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quinta-feira, 14 de março de 2013

5 cargos da farmácia e sua remuneração

Do Gerente de Farmácia ao Estagiário de Farmácia; confira a média salarial 
 
Pesquisa da Catho Online, empresa de classificados online de currículos, traz média salarial de profissionais de diversas áreas da saúde. O levantamento é atualizado a cada três meses.
 
Confira a remuneração da área Farmacêutica:
 
Gerente de Farmácia R$ 3.727,83 (Média) R$ 3.044,00 (Menor) R$ 4.361,75 (Maior)
 
Farmacêutico Técnico Responsável R$ 2.754,14 (Média) R$ 2.097,66 (Menor) R$ 3.146,49 (Maior)
 
Assistente de Farmácia R$ 1.287,35 (Média) R$ 1.100,00 (Menor) R$ 1.429,45 (Maior)
 
Auxiliar de Farmácia R$ 1.135,83 (Média) R$ 891,51 (Menor) R$ 1.345,67 (Maior)
 
Estagiário de Farmácia R$ 744,04 (Média) R$ 629,30 (Menor) R$ 921,15 (Maior)
 
Metodologia
O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos, de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.
 
Fonte Saudeweb

Hospital Samaritano realiza cirurgia fetal inédita

Pela primeira vez na América e segunda instituição do mundo, especialistas fazem cirurgia fetal endoscópica para correção de malformação
 
Especialistas do Núcleo de Medicina Fetal e Perinatal do Hospital Samaritano de São Paulo realizaram procedimento inédito na América: uma cirurgia endoscópica para fechamento de espinha bífida/mielomeningocele. A cirurgia aconteceu no dia 23 de fevereiro.
 
A mielomeningocele é uma doença congênita caracterizada por uma malformação das estruturas que protegem a medula, que acomete o bebê na sétima semana de vida intra-uterina. A cirurgia fetal tem o objetivo de proteger (cobrindo ou fechando) a medula exposta, visando reduzir a lesão dos nervos expostos ao líquido amniótico durante toda a vida intra-uterina, o que levaria a uma destruição nervosa progressiva.
 
“O diagnóstico precoce de malformação no pré-natal é o primeiro passo para o sucesso de intervenções que possam ser feitas por cirurgia fetal”, afirma, em nota, a pioneira em cirurgia fetal endoscópica no país e especialista do Núcleo de Medicina Fetal e Perinatal do Hospital Samaritano de São Paulo, Denise Pedreira.
 
A especialista em Medicina Fetal explica que a correção deste defeito antes do nascimento mostra melhora no desenvolvimento neurológico do bebê e menor necessidade de colocar válvula para tratar a hidrocefalia, quando comparada aos casos operados somente após o nascimento.
 
A técnica endoscópica foi desenvolvida na Alemanha, publicada em 2009, com cerca de 70 procedimentos já realizados desde então. Foi a primeira vez que esta cirurgia foi realizada fora da Alemanha em qualquer país do mundo. A cirurgia convencional é feita “via céu aberto”, com corte na barriga e no útero para operar o feto. Já a técnica endoscópica é feita por câmera de vídeo, sem a necessidade da abertura do útero, apenas pequenos “furos”.
 
“A grande vantagem da técnica endoscópica é oferecer menos risco para a paciente, já que na cirurgia convencional há risco de ruptura do útero durante a gestação ou mesmo em uma futura gravidez”, explica Denise, em comunicado.
 
O procedimento foi realizado pelos especialistas do Núcleo de Medicina Fetal do Hospital Samaritano: Dra. Teresa Uras, neonatologista; Dra. Denise Pedreira, especialista em cirurgia fetal endoscópica; Dra. Nelci Zanon Collange, neurocirurgiã pediátrica; Dr. Edilson Ogeda, ginecologista e obstetra; e Dr. André Ivan Bradley, cirurgião pediátrico.
 
A cirurgia foi acompanhada também pelo Dr. Rubem Quintero, do Centro de Terapia Fetal da Universidade de Miami/Jackson Memorial Medical Center, que veio dos EUA especialmente para assistir o procedimento. “O que aconteceu aqui no Hospital Samaritano, em São Paulo, foi um momento histórico para a medicina. Estamos trabalhando nisso há mais de dez anos e, pela primeira vez, conseguimos fazer o procedimento fora da Alemanha. Estou muito feliz em participar desse momento”, disse.
 
Fonte Saudeweb

ONA anuncia próximo exame do SBA/ONA

Exame serve para verificar a capacidade de compreensão e interpretação das normas e instrumentos de avaliação, visando identificar o conhecimento normativo do candidato para atuar como avaliador
 
No próximo dia 17 de abril será realizado Exame do Sistema Brasileiro de Acreditação. Promovido pela ONA – Organização Nacional de Acreditação, esta é a primeira vez que o exame será realizado em uma quarta-feira, no período noturno, atendendo o público que não pode realizar as provas que normalmente são realizadas aos sábados, conforme comunicado da instituição.
 
As inscrições podem ser feitas entre os dias 13 e 26 de março e o período da matrícula vai de 27/03 a 9/04. A realização da prova online será das 18h30 às 22h30 da data anunciada (horário de Brasília). Antes disso, entre 11 e 16 de abril, o acesso ao ambiente da prova (Sandbox) poderá ser testado pelos candidatos a partir dos próprios computadores onde realizarão o exame.
 
O Exame do Sistema Brasileiro de Acreditação – SBA/ONA serve para verificar a capacidade de compreensão e interpretação das normas e instrumentos de avaliação, visando identificar o conhecimento normativo do candidato para atuar como avaliador. Essa é uma das etapas de qualificação que deve ser cumprida tanto pelos aspirantes à função como pelos avaliadores que já estão em atuação e precisam renovar o certificado a cada dois anos, tempo de validade do exame.
 
A responsável pela coordenação do ONA Educare, Ione Fuhrmeister Roessler, chama a atenção dos candidatos para a importância de seguirem as orientações sobre os procedimentos e cronograma de inscrição para o processo de seleção e recomenda a leitura atenta do Manual do Candidato. No documento, os candidatos encontram também a bibliografia de referência para o exame, entre os quais as últimas versões dos Manuais Brasileiros de Acreditação e Normas Orientadoras (conforme item 4.3 Programa do Exame de Proficiência, páginas nove e dez do Manual do Candidato).
 
Fonte Saudeweb

Pela primeira vez, Brasil vai medir seu índice de bem-estar

Pela primeira vez, Brasil vai medir seu índice de bem-estar Divulgação/Stock Photos
Pesquisa pretende descobrir o que realmente é um fator
 de bem-estar para o brasileiro
Resultados serão conhecidos em dezembro

Pela primeira vez, o Brasil vai descobrir qual é o seu índice de bem-estar. O Well Being Brazil (WBB) vai medir os anseios e necessidades da população de todo o país. Os resultados serão conhecidos em dezembro. O WBB está sendo coordenado por meio de uma parceira entre a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Eaesp), o Movimento Mais Feliz e a rede social MyFunCity.
 
A primeira etapa para a elaboração do índice terá início nesta quarta-feira. Pelos próximos 20 dias, a Eaesp — ainda em debate interno — começa a estabelecer a modelagem estatística do questionário que será aplicado para chegar ao índice final. O site do WBB também passa a ficar disponível para receber análises e contribuições. O portal também vai abrigar fóruns de discussões. Numa das fases seguintes, haverá coleta de dados virtualmente e também presencialmente - as cidades ainda serão escolhidas.
 
O WBB será diferente das medições atuais — como a Felicidade Interna Bruta (FIB) — que calculam a riqueza de uma região em concorrência aos indicadores tradicionais, como o Produto Interno Bruto (PIB) e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
 
— Os indicadores já existentes, como o FIB, são bons, mas nenhum deles consegue responder plenamente o que nós queremos saber: o que realmente é um fator de bem-estar para o brasileiro. E nós entendemos que só existe um caminho para isso que é perguntar ao cidadão — afirma Fabio Gallo, professor da FGV que, ao lado de Wesley Mendes, participa do desenvolvimento do estudo.
 
Ao todo, 10 indicadores vão compor o WBB. Entre as áreas pesquisadas estão transporte e mobilidade, profissão e dinheiro, consumo, entre outras.
 
O processo de construção do índice também prevê a realização de audiências públicas. As reuniões vão ocorrer em São Paulo, no Rio, em Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, no Recife, em Manaus e Brasília. Os encontros devem ter a participação de gestores públicos e entidades do terceiro setor.
 
Dessa forma, a expectativa dos pesquisadores é de que o trabalho também sirva de guia para o poder público e até para a iniciativa privada. A rede social MyFunCity vai operar paralelamente com o levantamento de dados e ajudar a identificar as tendências de necessidade da população.
 
  — A gente incentiva a participação popular na gestão, a definição de prioridade no planejamento público e o índice de satisfação por rua, bairro e cada cidade do país — afirma Mauro Motoryn, criador e presidente do Movimento Mais Feliz e MyFunCity e também encabeça o projeto.
 
— Nós conseguimos chegar ao índice de satisfação de cada cidade, bairro e rua do país — afirma Motoryn.
 
O estudo para a criação do índice de bem-estar do Brasil começou há cerca de um ano e foi impulsionado pela decisão da FGV-Eaesp de criar o Instituto de Finanças. O instituto reúne diversos núcleos e centros de finanças. Um dos segmentos se propôs a elaborar a metodologia para a criação do índice de bem-estar.
 
— Do ponto de vista acadêmico, contamos com a estrutura do Instituto de Finanças e da Eaesp para desenvolver toda a metodologia do índice. Do ponto de vista de difusão, nós contamos com a força da rede MyFunCity que atinge o cidadão onde ele estiver. A rede é capaz de captar a opinião do cidadão onde quer que ele esteja — afirma Gallo.
 
Fonte Zero Hora

Ressonância magnética ganha espaço no diagnóstico de câncer de próstata

Ressonância magnética ganha espaço no diagnóstico de câncer de próstata Arami Fumaco/Especial
Foto: Arami Fumaco / Especial
Utilização do novo método tem contribuído para adequar as
formas de tratamento e aumentar as chances de cura dos pacientes
Detecção precoce da doença pode reduzir o grande índice de mortalidade
 
O câncer de próstata é o mais comum entre os homens em todo o mundo e a segunda causa de morte relacionada a cânceres no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram mais de 60 mil novos casos em 2012. Para o médico Fábio Magalhães, somente a detecção precoce e a correta seleção de tratamento são capazes de reduzir o número de mortes. Ele defende a utilização da ressonância magnética como importante método diagnóstico auxiliar na definição dessas questões. Segundo Magalhães, a técnica vem auxiliando na identificação e caracterização da doença.

— O exame vem evoluindo como uma modalidade poderosa na localização e no estadiamento desse tipo de câncer, exibindo um desempenho superior ao exame de toque retal ou à ultrassonografia — argumenta.

Para o médico, os exames de toque retal e PSA ainda são fundamentais no rastreamento do câncer de próstata, e todo homem acima de 40 anos deve se consultar com um urologista pelo menos uma vez ao ano, conforme orientação da Sociedade Brasileira de Urologia. Entretanto, esses exames, a ultrassonografia e até mesmo as biopsias apresentam limitações no diagnóstico, o que provocou interesse pelo desenvolvimento de outras técnicas. Nesse contexto, a ressonância de próstata apresenta-se muito promissora, por causa da alta resolução das imagens e da possibilidade de estudar o comportamento biológico dos tecidos de forma não invasiva.

— De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Urologia e da Sociedade Americana de Câncer, a ultrassonografia isoladamente não é recomendada para o diagnóstico por imagem do câncer de próstata, pois não há evidências suficientes que comprovem sua especificidade ou capacidade de aumentar a taxa de detecção. Dessa forma, a ressonância vem ganhando cada vez mais importância no manejo do câncer de próstata — afirma Magalhães.

O exame dura em média 30 minutos, e Magalhães aconselha a realização em aparelhos de última geração que oferecem melhores resultados. O especialista alerta ainda os pacientes que tenham passado por biopsia recente e serão submetidos à ressonância magnética: o ideal é esperar para fazer a biopsia pelo menos um mês antes da realização do exame. Assim, diminui a influência das áreas de sangramento na interpretação das imagens.

Independentemente da maneira de diagnosticar a doença, o especialista defende a prevenção e o rastreio clínico como as melhores opções, sobretudo em homens com mais de 50 anos.

— Para manter-se saudável, é preciso ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos regularmente, em especial os homens que estão no grupo de risco, ou seja, com idade acima de 50 anos, histórico familiar da doença, com excesso de peso ou sedentários. Logicamente, a consulta frequente com um urologista é fundamental para um acompanhamento adequado — conclui.
 
Fonte Diário Catarinense