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sábado, 15 de junho de 2013

Após oito meses com ereção, homem passa por cirurgia e órgão sexual reduz 50%

Motorista de caminhão processou médico por suposto erro médico em prótese inflável
 
Um motorista de caminhão, de 44 anos, que fez um implante "inflável" em seu órgão sexual processou o médico responsável pela cirurgia por um susposto erro. A informação é do jornal New York Post desta quarta-feira (12).
 
De acordo com a publicação, o homem luta na Justiça pela reparação dos danos e testemunhou no Tribunal de Justiça de New Castle Country, nos Estados Unidos. Em seu depoimento, ele relatou que teve uma ereção que durou oito meses. Após o problema, ele passou por uma nova cirurgia para retirada da prótese e seu testículo reduziu em 50%.
 
Por causa da ereção constante, ele ainda contou que passou por constrangimentos de ter que usar calças e camisas largas o tempo todo. Ainda durante seu depoimento, o homem contou aos jurados que a prótese inflável fez ele se sentir "menos homem".

O advogado de defesa do médico contou que a prótese teve que ser removido quatro meses após a cirurgia por causa de uma infecção. Porém, não atribuiu o erro ao seu cliente.

 A retirada aconteceu por meio de um dispositivo de punção do testículo do paciente. Hoje, ele usa uma prótese de substituição. Segundo o jornal, o procedimento foi realizado em dezembro de 2009 e a prótese retirada em agosto de 2010.
 
Fonte R7

Adolescente morre vítima de meningite em Marília (SP)

Doença que atingiu o jovem era a mais grave do tipo bacteriana
 
Um adolescente de 14 anos morreu vítima de meningite na cidade de Marília, interior de São Paulo.
 
O jovem deu entrada no pronto atendimento do Hospital Santa Antonieta, onde os médicos suspeitaram de dengue. Porém, com o agravamento do quadro, o adolescente foi transferido para o Hospital de Clínicas de Marília, onde morreu em menos de vinte e quatro horas vítima de meningite bacteriana tipo C.
 
Segundo a médica infectologista, Luciene Sgarbi, a meningite é a inflamação da membra que cobre o cérebro e pode ser de dois tipos: viral ou bacteriana, a mais grave.
 
O setor de epidemias da Secretaria de Saúde orientou a escola em que o rapaz estudava e a família foi instruída a tomar remédios.
 
Vacinação
As vacinas de meningite são distribuídas gratuitamente pela rede pública de saúde para crianças de até dois anos. Pessoas acima dessa idade precisam procurar a rede particular para se previr.


 
Fonte R7

Associação médica entra com pedido de improbidade contra ministro da Saúde

Segundo presidente da AMB, o Brasil precisa de mais recursos para a saúde
 
A AMB (Associação Médica Brasileira) entrou com uma ação de improbidade contra o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, por não ter usado R$ 17 bilhões que estavam disponíveis no orçamento do ministério entre 2011 e 2012.
 
De acordo com o presidente da associação, Florentino Cardoso, "nós todos reclamamos, inclusive o ministro, de que a saúde pública brasileira precisa de mais recursos".
 
— Então, a gente quer saber do ministro da Saúde porque ele não utilizou nem o recurso que tinha disponível.

Segundo Cardoso, a informação foi repassada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em uma audiência na Câmara dos Deputados. De acordo com a exposição do TCU, o ministério não usou cerca de 18% dos R$ 93 bilhões que tinha à disposição. De acordo com o presidente da AMB, o percentual está acima da média dos anos anteriores, um patamar de 3%.
 
— A gente imagina que a burocracia oficial para se fazer as coisas, a gente até imagina que seja difícil executar 100% do orçamento. Mas deixar de executar um valor tão importante, nós queremos saber porque. Essa não é a média dos anos anteriores.
 
Cardoso disse ainda que dependendo dos motivos apresentados por Padilha, a associação buscará a responsabilização do ministro.
 
Em nota, Padilha atribuiu a ação da AMB à controvérsia em relação à contratação de médicos estrangeiros para trabalhar no Brasil. “O ministro Alexandre Padilha lamenta que uma entidade médica recorra a este tipo de ataque por discordar do diagnóstico de que faltam médicos no Brasil e por tratar como tabu a perspectiva de atração de médicos estrangeiros para atuarem no Brasil”, diz a nota do ministério.

O comunicado destaca ainda que os recursos destinados à saúde cumprem as determinações legais e que as contas do ministério foram aprovadas pelos órgãos competentes.
 
“O Ministério da Saúde cumpre rigorosamente o que determina a Emenda Constitucional 29 [a verba destinada ao setor deve ser a mesma empregada no ano anterior com o acréscimo da variação do Produto Interno Bruto], o que assegura investimento federal crescente, estável e contínuo. As contas federais, inclusive, foram aprovadas pelos órgãos de controle interno e externo e pelo Conselho Nacional de Saúde, no qual as entidades médicas têm participação”.
 
Fonte Agência Brasil

Três quitutes juninos somam mais de mil calorias

Uma porção de Amendoim torrado: 595 cal
Conheça o valor calórico de 12 delícias juninas e veja algumas dicas de receitas saudáveis e light para você curtir a festa sem cometer excessos
 
Além da diversão, a festa junina traz muitas tentações. Os quitutes típicos estão cheios de calorias – e resistir a eles não é o forte da maioria das pessoas.
 
“São tantos quitutes típicos que fica difícil manter uma dieta saudável diante das deliciosas opções.

O segredo é saber fazer as escolhas certas, como por exemplo, escolher a versão light de uma receita ou comer porções bem pequenas”, ensina a nutricionista Lara Natacci, do Meu Prato Saudável, uma parceria do Instituto do Coração (Incor) com a LatinMed Editora em Saúde.
 
Veja a seguir as calorias dos principais alimentos juninos (em cada 100g):
 
Amendoim torrado: 595 cal
 
Arroz doce: 234 cal
 
Batata doce frita: 368 cal. Batata doce cozida: 125 cal
 
Bolo de fubá: 259 cal
 
Canjica: 363 cal
 
Milho verde cozido: 325 cal
 
Pé-de-moleque: 418 cal
 
Pinhão cozido: 195 cal
 
Pipoca pronta com manteiga: 403 cal
 
Quentão: 310 cal
 
Vinho quente: 153 cal
 
A nutricionista explica que o bolo de milho, por exemplo, é um bom prato e não contém muitas calorias – mas desde que seja feito com pouco açúcar ou sucralose.
 
“Durante os festejos, deixe para comer os docinhos por último, evitando repetir”, explica Lara.
Quando o assunto se volta às bebidas alcóolicas, é preciso ter mais moderação.
 
"O quentão é gostoso, mas por causa da cachaça e seu valor calórico, o recomendável é não ultrapassar as duas doses. A vantagem da bebida é o gengibre, que tem ação anti-inflamatória, cicatrizante e ajuda na digestão", explica ela.
 
“Para evitar a desidratação e o mal-estar no dia seguinte, beba de 1 a 2 copos de água para cada dose de bebida alcoólica”, completa a nutricionista.
 
Veja algumas opções light e saudáveis selecionadas pelo programa Meu Prato Saudável, para que as comemorações típicas não tragam alguns quilos indesejados.
 
1 - Bolo de milho com coco
 
Rendimento: 15 porções

Calorias por porção: 290 Kcal

Ingredientes
3 ovos
5 xícaras (chá) de leite
40 gr de queijo ralado
1 1/2 xícara (chá) de preparado para polenta
3 xícaras (chá) de açúcar
1 pacote de coco ralado
1 colher (sopa) de margarina
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) de fermento químico em pó

Preparo: Bata no liquidificador os ovos, 3 xícaras(chá) de leite, o queijo ralado, o preparo para polenta, o açúcar e o coco ralado. Em seguida, adicione o restante dos ingredientes aos poucos no liquidificador. Bata mais um pouco. Asse em uma forma untada e polvilhada. Depois de frio corte em quadrados pequenos.
 
2 - Queijadinha de milho-verde

Rendimento: 12 porções

Calorias por porção: 71 Kcal

Ingredientes:
1 lata de milho-verde
1 xícara (chá) de leite em pó desnatado
1/2 xícara (chá) de adoçante em pó para uso culinário
1/2 xícara (chá) de leite desnatado
1 colher (sopa) de margarina
3 ovoS
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
Canela-da-china em pó para polvilhar

Preparo: Bata bem todos os ingredientes no liquidificador. Coloque forminhas de papel duplas em uma assadeira. Encha as forminhas até a metade e leve para assar em forno médio até dourar. Misture adoçante e canela, polvilhe as queijadinhas e sirva.
 
3 - Bolo Junino
 
Rendimento: 16 porções
 
Calorias por porção: 180 Kcal

Ingredientes

Creme
3 espigas de milho-verde
3 ovos
2 xícaras (chá) de leite em pó desnatado
1/2 xícara (chá) de adoçante em pó
1 xícara (chá) de água
1 colher (sopa) de margarina

Massa
150 gr de margarina
3 gemas de ovo
3 colheres (sopa) de adoçante em pó
1 xícara (chá) de fubá
1/2 xícara (chá) de leite desnatado
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
3 claras de ovo em neve
1 colher (sopa) de fermento químico em pó

Montagem
1 colher (sobremesa) de margarina para untar
2 colher (sopa) de glicose para untar
100 gr de coco em lascas

Preparo
Creme: Rale o milho verde e bata no liquidificador com os ovos, o leite em pó, o adoçante, a água e a margarina. Passe por uma peneira e reserve. Unte uma forma redonda média com a margarina e polvilhe a frutose. Despeje o creme e reserve.

Massa: Bata a margarina, as gemas e o adoçante até obter um creme leve. Junte o fubá, o leite e a farinha. Misture levemente a farinha de trigo peneirada com o fermento e as claras em neve. Coloque a massa do bolo sobre o creme e leve para assar em banho-maria em forno médio baixo, por cerca de 40 minutos ou até ficar firme e dourado. Retire, espere amornar e desinforme.

Montagem: Enfeite com o coco em lascas e sirva
 
4 - Pé de Moleque de Micro-ondas

Rendimento: 13 porções

Calorias por porção: 133 Kcal

Ingredientes
2 colheres (sopa) de adoçante de forno e fogão
2 colheres (sopa) glucose de milho
1/2 xícara (chá) água
250 g amendoim (sem casca) torrado e triturado (deixe alguns inteiros)
1 pitada sal
2 colheres (sopa) margarina light
óleo para untar a forma
1 colher (chá) bicarbonato de sódio

Preparo: Misture o adoçante, a glucose de milho, a água e leve ao micro-ondas por 12 a 15 minutos, em potência alta, mexendo a cada 4 minutos até formar uma calda grossa e dourada. Junte o amendoim, a margarina e o bicarbonato, mexa bem e espalhe em forma untada. Depois de frio, corte em pedaços.
 
5 - Canjica Light

Rendimento: 12 porções

Calorias por porção: 232 Kcal

Ingredientes
500 g de milho para canjica
1 1/2 xícara (chá) de leite em pó desnatado
1 e 1/2 xícara (chá) de água
4 xícaras (chá) de leite desnatado
1 xícara (chá) de adoçante de forno e fogão
1 vidro de leite de coco light
2 paus de canela grandes
5 cravos da índia
1 colher (sopa) de margarina light

Preparo: Deixe os grãos de molho em água, de véspera. Cozinhe-os em água suficiente (cerca de uma hora e meia a duas horas em panela comum, 30 a 45 minutos em panela de pressão), com o cravo e canela. Bata o leite com o leite em pó, o adoçante e o leite de coco, no liquidificador. Quando os grãos estiverem macios, junte o batido de leite e a margarina e deixe ferver, mexendo de vez em quando para não grudar no fundo. Ferva por cerca de 10 minutos e desligue o fogo. Deixe descansar por uma hora, antes de servir.
 
Fonte iG

Cientista analisa qualidade do ar de metrô

Estudo mostra que ar do metrô de Nova York tem qualidade
 semelhante ao de pontos da cidade
Cada amostra de ar coletada continha um bilhão de bactérias, algo equiparável ao encontrado no ar exterior
 
Norman R. Pace, microbiologista da Universidade de Colorado em Boulder, foi um dos primeiros pesquisadores a utilizar o DNA para estudar micróbios. Ele pesquisou os extremófilos (organismos que vivem em ambientes extremos) das fontes termais do Parque Nacional de Yellowstone e chegou a mergulhar com o submersível Alvin para examinar a vida microbiana das fontes hidrotermais.
 
Como qualquer microbiologista que já viu muita coisa, ele cumprimenta os visitantes com um "toca aqui".
 
Pace também pesquisou um ambiente exótico que é muito mais familiar para os nova-iorquinos: o metrô da cidade. Mas qual era seu objetivo? Descobrir exatamente como é o ar que se respira lá baixo – e se as criaturas invisíveis seriam motivo de preocupação. Além disso, seu estudo fornece uma "base prévia", ou seja, uma noção de quais são as condições normais do ar nessas áreas – o que é extremamente útil no caso de um ataque bioterrorista, das inundações recentes ou de qualquer outra catástrofe.
 
Em cada uma de sete estações pesquisadas – Times Square, Grand Central (com as linhas 4, 5, 6 e 7), Union Square, Chambers Street, Bowling Green e a estação abandonada da IRT na prefeitura – a equipe de Pace coletou dois metros cúbicos de ar, o equivalente ao que uma pessoa respira todos os dias.
 
Como referência, a equipe também coletou o ar da superfície na Union Square e dentro do mezanino da Grand Central. As descobertas foram publicadas na revista "Applied and Environmental Microbiology".
 
Cada amostra continha um bilhão de bactérias e, surpreendentemente, costumava refletir a qualidade do ar exterior, conforme descobriram Pace e os colegas. Contudo, a equipe destacou uma diferença fundamental no subterrâneo: "O volume de fungos é um pouco mais alto. Porém, há muita madeira podre por lá, de forma que isso não chega a surpreender."
 
A equipe não identificou qualquer patógeno humano e apenas cinco por cento das espécies microbianas (que representam um quinto das identificáveis) eram provavelmente originadas na pele humana – em calcanhares, cabeças e antebraços, principalmente.
 
"Todas as vezes que você desce, a pressão do ar dentro de seus sapatos aumenta", afirmou Pace.
 
"Você pisa e libera um pouco de ar quente, que por sua vez carrega a microbiologia do pé." Essa "nuvem convectiva" é irradiada pelos corpos dos cerca de 1,6 bilhão de passageiros que utilizam o sistema de metrô todos os anos. Bactérias associadas à pele humana foram encontradas até mesmo na estação abandonada, no centro da cidade.
 
O veredito: o ar lá de baixo não é causa para preocupação e, do ponto de vista da microbiologia, o ar úmido de lá de baixo não é diferente de qualquer local cheio de gente.
 
"Não identificamos nada estranho e certamente nada ameaçador", afirmou Pace. "Pelo menos, nada mais ameaçador que a pessoa ao seu lado na plataforma do trem."

Fonte iG