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quinta-feira, 28 de março de 2013

Técnica da micropigmentação camufla as falhas na careca

Imagem da  internet
 
Tratamento pode ser eficaz disfarçando os sinais que a calvície proporciona
 
A calvície é um problema que afeta as mulheres e persegue os homens antes dos 50 anos. A alopecia – como é chamada à calvície – atinge o topo da cabeça começando pela linha da frente dos cabelos, logo acima da testa. Além da predisposição genética, outros fatores podem contribuir para a queda dos cabelos. O estresse físico e psíquico, anemia, distúrbios metabólicos, falta de alguma vitamina ou mineral também podem causar o afinamento dos fios.

Como se não bastasse a queda de cabelo, alguns homens ainda sofrem com as entradas, que são motivos de problema de autoestima. Mas para resolver esse incômodo, eles podem investir na micropigmentação capilar. A técnica camufla as entradas, proporcionando um aspecto natural. Segundo a micropigmentadora Vanessa Silveira, mestra em micropigmentação fio a fio 3D, a técnica é indicada para homens e mulheres que apresentam a calvície e desejam um tratamento eficaz.

— A micropigmentação capilar consiste na reprodução de folículos de cabelo por meio de agulhas e de pigmentos. Durante a sessão é feito um traçado no couro cabeludo fio a fio em 3D de acordo com o tom de cabelo do cliente. Após concluir a implantação de pigmentos, é possível notar um aspecto de cabeça raspada — explica.

Como eu sei que o meu cabelo está caindo?

A pessoa pode notar o problema assim que perceber que está perdendo mais de 100 fios por dia. Observe os seguintes sinais:

Quando penteamos o cabelo e uma quantidade muito grande de cabelo fica na escova.

Tufos de cabelos no travesseiro.

Algumas mulheres sofrem queda de cabelo após a gestação.

Nos homens, as entradas e algumas falhas no couro cabeludo podem ser notadas ao pentear.

Se você notou esses sinais, procure um médico para diagnosticar o grau de calvície.

Eleve a autoestima com a micropigmentação capilar
Não importa o estágio de alopecia que você se encontra, até as pessoas que não apresentam nenhum cabelo, por meio da micropigmentação capilar é possível disfarçar o problema e conseguir um aspecto natural. A especialista revela que a técnica apresenta soluções para dois tipos de estágio de calvície.

— Em alguns casos, a técnica pode camuflar somente o fundo da cabeça, preenchendo a região onde apresenta queda de cabelo. O resultado fica natural e proporciona um aspecto como se a pessoa tivesse mais cabelo. Para quem tem poucos fios, a micropigmentação simula aparência de uma cabeça raspada, disfarçando as temíveis entradas — afirma Vanessa.

A aplicação tem duração de 1 a 2 horas por sessão e o processo de cicatrização dura em média 30 dias por região micropigmentada. O paciente pode sentir um leve formigamento durante a micropigmentação. Por isso é importante que a técnica seja feita por um profissional para evitar maiores desconfortos. Portadores de diabete, pessoas alérgicas a substâncias e hemofílicos devem procurar um médico antes de optar fazer a micropigmentação.
 
Fonte Diário Catarinense

Dia Nacional de Combate ao Câncer de Intestino alerta para a prevenção

Doença está associada a má alimentação e sedentarismo
 
O câncer de intestino é um dos tipos mais comuns entre os países ocidentais e cresceu consideravelmente no Brasil. De acordo com a estimativa do Instituto Nacional de Câncer, o INCA, deve ser confirmar um aumento de 7% no volume de ocorrências no país em 2012.
 
A dieta desequilibrada está relacionada à incidência da doença, assim como o sedentarismo e o tabagismo. No entanto, esse tipo de tumor se destaca pelo alto índice de cura quando há ênfase na prevenção. O alerta é pelo Dia Nacional de Combate ao Câncer de Intestino, que foi celebrado ontem (27).
 
O médico proctologista e coordenador do Centro de Prevenção do Câncer da Clinionco, Rafael Castilho, afirma que um sistema de prevenção efetivo diminuiria expressivamente o número de casos da doença, pois, além dos cuidados com a alimentação e outros hábitos que não são saudáveis, a possibilidade de diagnosticar precocemente lesões pré-cancerosas no intestino, os pólipos, dá a chance de extraí-los e eliminá-los antes que se tornem tumores.
 
— Temos a necessidade urgente de começarmos uma ação massiva orientando a população a consultar e fazer exames preventivos a partir dos 50 anos de idade. Naquelas pessoas pertencentes a grupos de maior risco, com histórico familiar de câncer intestinal ou formação de pólipos, a prevenção já a partir dos 40 anos é recomendada — afirma Castilho.
 
A doença está associada com a alimentação inadequada, o consumo de industrializados e o excesso de carboidratos e gorduras. O cigarro também é um dos fatores causais mais conhecidos, podendo dobrar a incidência para quem é fumante. Esses fatores de risco não sofrem uma grande variação entre os sexos, apesar do aumento de casos entre as mulheres.
 
— A mudança dos hábitos da vida feminina nas últimas décadas levou-as a desenvolverem problemas até então mais comuns nos homens. Por outro lado, costumam ser mais propensas a aderirem às campanhas de prevenção, o que pode ser um trunfo no combate ao câncer de intestino — afirma o especialista.
 
Fonte Zero Hora

Megaestudo localiza novas alterações genéticas ligadas ao câncer

Um conjunto de treze artigos científicos assinados por pesquisadores de mais de 160 grupos espalhados pelo mundo apresenta uma análise em larga escala de alterações genéticas ligadas ao câncer.
 
O resultado é a descoberta de mais de 70 novas alterações em regiões do genoma cuja presença indica uma probabilidade maior de desenvolver tumores de próstata, mama e ovário.
 
Além de ajudar a desvendar como essas "trocas de letras" do DNA contribuem para o aparecimento da doença, o objetivo do trabalho é mudar a forma como o câncer é rastreado na população, personalizando a indicação de exames que procuram sinais precoces da doença, como mamografias.
 
Editoria de arte/Folhapress
 
Hoje já se sabe que 30% dos cânceres têm um componente hereditário. Quando os médicos suspeitam, pelo histórico familiar, por exemplo, que uma pessoa carrega uma predisposição ao câncer, é possível realizar testes genéticos para confirmar isso e tomar precauções.
 
Exames
Já há no mercado, na rede privada e em centros de pesquisa também de instituições públicas, testes que procuram no genoma dos pacientes essas alterações nas "letras químicas" que indicam doenças. No entanto, eles só buscam um pequeno número de mudanças bem conhecidas e associadas ao risco.
 
Entre elas estão as alterações nos genes BRCA1 e BRCA2, fortemente ligadas a câncer de mama e ovários.
 
Segundo José Cláudio Casali, oncogeneticista do Hospital Erasto Gaertner e professor da PUC do Paraná, em 70% dos casos de câncer de mama em que há suspeita de componente hereditário não se consegue achar a mutação associada.
 
O conhecimento de mais indicadores deve reduzir essa incerteza. Com um resultado em mãos, o paciente pode tomar precauções.
 
"Não é porque está escrito no DNA que o câncer está no seu destino", diz Casali.
 
Entre as possíveis providências estão o uso de remédios para prevenir um tumor, cirurgias, como a retirada de ovários ou mama, o aumento de frequência de exames de detecção precoce e mudanças no estilo de vida.
 
"Hoje já está estabelecido o conceito de tratamento personalizado para o câncer, mas fala-se pouco em prevenção personalizada", completa Casali.
 
As alterações genéticas mais procuradas nos testes disponíveis hoje na rede privada de saúde são raras.
 
O que os pesquisadores estavam procurando eram trocas de letras mais comuns na população. Isoladamente, cada uma indica um risco só um pouco aumentado.
 
Em conjunto, segundo uma das pesquisas, assinada por Douglas Easton, da Universidade de Cambridge, e colegas, as alterações colocam 1% das mulheres com um risco até quatro vezes maior de ter câncer de mama do que a população em geral.
 
Em um futuro próximo, essas informações podem melhorar a programação de mamografias e exames de próstata periódicos, por exemplo, de acordo com o perfil de risco de cada um.
 
"Mesmo com o rastreamento, hoje você pode, por um lado, deixar casos passarem e, por outro, fazer exames em excesso", afirmou Vilma Regina Martins, diretora do Centro Internacional de Pesquisa do Hospital A.C. Camargo.
 
Melhores tratamentos no futuro
Além de melhorar o diagnóstico, os resultados obtidos nessa força-tarefa científica podem ampliar as opções de tratamento disponíveis, dizem pesquisadores evolvidos nos trabalhos.
 
Houtan Noushmehr, inglês criado nos EUA que é professor do departamento de genética da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e integrante de um dos grupos de trabalho desse esforço internacional, afirma que foram procuradas regiões que, por exemplo, ativam ou silenciam outros genes.
 
O conhecimento sobre as funções desses pedaços do DNA pode vir a ajudar a criação de novos tratamentos, mas ainda serão necessários mais estudos para isso.

Para o corpo funcionar bem, as bases que compõem o DNA (identificadas pelas letras A, G, C e T) precisam estar em uma "ordem correta". Mas, não raro, há erros de "ortografia". Alguns afetam coisas muito pequenas, mas outros significam uma probabilidade maior de doenças.

Antes de começar essa pesquisa, os cientistas já tinham disponível, por meio de trabalhos anteriores, um conjunto de mais de 200 mil "trocas de letras" do DNA suspeitas de ligação com o câncer.
Essas alterações foram colocadas em um chip, usado para avaliar pedaços de DNA de 100 mil pessoas com tumores de próstata, mama e ovário e 100 mil saudáveis.
 
Um dos problemas do novo estudo é que a maioria das amostras vem da população da Europa e da América do Norte, por isso é difícil saber o quanto os resultados podem ser extrapolados para outras regiões do mundo.
 
Noushmehr diz que um de seus objetivos é integrar o Brasil nessa colaboração, incluindo amostras de DNA de pacientes daqui em suas futuras análises, que se concentraram no tumor de ovário. "Também quero treinar pessoal daqui do laboratório para integrar o projeto", diz ele.
 
O resultado dos trabalhos está nas revistas "Nature Genetics","Nature Communications", "American Journal of Human Genetics", "Human Molecular Genetics", "PLoS Genetics" e em www.nature.com/icogs.
 
Fonte Folhaonline

Flora intestinal muda após cirurgia bariátrica e favorece perda de peso

Um estudo publicado ontem no periódico "Science Translational Medicine" apresenta evidências de que a cirurgia bariátrica bypass altera a composição microbiana, ou microbiota, do intestino e pode contribuir para a rápida perda de peso observada após a cirurgia.
 
As descobertas podem ajudar no desenvolvimento de tratamentos que ajustem os níveis de micróbios no intestino para ajudar pessoas a perderem peso sem cirurgia.
 
O trabalho buscou responder questões levantadas em estudos que mostraram que a microbiota de uma pessoa obesa mudava após uma cirurgia bariátrica bypass. A mudança era causada pela cirurgia ou pela perda de peso decorrente dela?
 
Os cientistas não sabem exatamente como essas mudanças levaram à perda de peso, mas os resultados indicam que as alterações da microbiota não são causados pela perda de peso ou pela a restrição calórica, mas decorrentes da cirurgia.
 
Fonte Folhaonline

Comissão aprova projeto que prevê identificação de medicamentos adquiridos exclusivamente para uso do SUS

Brasília – Todos os medicamentos adquiridos das indústrias farmacêuticas para uso exclusivo do Sistema Único de Saúde (SUS) terão que ser devidamente identificados.
 
O objetivo é criar um mecanismo que ajude a coibir desvios e a comercialização indevida desses remédios.
 
A matéria foi aprovada em caráter terminativo ontem (27) na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Agora, segue para apreciação da Câmara dos Deputados e, se aprovada, vai para sanção presidencial.
O relator do projeto, Romero Jucá (PMDB-RR), destacou que, além de medicamentos, a medida deverá ser estendida a equipamentos médico-hospitalares e odontológicos.  
 
O projeto prevê que os produtos e a identificação serão definidos em lei suplementar após a sanção presidencial.
 
Fonte Agência Brasil