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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Tumulto faz hospital mudar sistema de marcação de consultas

Foto Agência Brasil
Rio de Janeiro - Em decorrência das grandes filas que se formaram desde a noite de domingo (2) na porta do hospital, na zona portuária do Rio, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) decidiu mudar o esquema de atendimento para a marcação de consultas. O anúncio foi feito pelo coordenador Naasson Cavanellas, acrescentando que, a partir de agora, o atendimento será feito somente pela central telefônica (21) 2134-5000.
 
O Into iniciou nesta segunda-feira a distribuição de senhas para a marcação de consultas médicas ao longo do primeiro semestre de 2013. “A confusão que aconteceu hoje nós não esperávamos, porque este modelo de marcação de consultas existe há bastante tempo e seis meses atrás ocorreu sem nenhum tipo de problema”, disse Cavanellas.
 
Para o coordenador, o que houve foi uma demanda maior do que a prevista. “Talvez por conta da repercussão do nome do Into, do tratamento e da excelência do instituto, pessoas do Brasil inteiro tenham vindo nos procurar para consultas”, destacou, prometendo que o problema não vai se repetir com o procedimento adotado hoje.
 
Apesar do tumulto, todas as pessoas que estavam na fila nesta segunda-feira receberam senhas, com as quais poderão marcar suas consultas até o final de junho de 2013. As senhas são para que eles retornem e marquem consultas no primeiro semestre, ou seja, as consultas serão em algum dia entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2013.
 
Acompanhada da mãe, Jaqueline Rocha, a adolescente Luziane Rocha Ribas, de 12 anos, saiu de Itaguaí, na região metropolitana do Rio, e estava desde a madrugada na fila para marcar uma consulta. “Não consigo assistir às aulas na escola por causa das dores, e minhas colegas estão me excluindo”, disse a jovem, que, devido à escoliose, tem as costas encurvada.
 
Mesmo sem atingir a capacidade máxima em suas novas instalações na Avenida Brasil, inauguradas em outubro de 2011, o Into faz 180 mil consultas anuais. Vinculado ao Ministério da Saúde, o hospital é referência no tratamento de doenças e traumas ortopédicos no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
 
Fonte Agência Brasil

Laboratório do governo paulista vai produzir medicamentos contra rejeição

São Paulo – A partir de 2014, dois medicamentos utilizados por pacientes que tenham feito transplantes passarão a ser produzidos pela Fundação para o Remédio Popular (Furp), laboratório oficial do governo de São Paulo, para distribuição gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Uma parceria com o laboratório Novartis garantirá transferência de tecnologia para a fabricação dos produtos.
 
De acordo com o governador Geraldo Alckmin, que fez o anúncio ontem (3), no Palácio dos Bandeirantes, cerca de 28 mil pessoas que utilizam o micofenolato de sódio e o everolimo para evitar a rejeição do órgão transplantado serão beneficiadas pela parceria. O estado de São Paulo é responsável por 50% dos transplantes feitos no país, tendo sido feitos 1.026 de rim e 60 de coração de janeiro a setembro de 2012.
 
“O Brasil tem um dos maiores programas de transplantes do mundo, muito bem-sucedido, fazendo transplante de rim, fígado, coração, pulmão ossos, pele, córnea. Quando começaram os transplantes, o maior problema não foi a técnica cirúrgica e sim a rejeição. Aí surgiram os imunossupressores e os transplantes caminharam em ritmo extremamente positivo”.
 
Alckmin ressaltou que os medicamentos serão adquiridos pelo Ministério da Saúde e atenderão a todo o Brasil. A parceria pode ter duração de três a cinco anos, de acordo com o tempo necessário para a transferência de tecnologia. Segundo os dados do ministério são necessárias por ano 259,8 mil unidades de everolimo e 28,8 milhões de comprimidos de micofenolato de sódio, que são de uso contínuo pelos transplantados.
 
Fonte Agência Brasil

Verrugas genitais

Definição
As verrugas genitais são formações moles e semelhantes a verrugas comuns que ocorrem nos genitais e são causadas por um vírus. Elas são um tipo de infecção sexualmente transmissível (IST).
 
Nomes alternativos
Condiloma acuminata; verrugas penianas; vírus do papiloma humano (HPV); verrugas venéreas; condiloma; teste de DNA-HPV; doença sexualmente transmissível (DST)
 
Causas, incidência e fatores de risco
O vírus responsável pelas verrugas genitais é chamado de vírus do papiloma humano (HPV). Existem mais de 70 tipos diferentes de HPV. Vários desses tipos causam as verrugas genitais.
 
As verrugas genitais podem ser encontradas no pênis, na vulva, na uretra, na vagina, no colo do útero, na laringe e no ânus ou em torno dele.
 
Outros tipos de HPV são associados com verrugas achatadas ou comuns encontradas em outras partes da pele, como nas mãos. Entretanto, as pessoas não contraem verrugas genitais pelo contato com verrugas nas mãos ou em outras partes do corpo.
 
A infecção por HPV nos genitais é comum, embora muitas pessoas não apresentem sintomas. Mesmo que você NÃO tenha sintomas, ainda assim deve receber tratamento para evitar complicações e a contaminação de outras pessoas.
 
Nas mulheres, o HPV pode invadir as paredes vaginais e o colo do útero. Essas verrugas são achatadas e são difíceis de enxergar sem a realização de procedimentos especiais.
 
Determinados tipos de HPV podem causar alterações pré-cancerosas no colo do útero, como câncer de colo do útero ou câncer anal. Esses são conhecidos como tipos de HPV de alto risco.
 
A seguir, fatos importantes sobre como o HPV e as verrugas genitais e como eles são transmitidos:
  • A infecção por HPV é transmitida de uma pessoa para outra através de contato sexual envolvendo pele ou membrana mucosa ou pele anal, oral ou vaginal. É possível transmitir as verrugas genitais e o HPV mesmo que não haja nenhuma verruga visível
  • Talvez não seja possível ver as verrugas por, pelo menos, de seis semanas a seis meses após a infecção por HPV. Também pode demorar mais que isso, até mesmo anos. Por essa razão, quando você notar as verrugas genitais pela primeira vez, isso não significa que você ou o parceiro mantiveram relações sexuais com alguém fora do relacionamento
  • Nem todas as pessoas que foram expostas ao vírus do HPV e às verrugas genitais irão desenvolvê-los
Os fatores a seguir aumentam seu risco de contrair verrugas genitais, de que as verrugas se espalhem mais rapidamente e de que retornem ou de que você apresente outras complicações de HPV:
  • Ter vários parceiros sexuais
  • Não saber se alguém com quem você fez sexo tem ISTs
  • Tornar-se sexualmente ativo muito cedo
  • Usar tabaco e álcool
  • Apresentar estresse e outras infecções virais (como herpes) ao mesmo tempo
  • Estar grávida
  • Ter um sistema imunológico que não funciona corretamente, como durante um tratamento de câncer ou AIDS
Se uma criança apresentar verrugas genitais, deve-se suspeitar de abuso sexual como uma das causas possíveis.
 
Sintomas
As verrugas genitais podem ser elevadas ou achatadas e geralmente têm cor de pele. Elas podem ter aspecto de couve-flor. Algumas vezes, as verrugas são tão pequenas e achatadas que não podem ser vistas a olho nu.
 
Lugares comuns para se encontrar verrugas genitais:
  • As mulheres apresentam, com mais frequência, verrugas ao redor da vagina ou do ânus ou dentro deles, na pele em volta dessas áreas ou no colo do útero
  • Os homens apresentam, com mais frequência, verrugas no pênis, no escroto, na virilha ou nas coxas, bem como ao redor do ânus, ou dentro dele, em homens que praticam sexo anal
  • Tanto homens como mulheres podem ter verrugas nos lábios, na boca, na língua, no palato ou na garganta (laringe)
Outros sintomas são raros, mas podem incluir:
  • Aumento da umidade na área das formações
  • Aumento do corrimento vaginal
  • Coceira no pênis, no escroto, na região anal ou na vulva
  • Sangramento vaginal, durante ou após a relação sexual
Entretanto, muitas pessoas com infecção por HPV geralmente não apresentam sintomas.
 
Exames e testes
O exame genital pode revelar lesões brancas ou da cor da pele, achatadas ou elevadas, únicas ou agrupadas em qualquer lugar dos órgãos genitais.
 
Nas mulheres, o exame pélvico pode revelar formações nas paredes vaginais ou no colo do útero. Uma ampliação de imagem (colposcopia) pode ser usada para enxergar as lesões invisíveis a olho nu. O tecido da vagina e do colo do útero pode ser tratado com ácido acético (vinagre diluído) para tornar as verrugas visíveis.
 
Um exame de Papanicolau pode identificar alterações causadas pelo HPV. As mulheres com esses tipos de alterações geralmente precisam realizar exames de Papanicolau com mais frequência por um período.
 
Um teste de DNA-HPV pode identificar os tipos de HPV de alto risco conhecidos por causar o câncer de colo do útero. Ele pode ser realizado como um teste de triagem em mulheres acima de 30 anos ou em mulheres de qualquer idade que apresentem um resultado de Papanicolau levemente anormal.
 
Tratamento
As verrugas genitais devem ser tratadas por um médico. NÃO use medicamentos para outros tipos de verrugas que sejam vendidos sem receita médica.
 
O médico pode tratar as verrugas genitais com um tratamento de pele no consultório. Ou, ele pode receitar um medicamento que deve ser aplicado em casa diversas vezes por semana.
 
Esses tratamentos incluem:
  • Imiquimod
  • Podofilina e podofilox
  • Ácido tricloroacético
Os tratamentos cirúrgicos incluem:
  • Criocirurgia
  • Eletrocauterização
  • Laserterapia
  • Excisão cirúrgica (retirar as verrugas por corte)
Se você desenvolver verrugas genitais, todos os seus parceiros sexuais deverão ser examinados por um médico e tratados se também tiverem verrugas genitais.
 
Após o primeiro tratamento, o médico agendará exames de acompanhamento para verificar se as verrugas retornaram.
 
Mulheres que já tiveram verrugas genitais e mulheres com parceiros que já tiveram verrugas genitais devem fazer exames de Papanicolau ao menos uma vez por ano. No caso de verrugas no colo do útero, as mulheres podem ser aconselhadas a fazer exames de Papanicolau a cada três a seis meses após o tratamento inicial.
 
Mulheres com alterações pré-cancerosas causadas por uma infecção por HPV talvez precisem de tratamentos adicionais.
 
Jovens e meninas entre 9 e 26 anos devem ser vacinadas contra o HPV.
 
Evolução (prognóstico)
A maioria das jovens sexualmente ativas é infectada pelo HPV, mas poucas permanecem infectadas por mais de cinco anos. Em muitos casos, o HPV desaparece sozinho.
 
A maioria dos homens infectados pelo HPV nunca desenvolve sintomas ou problemas decorrentes da infecção. Entretanto, eles podem transmitir a infecção para as parceiras sexuais atuais e, algumas vezes, para as futuras parceiras.
 
Mesmo após o tratamento das verrugas genitais, ainda é possível infectar outras pessoas.
 
Determinados tipos de verrugas genitais aumentam nas mulheres o risco de câncer de colo do útero e de vulva.
 
Complicações
Alguns tipos de HPV causam câncer de colo do útero e de vulva. Eles são a principal causa de câncer de colo do útero.
 
Os tipos de HPV que causam as verrugas genitais não são os mesmos que causam câncer anal ou peniano.
 
As verrugas podem ficar grandes e numerosas, exigindo tratamentos e procedimentos de acompanhamento mais prolongados.
 
Ligando para seu médico
Ligue para seu médico se um parceiro sexual atual ou antigo descobrir que tem verrugas genitais. Ligue se você apresentar verrugas visíveis nos órgãos genitais externos, ou se tiver coceira, corrimento ou sangramento vaginal anormais. Lembre que as verrugas genitais podem não aparecer por meses ou até anos depois de ter contato sexual com uma pessoa infectada.
 
Ligue para seu médico se suspeitar que uma criança pode estar com verrugas genitais.
 
As mulheres devem começar a fazer exames de Papanicolau aos 21 anos.
 
Prevenção
A abstinência total é o único método infalível de evitar verrugas genitais e outras infecções transmitidas sexualmente. Também é possível evitar esse tipo de infecção mantendo um relacionamento sexual com um parceiro único que você sabe não ter doenças.
 
A pele próxima às verrugas e ao redor dos órgãos genitais, do ânus e de outras regiões pode transmitir o vírus de uma pessoa para outra. Por isso, as camisinhas masculina e feminina não podem proteger você completamente. Mesmo assim, as camisinhas reduzem o risco e ainda devem ser usadas.
 
Elas diminuem suas chances de contrair ou transmitir ISTs. Essas precauções devem ser sempre seguidas. O HPV pode ser transmitido mesmo quando não existem verrugas visíveis ou outros sintomas. Consulte: Sexo seguro
 
Pare de fumar.
 
Duas vacinas que previnem a infecção de quatro cepas de HPV responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo do útero nas mulheres estão disponíveis no mercado. A vacina é administrada como uma série de três injeções. Ela é recomendada para meninas e mulheres entre 9 e 26 anos.
 
Referências
Diaz ML. Human papilloma virus: prevention and treatment.Obstet Gynecol Clin North Am. 2008;35(2):199-217.
 
Mayrand MH, Duarte-Franco E, Rodrigues I, Walter SD, Hanley J, Ferenczy A, et al. Human papillomavirus DNA versus Papanicolaou screening tests for cervical cancer. N Engl J Med. 2007;357:1579-1588.
 
Kahn JA. HPV vaccination for the prevention of cervical intraepithelial neoplasia. N Engl J Med. 2009;361:271-278.
 
HPV and Men - CDC Fact Sheet. April 3, 2008. Accessed December 20, 2009.
 
Fonte iG

Novo estudo associa HPV ao câncer de garganta

Não é a primeira vez que pesquisadores associam o vírus HPV
 aos cânceres da região da cabeça e do pescoço
Vírus transmitido pela relação sexual desprotegida aumenta em cinco vezes a chance de ter câncer na garganta e em toda a região do pescoço
 
Uma infecção transmitida sexualmente e geralmente associada ao câncer de colo do útero também está relacionada a um risco cinco vezes maior de câncer no aparelho vocal, segundo um estudo publicado na revista científica Journal of Infectious Diseases.
 
Não é a primeira vez que pesquisadores associam o vírus HPV aos cânceres da região da cabeça e do pescoço. Recentemente, um estudo feito pela Faculdade de Saúde Pública da USP mostrou que 72% dos casos de câncer de cabeça e pescoço apresentam o HPV, um vírus transmitido principalmente em relações sexuais desprotegidas.
 
Neste recente estudo, pesquisadores chineses combinaram os resultados de 55 estudos das últimas duas décadas, e descobriram que 28% das pessoas com câncer de laringe tinham tecidos tumorais com resultados positivos para o vírus do papiloma humano (HPV).
 
Mas esse índice variou amplamente de estudo para estudo – desde a ausência do HPV em pacientes com câncer de garganta, até uma taxa de infecção de 79% nos pacientes com tumores.
 
"A infecção pelo HPV, especialmente pelo tipo HPV-16, de alto risco, foi apontado como significativamente associado ao risco de carcinoma de células escamosas de laringe", escreveu o coordenador do estudo, Xinagwei Li, da Academia Chinesa de Ciências Médicas e da Faculdade Médica da Universidade de Pequim.
 
Além de reverem os estudos, os pesquisadores analisaram também 12 trabalhos que comparavam tecidos cancerosos e não-cancerosos em um total de 630 pacientes. Eles concluíram que os tecidos cancerosos de garganta tinham 5,4 vezes a chance de dar positivo para um exame de HPV, em relação ao tecido não-canceroso.
 
"Estamos descobrindo que o HPV parece estar ligado a vários carcinomas de células escamosas da cabeça, pescoço e garganta", disse William Mendenhall, oncologista especializado em radioterapia, da Universidade da Flórida, em Gainesville, que não participou do estudo.
 
"Acho que o risco do HPV em câncer de laringe é provavelmente relativamente baixo", acrescentou.
 
"A maioria dos pacientes que vemos atualmente vindo com câncer de laringe têm um forte histórico de tabagismo, e também de consumo pesado de bebidas."
 
Além do cigarro e do álcool, a má alimentação e a exposição a certas substâncias químicas podem aumentar o risco de cânceres de cabeça e pescoço (incluindo laringe).
 
A Sociedade Americana do Câncer estima que 12.360 pessoas receberão um diagnóstico de câncer de laringe nos EUA em 2012, e que haverá 3.650 mortes em decorrência da doença.
 
Mendehall disse que, de todos os cânceres de cabeça e pescoço, o HPV parece desempenhar um papel maior não no de laringe, e sim no câncer das amígdalas e do fundo da língua.
 
"A exposição é provavelmente décadas antes. Alguém que desenvolva um câncer da base de língua aos 50 anos provavelmente foi exposto ao vírus anos antes, na adolescência ou na faixa dos 20 anos."
 
Pelo menos metade das pessoas sexualmente ativas contrai HPV em algum momento da vida, segundo autoridades dos EUA, mas o vírus geralmente é eliminado pelo sistema imunológico. Apenas algumas das mais de 40 cepas do HPV estão associadas ao câncer.
 
Fonte iG

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Erva de São João pode curar a depressão?

Um remédio herbáceo feito de Erva de São João trata com eficácia sintomas da depressão clínica, concluiu uma análise de estudos anteriores.
 
O extrato de Erva de São João funciona melhor do que placebos e tão bem quanto antidepressivos comuns, mas com menos efeitos colaterais, reportaram os pesquisadores na revista científica Cochrane.
 
Os estudos revisados são de uma variedade de países e os pacientes testados apresentavam sintomas de depressão leves a moderados.
 
A erva trabalha de maneira similar a outros antidepressivos de companhias farmacêuticas que aumentam os níveis de serotonina no cérebro, um hormônio ligado ao humor.
 
Foram analisados 29 estudos com quase 5,5 mil voluntários. Foi observado também que, além de eficaz, menos pessoas largavam os estudos por causa de efeitos colaterais adversos.
 
Os pesquisadores também afirmaram que, apesar da eficácia verificada, os resultados apenas se referem às preparações que foram testadas e não àqueles que estão no mercado, pois estes variam muito de composição.
 
Curar depressão é um processo e não depende apenas de um simples remédio. A Erva de São João não cura depressão, mas seus extratos podem tratar os sintomas.
 
Depressão é a causa principal de suicídios e afeta 121 milhões de pessoas pelo mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Os tratamentos padrão incluem o Prozac, entre outros. Mas o medicamento não possui mais patente e é encontrado com o nome genérico de fluoxetina.

Fonte Hypescience