálcio são: leite e derivados - como iogurtes e queijos - e vegetais folhosos verdes escuros, esses últimos, porém, com menor aproveitamento do nutriente. "Existem opções de extratos de soja com sabor e enriquecidos com cálcio para as pessoas com intolerância à lactose ou alergia a proteínas do leite", lembra Simone. A recomendação é de 1000mg/dia. 
 
Vitamina D
"Essa vitamina equilibra o cálcio durante a gravidez, passa pela placenta e se apresenta no sangue fetal na mesma concentração do que na circulação materna", aponta Simone. A vitamina D pode ser adquirida com auxílio dos raios solares - lembrando que os melhores horários para tomar sol são antes das 10h e após às 16h -, além da ingestão de alimentos como ovos, carnes e leites. A recomendação é de mais 10ug/dia. 
 
Ferro
A partir do 2º trimestre de gestação, a futura mãe adquire mais massa celular, principalmente de glóbulos vermelhos, e o feto começa a criar a sua reserva de ferro. Por conta disso, é de extrema importância que a gestante absorva quantidade suficiente para suprir ambas as demandas.

O valor diário recomendado é de cerca de 27mg, alcançado apenas com suplementação. "Uma alimentação normal chega a atingir de 6 a 7mg/dia por 1000kcal. Para atingir as quantidade adequadas de ferro sem suplementação, seria necessário consumir 5000kcal por dia, o que é inviável", diz Simone. Porém, mesmo que a gestante tome suplementos férreos, é importante ter uma alimentação rica nesse nutriente.

Entre as fontes de ferro heme - melhor absorvido pelo organismo -, estão carnes e vísceras. Já as fontes de ferro não heme - com menor aproveitamento - são os feijões, legumes, vegetais de folha escura e ovos. "A vitamina C auxilia na absorção do ferro não heme e, por isso, é importante que os dois nutrientes estejam juntos na mesma refeição", conta Simone.
 
Fósforo, potássio e magnésio
Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, a ingestão adequada desses nutrientes está associada, juntamente com o cálcio, à prevenção de hipertensão gestacional ou pré-eclampsia. Para conseguir as quantidades adequadas, a gestante deve ter uma dieta diária com três a quatro porções de frutas variadas (fontes de potássio); três porções de cereais integrais - principalmente pães e arroz - (fontes de magnésio); e três porções de laticínios magros (fontes de cálcio e fósforo). 
 
Vitamina B6
A ingestão de vitamina B6 - 1,9mg/dia - é importante para a gestante no sentido de auxiliar a formação de novos tecidos e a fabricação da niacina, outra vitamina do complexo B, essencial para o corpo funcionar melhor e com mais energia. "Existem trabalhos apontando que a deficiência dessa vitamina pode contribuir com quadros de depressão durante a gravidez", conta Simone. A vitamina B6 pode ser encontrada em carnes, peixes, aves e fígado. 
 
Zinco
De acordo com Simone, "o zinco é extremamente importante para auxiliar o crescimento celular, tanto da gestante como do feto". A recomendação é de 11mg/dia e esses valores também só são atingidos com suplementação. É indicado, inclusive, que a suplementação de zinco seja feita junto com a de ferro. Os alimentos ricos em zinco são ostras, frutos do mar, peixes, fígado, peru e carnes. 
 
Proteínas
A nutricionista Simone Freire explica que a ingestão adequada de proteínas tem relação direta com a velocidade de formação dos tecidos da gestante e do bebê. O valor recomendado para grávidas é de 71g por dia, sendo que metade desse valor deve provir de carnes, aves e ovos e a outra metade, de alimentos de origem vegetal, como os feijões e derivados. 
 
Carboidratos
A necessidade de carboidratos aumenta porque o metabolismo da gestante está mais acelerado e, por conta disso, precisa de mais energia. A indicação é de 175g de carboidratos por dia. Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, bolachas, aveia e granola são excelentes fontes desse elemento.
 
Minha Vida

Iodo é essencial para o crescimento e o metabolismo

Sal iodado é a principal fonte de iodo - Foto: Getty Images
Sal iodado é a principal fonte de iodo
 
O mineral também ajuda o corpo a eliminar toxinas e é aliado do coração
 
O iodo é um mineral necessário para a síntese dos hormônios tireoidianos que irão regular as funções do organismo, sua deficiência pode levar ao bócio e seu excesso pode causar intoxicação. 
 
O funcionamento correto da glândula tireoide depende do iodo. Esta glândula por sua vez sintetiza os hormônios tiroxina (T3) e triiodotironina (T4). Estes hormônios têm diversas funções no nosso organismo. Atuam no crescimento físico e neurológico, no metabolismo basal, na manutenção da temperatura corporal, controlam o metabolismo da oxidação celular, o metabolismo dos lipídios, dos hidratos de carbono, das proteínas, da água e de alguns minerais. O iodo também é importante no funcionamento de diversos órgãos como o coração, o fígado, rins e ovários. 
 
Benefícios comprovadas
 
Essencial para o crescimento: O iodo é essencial para o funcionamento da glândula da tireoide, que irá sintetizar hormônios que agem no crescimento físico e neurológico. Uma ingestão suficiente de iodo no organismo ainda irá fazer com que o cabelo e as unhas tenham um crescimento saudável. 
                                                
Elimina toxinas: O iodo ajuda a eliminar toxinas que estão no corpo. É especialmente eficaz contra certos produtos químicos e tóxicos, como mercúrio, chumbo e flúor. 
                                               
Importante para o metabolismo: O iodo é essencial para a síntese dos hormônios tireoidianos. Esses hormônios atuam no metabolismo basal, dos lipídios, dos hidratos de carbono, das proteínas, da água e de alguns minerais. Eles também agem na manutenção da temperatura corporal. 
                                               
Importante para o coração e outros órgãos: Por ser necessários para a síntese dos hormônios tireoidianos, o iodo auxilia na regulação do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Pelo mesmo motivo, o iodo também é essencial para o funcionamento do fígado, rins e ovários. 
 
Algas são boa fonte de iodo - Foto: Getty Images
Algas são boa fonte de iodo
Deficiência de Iodo
O consumo insuficiente de iodo está relacionado a doenças como hipotireoidismo, problema no qual a glândula da tireoide não produz hormônios suficientes para a necessidade do organismo, bócio endêmico, que é o aumento anormal da glândula da tireoide, deficiência mental, aumento da mortalidade infantil e infertilidade. 
 
A deficiência de iodo é especialmente preocupante para as gestantes. Afinal, nesta fase é essencial que a glândula da tireoide funcione direito, principalmente nas 12 primeiras semanas, período em que alguns hormônios da futura mãe diminuem e outros passam a ser fabricados, a placenta começa a se formar e o bebê desenvolve seus principais órgãos.

A falta de cuidado com o hipotireoidismo pode causar parto prematuro, defeitos neurológicos, QI abaixo do normal, surdez e até aborto do feto.  
 
Fontes de Iodo
 
AlimentoQuantidade de iodo - mcg
Sal iodado (6 g - uma colher de chá) 444
Camarão (100 g) 90
Algas (100 g) 60
Ostras (100 g) 38
Badejo (100 g) 30
Atum (100 g) 30
Bacalhau (100 g) 20
Aipo (100 g) 15
Agrião (100 g) 15
Caranguejo (100 g) 13
Salmão (100 g) 11
Leite de vaca (100 g) 11
Arenque (100 g) 10
Alho (100 g) 9
Carne bovina (100 g) 5,3
Fígado de boi (100 g) 5
Aveia (100 g) 4
Arroz (100 g) 3,6
Sardinha (100 g) 3,5
 
Fontes consultadas: Tabela e Composição Química dos Alimentos, Guilherme Franco, Ed. Atheneu, 1999. Tabela Taco de Composição de alimentos de 2006. 
 
Quantidade recomendada de Iodo
 
A quantidade média recomendada de iodo para cada idade de acordo com a Organização Mundial de Saúde é: 
  • Crianças de 0 até 1 ano: 90 microgramas (mcg) por dia ou 15 mcg/kg/dia
  • Crianças de 1 ano a 6 anos: 90 mcg por dia ou 6 mcg/kg/dia
  • Crianças de 7 a 12 anos: 120 mcg por dia ou 4,0 mcg/kg/dia
  • Adolescentes e adultos: 150 mcg por dia ou 2,0 mcg/kg/dia
  • Gestantes e lactantes: necessidades chegam a 200 mcg por dia ou 3,5 mcg/kg/dia.

Ostras são boas fontes de iodo - Foto: Getty Images
Ostras são boas fontes de iodo
Suplemento de Iodo
As grávidas e as mulheres que amamentam necessitam de maiores quantidades de iodo por dia. Isto porque seu organismo exige mais iodo para funcionar corretamente, os rins eliminam mais e é preciso transferir hormônios e iodo para o feto. Uma alimentação variada e equilibrada permite que as grávidas atinjam a dose diária recomendada de iodo.
                                               
Para os veganos que não consomem sal iodado nem algas ricas em iodo, é recomendável a suplementação, por isso estas pessoas devem conversar com o médico nutrólogo sobre o assunto.  
 
Riscos do consumo em excesso do Iodo
A intoxicação pelo iodo é causada devido ao consumo diário de quantidades muito grandes dele, 400 vezes maior do que a recomendação diária. O excesso de iodo pode produzir o bócio e, algumas vezes, o hipertireoidismo. 
 
Fontes consultadas:
Nutricionista Rita de Cássia Novais, especialista em nutrição clínica, nutrição parenteral e esportiva, especialização e vigilância sanitária de alimentos, auditora ISO 22000 e 9000. 
 
Minha Vida