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terça-feira, 3 de abril de 2018

Uso incorreto do celular pode provocar danos no pescoço e na coluna

Resultado de imagem para celular e dores no pescoçoUtilizar o aparelho com o pescoço inclinado para baixo sobrecarrega o corpo e provoca estresse na região cervical, além de causar danos à visão. Crianças e jovens são os mais afetados por conta também de longas horas na internet

Responder às mensagens no WhatsApp, abrir notificações no Facebook, conferir os e-mails recebidos, ver as fotos que chegam… Apesar de tão rotineiros, esses passos - e outros mais - repetidos várias vezes ao dia, quando se pega o celular, têm provocado problemas para a saúde do nosso corpo, como a síndrome do text neck.

Causado pela postura inclinada da cabeça durante o uso de aparelhos telefônicos, o novo termo citado nos consultórios ortopédicos faz uma associação entre as palavras texto e pescoço, alertando sobre os malefícios aos ossos dessa área, decorrentes, principalmente, do hábito de digitar em celular.

O fisioterapeuta Guilherme Couto, especialista em coluna, pescoço e extremidades, explica como surgem as dores do text neck. “Quando mantemos essa postura errada durante um tempo prolongado, acabamos gerando um estresse mecânico que leva a lesões teciduais locais e podem provocar dores na região cervical, nos membros superiores - braços e mãos - ou cabeça, trazendo enxaqueca”, detalha.

O problema pode atingir todos, já que são raras as pessoas que elevam o celular à altura dos olhos para não prejudicar o pescoço. Porém, entre crianças e adolescentes a síndrome é ainda mais impactante, pois nessas fases da vida a coluna ainda está em desenvolvimento e cartilagens ocupam o lugar dos ossos.

Para fugir do text neck, a solução é simples, ensina Guilherme. “O que pode ser feito para evitar esses sintomas é buscar se manter em movimento, deixar sua articulação livre, praticar atividade física e sempre buscar uma postura mais ereta quando fizer uso do celular ou tablet.”

* Estagiário sob a supervisão da subeditora Valéria de Velasco

Média preocupante
Segundo pesquisa da GlobalWebIndex, o Brasil é o terceiro país do mundo que mais dedica horas do seu dia ao celular: são 3h14min por dia conectados. Entre os jovens, o número cresce para 4h diárias, chegando a 1.460 horas por ano com o celular nas mãos em posturas muitas vezes incorreta.

Três perguntas para...
Edson Pudles, presidente do Comitê de Coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia  

1) Para aqueles que têm os aparelhos telefônicos como instrumento de trabalho, como diminuir os efeitos do text neck sem abrir mão de tempo no dia para o uso do celular?
Nestes casos, a recomendação é que a pessoa trabalhe com o celular em uma posição mais alta para evitar que o pescoço fique em flexão. Devemos lembrar que a cabeça tem um peso, e quanto maior a flexão do pescoço, maior será a tensão da musculatura na região posterior do pescoço. Outra recomendação importante é que a pessoa faça intervalos e durante esse período pratique alguns alongamentos. Muitos aparelhos têm o recurso de transformar o ditado em texto, o que pode ser um grande auxiliar e evita a flexão prolongada do pescoço.

2) Qual a postura corporal mais adequada para evitar dores durante o uso do celular, leituras e posicionamento em frente ao computador?
A postura mais adequada sempre será a mais ergonômica. No caso de uso do computador, o monitor deve ficar em uma linha de horizontal com os olhos, e não esquecer de ficar com os antebraços apoiados e joelhos fletidos em 90°. O mesmo deve ser observado ao ler um livro. Melhor sempre sentado e confortável, não deitado.

3) Quais são os tratamentos ortopédicos mais comuns em quem sente os efeitos do text neck
Pacientes com queixas maiores e na fase aguda são tratados com medicamentos (relaxantes musculares e analgésicos) e calor local. O mais importante é tratar a causa, e não o sintoma. Por esse motivo, exercícios regulares, pausas durante o período de atividade e principalmente manter a postura correta são o ideal.

Doença cresce no mundo moderno
Tatiana Sócrates - Especial para o Estado de Minas

Pesquisa do Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) - TIC Kids On-line - revela que cerca de 69% das crianças e adolescentes do Brasil, na faixa dos 9 aos 17 anos, utilizam a internet mais de uma vez por dia. No Centro-Oeste, o índice ultrapassa a média brasileira e chega a 74% - é a região em que as crianças estão mais conectadas, ao lado do Sudeste, segundo o estudo.

Os dados confirmam o crescente acesso dos brasileiros aos benefícios da tecnologia, mas, ao mesmo tempo, desvendam uma nova preocupação: as ferramentas eletrônicas estão contribuindo para o aumento da miopia entre os pequenos. “É uma tendência do mundo moderno”, alerta o oftalmologista Luiz Felipe Diniz, do Hospital Brasileiro de Olhos (HBO), em Brasília.

Cerca de 20% das crianças em idade escolar, de acordo com levantamentos do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), apresentam problemas de vista. A miopia é a campeã e já é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a epidemia do século. O uso de celulares e computadores por mais de seis horas diárias, segundo Diniz, pode levar ao agravamento dessa patologia em crianças e adolescentes.

Lucas Macedo, de 9 anos, sente na pele, ou melhor, nos olhos, os efeitos da tecnologia. Vidrado em smartphone, tablet e afins, ele usa óculos desde os 6. A mãe do menino, a fisioterapeuta Juliana Macedo, de 40, acredita que a internet atrapalhe muito. “Se deixar, as crianças ficam além da conta na frente da tela do computador e no celular. Acho que forçam demais os olhos.”

Comportamento
Juliana conta que Lucas passa horas assistindo ao YouTube. “Ele está com 3 graus de miopia no olho direito e 1,5 no esquerdo.” Na escola, ele começou a ficar em pé, perto do quadro, para conseguir anotar o que a professora escrevia. “É preciso prestar atenção nessa questão da miopia infantil”, alerta Juliana. “Pensam que a criança é inquieta e teimosa, mas, na verdade, ela está apenas em busca de um campo melhor de visão.”

Como as crianças não identificam a dificuldade para enxergar, é importante que os pais fiquem atentos ao comportamento delas. “Quando elas têm alguma dificuldade visual, costumam ter dores de cabeça, desinteresse pelo estudo e baixo desempenho escolar. Também ficam muito próximas da televisão e têm mania de franzir os olhos para enxergar”, descreve Juliana. “Caso percebam essas atitudes em seu filho, é importante procurar um oftalmologista”, recomenda.

“É muito comum, no dia a dia do consultório, descobrirmos erros de refração - que é como denominamos a miopia - em crianças que tinham problemas de aprendizagem ou comportamento na escola”, confirma o médico oftalmologista Geraldo Canto, de Curitiba. “Para evitar isso, ir ao oftalmologista no início do ano é uma grande oportunidade de começar as aulas da melhor maneira.”

Além do uso excessivo das novas tecnologias, o aumento dos casos de miopia em crianças é relacionado à falta de atividades ao ar livre. “Um mecanismo de nossa visão, chamado de acomodação, nos permite olhar objetos distantes e focar com nitidez objetos próximos. Esse foco é feito com a contração do músculo ciliar, o anel no meio do olho para visão a distância. O excesso de esforço pode gerar fatores associados ao aumento da miopia”, esclarece Canto. É o que ocorre quando se força a vista ao digitar e ao assistir a vídeos em celulares e computadores.

Quanto mais longe, melhor!
Estima-se que, até 2020, 28% da população brasileira seja míope. Até 2050, o índice pode chegar a 51%, segundo a oftalmologista Renata Bettarelo. “Hoje, a taxa no Brasil gira em torno de 11% a 36%, mas a tecnologia tem contribuído para o aumento da doença”, alerta. O problema pode ser hereditário ou adquirido.

“É uma condição em que ocorre um alongamento indesejável do diâmetro anteroposterior do globo ocular”, detalha Renata. “Isso faz com que a imagem do objeto observado se forme antes da retina e não sobre a mesma, o que gera uma imagem borrada dos objetos distantes.”

A miopia é um problema ocular em que se consegue ver perfeitamente os objetos de perto, mas as coisas mais afastadas podem aparecer desfocadas, resume o médico Luiz Felipe Diniz. A causa está relacionada a fatores genéticos e ambientais.

O pouco tempo em ambiente externo e o excesso de tempo com o olhar fixado para perto, como a exposição às telas próximas (celulares, tablets, computadores) e livros, são os fatores ambientais mais associados à doença, segundo Diniz. Estudo do National Health Service (Serviço de Saúde Britânico) confirma que passar mais tempo ao ar livre torna as pessoas menos propensas à miopia.

Para especialistas, isso tem a ver com os níveis de luz. Para evitar esse problema, a publicitária Elenice Oliveira, de 31 anos, e o marido, o cineasta Márcio Moraes, de 52, resolveram impor regras rígidas aos filhos. “Durante a semana, os mais novos - Anabela e Victor Hugo - ficam sem internet e assistem à TV só depois das 16h, após terminar o dever de casa. Como dormem às 19h, o tempo em frente à telinha é curto também”, explica.

Os mais velhos, apesar dos cuidados, não escaparam da herança genética: Lucas, de 12, começou a usar óculos aos 9, e Nicolas, de 10, há dois anos e meio. Ambos têm miopia, como o pai, que depende dos óculos desde os 10. “Quando descobrimos que Lucas tinha o problema, ele já estava com 4 graus nos dois olhos. Já o Nicolas tem apenas 1 grau”, conta Elenice.

Fora do mundo real
O malefício das tecnologias, para Elenice, é mesmo o uso excessivo dos aplicativos - as crianças ficam dispersas, não interagem com o mundo real, adoecem e ficam mal-humoradas. “Tem o lado bom, mas o ruim prevalece, na minha opinião. Afeta o apetite, atrapalha o sono, substitui as brincadeiras e, claro, causa irritação nos olhos e, às vezes, dor de cabeça.”

Para prevenir a miopia e evitar que ela avance, o acompanhamento das crianças deve começar cedo, antes da alfabetização. A primeira consulta, de acordo com o oftalmologista Geraldo Canto, deve ser feita entre 6 meses e 1 ano de idade, quando já é possível verificar a existência de um grau mais elevado, diferença de visão entre os olhos, diferença de grau ou fixação do olhar.

“Desse período até ela ser capaz de se expressar sozinha, o exame é feito pela avaliação dos olhos depois de uma dilatação da pupila. A partir do momento em que a criança já consegue se comunicar e se mostra colaborativa, começamos também a usar imagens de desenhos, números ou letras”, explica o médico.

Geraldo Canto esclarece que nem sempre é preciso usar óculos quando a criança é muito nova. “Pessoas muito jovens com graus baixos não costumam ter indicação, a não ser que exista alguma dificuldade visual ou estrabismo detectado no exame. No geral, recomendamos óculos quando elas têm miopia acima de 1,5 grau, hipermetropia acima de 3 graus e astigmatismo acima de 1,5 grau.” Lentes de contato só mesmo em crianças maiores, sob supervisão dos pais, e acompanhamento do oftalmologista.

Dicas para o dia a dia
  • Fazer a criança realizar atividades em ambientes externos diariamente, por 40 minutos, no mínimo.
  • Não aproximar demais dos olhos os celulares, tablets, computadores e livros. Eles devem ser mantidos a 30cm da face, no mínimo.
  • Não se debruçar sobre o objeto de leitura.
  • Manter a tela do computador a 50cm da face, no mínimo.
  • Fazer intervalos frequentes enquanto estiver utilizando esses objetos. A cada 20 minutos, retirar o olhar deles e focalizar objetos distantes, por cerca de 20 segundos.
  • Uso de tablets e celulares por crianças de 2 a 5 anos não deve ultrapassar 1 hora por dia.
O que dizem os médicos
  • As cirurgias refrativas para correção do grau são indicadas somente depois dos 18 anos, desde que a graduação já tenha estabilizado.
  • Para evitar mais prejuízos à visão, a recomendação é, desde cedo, ensinar as crianças a fazerem intervalos de cinco minutos a cada hora na frente das telas.
  • Reduza o brilho dos monitores. Ajuste-os procurando deixar a visibilidade agradável para a vista. Não deixe o fundo muito claro nem muito escuro.
  • Monitores de cristal líquido cansam menos a vista do que os antigos, de tubo, pois já vêm com superfície antirreflexo e melhor definição de imagens.
Fonte: Luiz Felipe Diniz, médico oftalmologista

Estão abertas as inscrições para cursos sobre o uso de Tecnologias Assistivas

cursoonlineDividido em quatro ofertas independentes, com carga horária de 30 horas cada, a qualificação aborda o emprego das tecnologias para habilitação e reabilitação

Profissionais de saúde e demais interessados em ampliar os seus conhecimentos no emprego das tecnologias para habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência, já podem se inscrever nas quatro novas ofertas do Curso de Qualificação para Uso Terapêutico de Tecnologias Assistivas. A capacitação é autoinstrucional e tem início imediato. As matrículas podem ser realizadas até o dia 30 de junho, pelo link.

Da bengala de madeira à prótese de titânio sob medida. Do aparelho auditivo ao implante coclear. Do braile aos softwares e aplicativos de última geração. Tecnologia Assistiva (TA) é todo recurso - equipamento, serviço, estratégia ou prática - concebido para melhorar a funcionalidade da pessoa com deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida, promovendo autonomia e inclusão social, nas mais diversas áreas de necessidade pessoal (comunicação, alimentação, transporte, educação, lazer, esporte, trabalho, elementos arquitetônicos e outras).

O curso de qualificação é dividido em quatro ofertas independentes, com carga horária de 30 horas cada, que tratam dos seguintes temas: Direitos das pessoas com deficiência e habilidade física e motora; Direitos das pessoas com deficiência e visão; Direitos das pessoas com deficiência e audição e Direitos das pessoas com deficiência e ampliação da comunicação.

Além de apresentar uma discussão inicial sobre os direitos das pessoas com deficiência, os cursos são contextualizados através de casos clínicos que irão ajudar o aluno a entender situações comuns relativas ao tratamento dessa população, como: as adaptações de pacientes que colocam próteses; exercícios que podem ser feitos com cadeirantes; ações de prevenção para que não tenha sequelas em função da deficiência e o acompanhamento do paciente, para que consiga se adaptar às tecnologias utilizadas no tratamento.

Produzidos e oferecidos pelo Núcleo de Educação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Minas Gerais (Nescon/UFMG) em parceria com o Ministério da Saúde, Secretaria da Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (SGETS/MS), Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) e Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), os cursos fazem parte das ações estratégicas do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, criado pelo Governo Federal, em 2011, para promover o exercício pleno e equitativo dos direitos das pessoas com deficiência.

Ascom SE/UNA-SUS

Concurso público para Farmacêutico(a) na cidade de Taguaí – SP

Imagem relacionadaCarga horária de 30 (trinta) horas semanais

Valor da inscrição: R$ 75,00.

Inscrições até o dia 10 de abril de 2018, pelo site www.cematconcurso.com.br.

Remuneração: R$ 2.950,12.

Concurso público para Farmacêutico(a) na cidade de Guaíra – SP

Imagem relacionadaCarga horária de 30 (trinta) horas semanais

Valor da inscrição: R$ 87,00.

Inscrições até o dia 19 de abril de 2018, pelo site www.vunesp.com.br.

Remuneração: R$ 3.751,51.

Leia o edital completo.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Rede Ebserh lança concurso com 1.196 vagas para sede e 35 unidades

Resultado de imagem para concurso na saúdeNa nova configuração, o candidato pode escolher até três locais para trabalhar

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) está com inscrições abertas para concurso público nacional com 1.196 vagas para 35 hospitais universitários federais, além da sede da estatal vinculada ao Ministério da Educação. A novidade do concurso é o formato, dividido por região. Na nova configuração, o candidato pode escolher até três opções de unidades da Rede Ebserh para sua lotação. O prazo de inscrições para as áreas assistencial, administrativa e para médicos se encerra no próximo dia 10 de abril.

Acesse os editais normativos no site da Ebserh.

São 339 vagas para médicos de 83 especialidades como anestesiologia (13), cirurgia pediátrica (13), medicina intensiva (18), neonatologia (13) e clínica médica (9), dentre outras. Na área assistencial são 713 vagas, incluindo 137 enfermeiros e 413 técnicos em enfermagem. Na área administrativa são 144 vagas, incluindo 75 assistentes administrativos, 11 analistas de tecnologia da informação e 11 técnicos em contabilidade.

O concurso, realizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/Cebraspe), servirá principalmente para a reposição dos cargos que estão vagos e já esgotaram o cadastro de reserva nos certames anteriores promovidos para cada uma das unidades. Os aprovados serão contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em todo o território nacional, a Rede Ebserh já conta com mais de 25 mil empregados, tornando-a a quinta maior estatal do país.

Para o presidente da Rede Ebserh, Kleber Morais, a força de trabalho comprometida e qualificada proporciona aos hospitais da Rede os avanços e melhorias necessários para um atendimento de saúde de qualidade, aliado ao ensino e à pesquisa. “Por sermos uma rede de hospitais de ensino, temos um compromisso de formar com excelência profissionais de saúde, além de oferecer uma assistência médica para a população mais carente do nosso país”, salientou.

Sobre a Ebserh
Estatal vinculada ao Ministério da Educação, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) atua na gestão de hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do SUS, e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.

A empresa, criada em dezembro de 2011, administra atualmente 39 hospitais e é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações em todas as unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

Texto: Comunicação Social da Ebserh

Edição: Comunicação Interna/ASCOM/GM/MS