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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Dieta funciona melhor quando feita em estágios

Diga não à balança e ache outra forma de medir o sucesso da dieta
Especialista dá dicas de como se organizar para a dieta dar certo

Se a sua resolução de ano-novo envolve perder peso, sua melhor chance de sucesso pode estar em dividir esse objetivo em pequenas etapas, com as quais você possa trabalhar diariamente, sugere Stefanie C. Barthmare, psicoterapeuta do Centro Metodista de Tratamento do Peso, em Houston, EUA. “Em vez de focar no número apresentado pela balança, procure por outros métodos para medir o sucesso do seu objetivo”, afirmou a especialista, em um material de divulgação do hospital.

Quando definir um objetivo, tire um tempo para imaginar como será alcançá-lo. Por exemplo, seu objetivo pode ser participar de uma atividade específica ou entrar numa calça de um tamanho menor. O próximo passo é quebrar esse objetivo em segmentos e gradualmente para de consumir alimentos que sejam ruins. “Comece reduzindo o consumo de refrigerante para apenas uma vez por semana. Depois elimine o queijo de seus sanduíches”, aconselha.

“Também é importante perceber que se privar repentinamente de tudo nunca funciona. Abandonando comportamentos que causam ganho de peso, você começa a acumular pequenos sucessos. Essas ações positivas e os sentuimentos positivos que carregam dão a você a força para seguir e eventualmente alcançar o objetivo que você estabeleceu.”

Barthmare explica que virar as costas repentinamente para todas as comidas consideradas "não-saudáveis" pode funcionar por uns dias ou semanas. Mas quando você comeoçar a pensar sobre a forte restrição, as chances de voltar aos antigos hábitos e de ganhar ainda mais peso são muito altas.

“Quando você tem um plano de perder peso e o processo é uma tortura, você está se organizando para o fracasso”, alerta. “Fazer isso aos poucos não vai sobrecarregá-lo, mas sim ajudá-lo a andar na linha para perder peso e manter suas resoluções de ano-novo”

Fonte iG

Por que sua dieta não está dando certo?

Comer só salada e abrir mão dos outros grupos alimentares pode minar sua dieta
Especialistas apontam oito erros que podem estar arruinando sua perda de peso

Você passa semanas sem comer doce, não coloca nenhum tipo de carboidrato no prato, faz centenas de abdominais e ainda assim o ponteiro da balança não desce.

Antes de culpar a azeitona da empada ou o chopp do final de semana, confira algumas armadilhas que podem estar fazendo sua dieta dar errado.

1 - Comer poucas vezes ao dia. “Uma das principais causas da baixa eficiência do emagrecimento mais de três horas sem se alimentar”, afirma a nutricionista Isabella Correia, da Clínica Patricia Davidson Haiat, no Rio de Janeiro. Ficar sem comer por muito tempo em vez de emagrecer, pode engordar.

“O metabolismo energético diminui, fazendo com que a pessoa acumule tudo que consumir na próxima refeição e prejudicando a perda de peso”, explica Isabella. Além disso, a alimentação em períodos mais curtos vai permitir o fracionamento da porção, fazendo com que a pessoa faça a ingestão de uma menor quantidade de comida.

2 - Modo de preparo dos alimentos. O médico prescreveu uma porção de couve-flor à noite, mas com certeza não recomendou prepará-la gratinada com queijo e molho branco. Consumir molhos gordurosos e frituras pode comprometer até o mais saudável dos legumes. O ideal é substituir o óleo pela água, preferir o assado ao frito e o sal por temperos naturais.

3 - Sair da dieta no fim de semana. Embora sábado e domingo sejam dias reservados para o descanso, não dá para relaxar na hora de comer. Todo o trabalho da semana pode ser perdido nesses dois dias. Programe seu final de semana e tente usar a regra da compensação. Se vai sair para encontrar os amigos no sábado, nada de abusar da macarronada no domingo.

“Não há problema em tomar um chopp ou uma taça de vinho, por exemplo. Mas comer e beber muito pode comprometer a silhueta. Esses dias também devem ser regrados, sem extrapolar no volume”, alerta a nutricionista Rita de Cassia Leite Novais, da Consultoria Alimentar. Segundo ela, três taças de champanhe, por exemplo, têm 360 calorias, o equivalente a quase 45 minutos de corrida.

4 - Pular o café da manhã. Essa ainda é a principal refeição do dia. Alimentar-se corretamente nesse período pode manter você satisfeito durante o dia. Também acredita-se que o desjejum evita comer demais nas outras refeições.

5 - Comer à vontade. Frutas e legumes são ótimos para a saúde, mas nem por isso devem ser consumidos sem moderação. “Qualquer alimento tem valor calórico, é preciso cautela. A recomendação é consumir de três a quatro frutas por dia, mais que isso pode engordar e não faz bem”, diz Rita. Para Isabella, a restrição irá depender da individualidade de cada um. “Em caso de diabéticos, a ingestão de alguns alimentos deve ser controlada devido ao alto potencial de açúcar que eles contêm”, alerta Isabella.

6 - Dietas monótonas ou muito restritivas. Passar semanas à base de sopa ou jantar apenas o mesmo tipo de alimento só vai fazer com que você perca a paciência e abandone a dieta. “Uma alimentação balanceada consegue prolongar o efeito da perda de peso e tem maior adesão”, explica Evelyn Conti Martins, nutricionista do Spa Sorocaba. Cardápios com pouquíssimas calorias, sem supervisão, também costumam fracassar.

7 - Excluir grupos alimentares da dieta. Para dar certo, toda refeição deve conter os principais grupos existentes: proteínas, carboidratos e gorduras. “Dieta balanceada consegue prolongar o efeito emagrecedor”, diz Evelyn. Rita ressalta que o organismo responde à privação de determinado nutriente.

“Quem faz esse tipo de dieta acaba ficando doente. Pode até perder peso em um período, mas depois pode até dobrar de peso”, afirma Rita.

8 - Seguir uma dieta não personalizada. Mesmo que a dieta do abacaxi tenha dado certo para a sua vizinha, isso não significa que funcionará com você. Somente um nutricionista ou nutrólogo poderá estudar seu peso, definir como e quanto você deve perder e estruturar um plano alimentar eficiente.

“É preciso verificar a estrutura da pessoa, tirar as medidas, conferir o percentual de gordura para só então definir uma reeducação que realmente funcione”, orienta Rita de Cassia Leite Novais, da Consultoria Alimentar.

Fonte iG

Ginástica em casa - exercícios na gravidez


O personal trainer Rafael Aguiar ensina uma série de exercícios para alongar e fortalecer a lombar, a pélvis, os glúteos e o abdômen.

Fonte Delas

Ser mulher dói...

As dores devem ser avaliadas por um especialista. Sofrer não é normal
Conheça e entenda as queixas mais frequentes no sexo feminino

Diversas especialidades médicas apontam que as mulheres têm dores mais frequentes, mais intensas e de duração mais longa que os homens, além de ter herdado dores exclusivas ou altamente prevalentes no sexo feminino, como as dismenorreias (cólicas menstruais) e a fibromialgia (a proporção é de sete mulheres para cada homem com a doença).

Os hormônios teriam participação relevante no processo. Isso porque durante o ciclo menstrual ocorre a diminuição dos níveis sanguíneos de estradiol (hormônio sexual feminino), interferindo no agravamento das dores.

“De sete a 10 dias antes do período menstrual as mulheres podem ficar mais ‘sensíveis’ e suscetíveis a uma maior labilidade do humor, algumas apresentando menor tolerância a dor e choro mais fácil. Mas isso pode e deve ser minimizado. Ninguém deve se acostumar com sintomas recorrentes e muitas vezes incapacitantes de tensão pré-menstrual (TPM)”, alerta Tathiana Parmigiano, ginecologista do esporte do HCor, de São Paulo.

Acontece que as mulheres tendem a suportar mais as dores e muitas vezes demoram a procurar ajuda médica. “É importante dizer que tal atitude pode tornar o incômodo crônico. Muitas vezes a dor não tem cura, mas o sofrimento é opcional”, diz o neurocirurgião Alexandre Amaral, membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Funcional e diretor médico do Centro Multidisciplinar da Dor, do Rio de Janeiro.

A dor nos seios ou mastalgia é outra queixa comum no período fértil. Segundo especialistas, quando perguntadas, 69% das mulheres afirmam sentir o incômodo, sendo que 45% indicaram grau leve de dor e 6%, intenso.

“Essa dor pode ser cíclica (acontecer sempre no mesmo período do ciclo) ou acíclica. Quando se repete, geralmente é no período pré-menstrual e é também sintoma de TPM. Como na segunda metade do ciclo, o hormônio que predomina é a progesterona, ela tem uma maior capacidade de retenção hídrica. Por isso algumas mulheres sentem-se inchadas e quando o vem o fluxo menstrual ocorre a melhora. Esses sintomas também podem ser minimizados com a ajuda da intervenção de um ginecologista”, explica a especialista.

A enxaqueca é outra dor capaz de tirar o humor feminino – uma crise ao longo da vida, mais cedo ou mais tarde, vai acometer quase todas as mulheres. Todo mês, 76% delas têm pelo menos um episódio de dor de cabeça.

Elas ainda estão sujeitas a maior risco de dores nas costas e coluna – apontada em segundo lugar como a mais recorrente entre as brasileiras, segundo pesquisa Mapa da Dor, em que 17,5% das mulheres pesquisadas, em especial na faixa entre 35 e 64 anos, reclamam de dores frequentes. Em geral, são as dores na coluna que mais incapacitam e afastam do trabalho.

Alguns fatores podem provocar ou agravar estas dores: estilo de vida, tensão, estresse, postura, uso de salto alto, prática de exercícios de forma errada e sedentarismo.

Alimentação também pode contribuir para o agravamento dos incômodos, já que uma dieta pobre em cálcio e em vitamina D no organismo pode dificultar a retenção de cálcio pelo osso, deixando-o mais susceptível a fraturas e, consequentemente, a ocorrências dolorosas.

A menstruação difícil e dolorosa – ou dismenorreia – é motivo de alto índice de falta no trabalho e a principal causa de ausência escolar entre as mulheres. Cerca de 60% a 70% de jovens relatam dor no período menstrual e 15% delas relatam interrupção em suas atividades diárias devido à dor.

“É queixa frequente em pelo menos 70% das mulheres, principalmente nos primeiros dias do fluxo menstrual”, diz Tathiana.

A cólica está relacionada diretamente ao ciclo hormonal e, geralmente, vem acompanhada de outros incômodos, como humor alterado, dores de cabeça e costas, enjoos, diarreia.

“Ela também pode ser um sintoma de endometriose, doença benigna, mas que exige cuidados. Mulheres com queixa importante de cólica devem procurar um médico para investigar a queixa”, alerta a especialista do HCor.

Hábitos de vida saudáveis podem ajudar na prevenção das cólicas. Existem fortes indícios que de que dieta rica em ômega 3, baixo consumo de álcool, abandono do tabagismo e prática regular de atividade física podem combater a dismenorreia.

A dor ao longo da vida da mulher

Dos 14 aos 20 anos
Dismenorreia primária (cólica menstrual) – comum no início da menstruação
Dismenorreia secundária (cólica menstrual) – mais comum dois anos após a primeira menstruação

Dos 20 aos 30 anos
Enxaqueca
Dor de cabeça tensional
Dismenorreia secundária
Dores pélvicas

Dos 40 anos ou mais
Dor de cabeça tensional
Dor ocasionada pela fraturas como consequência da osteoporose
Fibromialgia
Dores nas costas e articulações

Fonte Delas

Como aliviar cãibras nas pernas durante a gravidez

Exercícios a gravidez podem ajudar a aliviar cãibras nas pernas
Elas são doloridas e podem aparecer ao longo dos 9 meses. Veja dicas para combater esse desconforto da gestação

Muitas mulheres sofrem com cãibras nas pernas das grávidas. Por enquanto não existe nenhuma forma infalível de prevenir esse desagradável problema nas pernas. Algumas coisas, no entanto, podem ajudar a mantê-lo longe durante a gravidez, e também para aliviar o desconforto experimentado quando elas aparecem. Veja como:

- Estique delicadamente os músculos das pernas sempre que começar a sentir dor

- Pratique exercícios regularmente, mas com intensidade baixa ou moderada

- Quando a cãibra começar, suavemente flexione o pé para frente

- Aumente o consumo de alimentos ricos em cálcio durante toda a gestação

- Discuta com seu médico a possibilidade de tomar suplementos de cálcio

Fonte Delas