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sábado, 28 de novembro de 2015

Doação de sangue: Campanha visa sensibilizar novos doadores

Aos 25 anos, a assistente social Steli Ferreira já perdeu as contas de quantas vezes doou sangue. Doadora regular desde os 18 anos, a brasiliense começou a praticar este ato de solidariedade para ajudar um conhecido e nunca mais parou

“Na primeira vez, além de querer doar por vontade própria, o pai de uma amiga da minha mãe estava precisando. Mas foi a única vez que eu fiz para alguém específico. Todas as outras foram doações livres. Sempre vou de três em três meses, às vezes demora uns dias a mais por causa de um exame, por exemplo, mas não deixo passar”, conta.

Steli faz parte de 1,8% da população brasileira que doa sangue. Embora o percentual fique dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de pelo menos 1% da população – o Ministério da Saúde trabalha para aumentar o índice. E para sensibilizar novos doadores e fidelizar os já existentes, lançou a Campanha Nacional de Doação de Sangue de 2015.

Uma bolsa de sangue pode ser dividida em até quatro componentes, que podem ir para quatro pessoas diferentes. Os componentes são distribuídos aos hospitais para atender casos de emergência e pacientes internados. A doação é 100% voluntária e beneficia qualquer pessoa independente de parentesco.

No Brasil, pessoas entre 16 e 69 anos podem doar sangue. Para os menores de 18 anos, é necessário o consentimento dos responsáveis e entre 60 e 69 anos a pessoa só poderá doar se já o tiver feito antes dos 60 anos. Além disso, é preciso pesar no mínimo 50 quilos e estar em bom estado de saúde.

O candidato deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, não fumar e não estar de jejum. No dia da doação, é imprescindível levar documento de identidade com foto. Homens podem doar sangue a cada 60 dias (máximo de 04 doações nos últimos 12 meses) e mulheres a cada 90 dias (máximo de 03 doações nos últimos 12 meses).

Campanha visa sensibilizar novos doadores

Steli deixa um recado para quem nunca doou sangue. “Tenha essa experiência. Por mais que possa parecer um clichê, doar é uma chance de experimentar ter muito mais alegria em dar do que receber. E por mais que eu não conheça as pessoas para as quais eu doei, é muito gratificante saber que eu ajudei a salvar vidas. Deixe o medo e a preguiça de lado e experimente esta satisfação de ser doador”, finaliza.

Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

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