Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Mulher encontra rato dentro de embalagem de macarrão instantâneo

Foto: Reprodução / Tribuna do Ceará
Uma dona de casa de Fortaleza, no Ceará, teve uma surpresa desagradável ao abrir o pacote de um macarrão instantâneo da marca Nissin, em outubro (28). Um rato estava grudado ao alimento.
 
Moradora do Bairro Barroso, Mônica da Silva rapidamente sentiu um forte cheiro ao abrir a embalagem, cuja validade estava dentro da data estipulada no pacote.

Responsável pelo produto, a empresa Nissin Ajinomoto Alimentos Ltda se pronunciou sobre o caso através de uma nota oficial. Ao longo do texto a Nissin ressaltou que realiza um rigoso controle de qualidade na fabricação dos alimentos e que providenciou a análise do produto.

Veja na íntegra a nota

"Informamos que recebemos no dia 28/10/13, por meio do nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor, 0800-727-6020, a reclamação da Sra. Mônica da Silva Vasconcelos Melo, referente a um roedor em nosso produto Nissin Lámen Sabor Carne.

Cabe informar que, nosso procedimento de retorno ao consumidor, após reclamação formulada em nossos canais de atendimento, é de 24 a 48 horas. Porém, por decisão da consumidora, o atendimento será realizado no dia 29/10/2013, a partir das 17h.

Após a coleta do produto em questão, providenciaremos a análise, e posteriormente será dado retorno sobre o resultado à consumidora. Salientamos que exercemos um rigoroso controle de qualidade em todas as etapas de fabricação dos nossos produtos.

Informamos também que em nossas Fábricas aplicamos as normas de Boas Práticas de Fabricação, recomendadas pela Vigilância Sanitária e ainda possuímos equipamentos de alto padrão que visam garantir a higiene e segurança do nosso produto.
"
 
Tribuna do Ceará

Com 242 mortos, Paraguai atravessa pior epidemia de dengue de sua história

Com 242 mortos, Paraguai atravessa pior epidemia de dengue de sua história
EFE
O Paraguai atravessa a pior epidemia de dengue da sua história, com 242 mortos neste ano, um número que pode disparar nos próximos meses de calor, por isso que o Governo procura com uma campanha de fumigação e prevenção alertar a sociedade civil.
 
Essa combinação de forças ocorre em vários bairros de Assunção, como o de Tacumbú, um dos maios afetados pelo vírus, onde empregados da saúde e brigadas municipais se somaram à mobilização "Juntos contra a Dengue", uma iniciativa da Confederação Paraguai de Cooperativas.
 
"Não queremos que mais paraguaios morram por esta doença, que se pode prevenir. É importante trabalharmos todos juntos contra a dengue, que já matou 242 pessoas", disse a vice-ministra paraguaia de Saúde, María Teresa Barán, que lembrava o drama da situação que o país vive.
 
Desta maneira, as brigadas - armadas com disparadores de fumaça e moto mochilas - jogaram inseticida biodegradável em algumas casas particulares, enquanto explicavam aos proprietários a necessidade de controlar de forma periódica os possíveis criadouros de dengue. "É algo que está sendo feito todos os anos, mas neste ano intensificamos pelo aumento de vítimas.
 
Assim, pedimos ao povo que limpem os pátios, depósitos, vasos, canaletas, pneus e garrafas", disse à Agência Efe Cessar Agouro, do departamento de imprensa do Serviço Nacional de Erradicação da Malária (Senepa). No entanto, Agouro reconheceu que o Paraguai está condenado a seguir alojando a dengue se seus cidadãos não adquirirem plena consciência da gravidade da epidemia.
 
"Não há uma consciência. O povo não entende a seriedade do problema. Já no ano passado muitos moradores se opuseram à fumigação e foi preciso emitir ordens judiciais para limpar suas casas", afirmou Agouro. Esta espécie de apatia social situa o Governo frente a uma dupla batalha: atuar com eficiência contra o mosquito portador da dengue, o Aedis aegypti, e, ao mesmo tempo, incentivar os paraguaios a tomar conhecimento do assunto.
 
"Falta um maior compromisso cidadão, acho inclusive que deveriam ser aplicadas sanções contra os responsáveis da sujeira em terrenos baldios e borracharias", declarou à Efe o doutor Silvio Ortega, diretor-geral do Senepa. Como amostra disso, Ortega disse que segue existindo um grande índice de resíduos sólidos, a principal causa de cultivo do mortífero mosquito.
 
"Neste ano temos 72% de resíduos, a mesma porcentagem que no ano passado, portanto podemos dizer que não avançamos muito", admitiu o médico. Na mesma linha, Oscar Basualdo, proprietário de uma das casas fumigadas na sexta-feira em Tacumbú, advertiu sobre a inutilidade da campanha se não for acompanhada da total participação dos cidadãos.
 
"São bastantes os que morreram, mas não existe consciência a respeito, e isso é verdadeiramente preocupante", opinou Basualdo. É preocupante também a próxima chegada do verão, em 21 de dezembro, e o possível desembarque no país do sorotipo 4 da dengue, que juntaria forças com o 2, o mais grave e que ocasionou quase todas as mortes de 2013.
 
Entre as fatores que explicam esse brutal aumento (172 falecimentos a mais do que os registradas em 2012), os especialistas citam a circulação simultânea desses sorotipos, os desajustes imunológicos nas pessoas com anteriores quadros de dengue e a automedicação dos afetados.
 
Todos os atores políticos e sociais paraguaios concordam que não existe outra estratégia para atalhar o agente do vírus do dengue que a criação de um rede de higiene comunitária como a que nesta sexta-feira foi lançada em Tacumbú.
 
E os cidadãos terão que entender que se trata de uma guerra, como definiu o vice-presidente do país, Juan Afara, durante a apresentação do programa "Juntos contra a Dengue", "Esta é uma guerra contra um mal que é o mal da sujeira. Essa é a realidade, mas nós vamos ganhar", destacou Afara.
 
EFE

Qual a melhor forma de tratar o colesterol?

AP
Número de pessoas que será tratada com estatinas deve crescer
Novas recomendações das associações de cardiologia mudam regras do jogo
 
As associações de cardiologia mais importantes dos Estados Unidos surpreenderam a comunidade médica esta semana ao publicar novas orientações sobre como tratar o colesterol.
 
As novas recomendações mudaram completamente as regras do jogo. Os pacientes agora não terão mais metas — como um nível específico de colesterol no sangue que devem atingir — mas serão classificados em quatro grupos para os diferentes tratamentos recomendados com drogas conhecidas como estatinas.
 
Isso significa que um terço dos adultos que vive nos Estados Unidos deve considerar a possibilidade de tomar esses medicamentos. Tais substâncias diminuem os níveis do colesterol, em comparação com os 15% da população que já usam esse tipo de tratamento.
 
A outra novidade trazida pela orientação publicada pelo ACC (American College of Cardiology) e pela AHA (American Heart Association) é que, pela primeira vez, não se leva apenas em consideração os infartos, mas também os acidentes vasculares cerebrais.
 
O anúncio gerou polêmica entre os médicos e especialistas dentro e fora dos Estados Unidos. Alguns apoiaram a recomendação, enquanto outros reforçaram os riscos de efeitos secundários, e o impacto que o uso dessa droga pode ter sobre o desenvolvimento de medicamentos e métodos alternativos.
 
A BBC Mundo investigou alguns desses argumentos com representantes da comunidade médica.
 
Não há números
Para Luis Rodriguez Padial, vice-presidente eleito da Sociedade Espanhola de Cardiologia, a perda dos objetivos "pode envolver o relaxamento no interesse em alcançar uma meta, que existe quando você tem um nível a atingir".
 
— Mudar essa atitude pode ser algo negativo, porque muitos pacientes terão uma queda nos níveis que poderiam ser alcançados'.
 
No passado, as pessoas com níveis extremamente elevados, 190mg/dl ou mais, de colesterol ruim, conhecido como LDL, além de receberem tratamento com estatina, precisavam também reduzir o nível para 70mg/dl. Este último não é mais necessário, pelo menos nos Estados Unidos.
 
Para o cardiologista José Antonio Carbonell, do Hospital Marina Baixa, em Alicante, Espanha, as mudanças não são negativas.
 
— A partir da nova classificação em grupos de risco, o paciente recebe uma sobrecarga menor de medicamentos e, portanto, menos efeitos colaterais, menos interações medicamentosas, uma melhor adesão aos tipos de tratamentos e custos monetários provavelmente menores.
 
O novo guia divide os pacientes em quatro grupos: os que já sofrem de doenças cardiovasculares, aqueles com níveis de LDL de 190mg/dl ou mais, adultos acima de 40 anos com diabetes tipo 2, e adultos acima de 40 anos com 7, 5% de risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares em 10 anos.
 
Tratamento desnecessário?
No entanto, Carbonell acrescentou que a nova maneira de calcular o risco de eventos cardiovasculares "não provou ser muito precisa com determinados grupos da população, o que poderia significar que algumas pessoas receberiam tratamentos mais fortes do que elas possivelmente precisam."
 
Martin Nieves, diretor da unidade de Medicina Interna do Instituto Médico La Floresta em Caracas, na Venezuela, concorda com Carbonell. Para ele, o temor é de que 'mais pacientes recebam estatina'.
Mas, por outro lado, diz ele, "é improvável que os pacientes sejam afetados".
 
— Em vez disso, estas orientações são muito mais abrangentes.
 
Até hoje, as evidências científicas colocam a estatina como único tratamento farmacológico que provou ter um impacto na redução do colesterol, e, talvez por essa razão, estas novas recomendações deem tanta ênfase à este medicamento.
 
— No entanto, a primeira intervenção causada pelo uso do medicamento é sobre o estilo de vida, como uma dieta saudável para o coração, atividade física regular, peso saudável, e não utilizar produtos de tabaco.
 
Para Carbonell, "a dieta mediterrânea ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue de uma forma muito natural".
 
No entanto, tais medidas naturais não podem ser as únicas quando há altos níveis de colesterol e risco de doenças cardiovasculares. Em tais casos, as mudanças no estilo de vida tem de ser acompanhadas por tratamentos com remédios.
 
Em breve
Segundo Rodriguez Padial, "nas orientações de países europeus, que contam com um conjunto de objetivos, um paciente diabético que teve um acidente vascular cerebral, ou insuficiência renal, são pacientes de muito alto risco, e baixar os níveis de 190 para 80 não é suficiente. O ideal é chegar a 70mg/dl, desde que tolere as drogas".
 
Agora, as orientações nos Estados Unidos recomendam fornecer doses altas de estatina.
 
— Claro que baixa o colesterol, mas apenas em teoria terá benefícios.
 
Os especialistas consultados pela BBC concordaram que é cedo para tirar conclusões sobre qual é o melhor tratamento para o colesterol alto.
 
Carbonell diz que "(a nova orientação) apresenta uma interessante forma de simplificar os grupos que podem se beneficiar das estatinas, e constitui uma ferramenta atualizada para tratar os pacientes".
 
Ele disse que agora quer ver, a médio prazo, como estas recomendações serão adotadas, e quais são os resultados que os Estados Unidos terão. Só então os outros países irão considerar a adoção.
 
BBC Brasil/R7

Exercícios físicos são excelentes no tratamento para estrias

exercicios-fisicos-combatem-estriasAs estrias  estão dentre as piores inimigas da grande maioria das mulheres
 
E não estamos falando apenas das que passam de uma certa idade, já que o problema também pode surgir quando elas ainda são mais novas. Muitas mulheres acabam não dando muita importância para este problema enquanto pensam que estão livres, mas quando menos se espera elas acabam tendo problemas com estas marcas brancas e vermelhas que vão surgindo em determinadas partes do corpo.
 
A partir deste momento começa uma grande correria em busca de soluções e de tratamentos para que as estrias não possam ser percebidas pelas outras pessoas, especialmente quando os dias mais quentes do ano começam a se aproximar e os biquínis e roupas de banho começam a sair do armário.

O problema é que a grande maioria dos tratamentos demoram muito para fazer o efeito definitivo, e os que prometem uma solução mais definitiva acabam sendo muito caros. Além disso, estes tratamentos, na sua maioria, acabam não significando que a pessoa vá estar livre das estrias para sempre.

Mas a grande maioria dos médicos e especialistas no assunto concordam com um tipo de tratamento que se mostra extremamente eficiente na grande maioria dos casos: exercícios físicos e uma dieta saudável.

Mas antes que as mulheres corram para as academias e passem muitas horas do seu dia malhando, é importante fazer uma boa avaliação da saúde, especialmente as que não costumam fazer exercícios físicos. É importante que a prática das atividades seja feita com moderação para que não criem problemas mais sérios com a saúde.

Além disso, os especialistas recomendam também que as mulheres tenham alguns cuidados com a pele antes de começar os exercícios físicos. Antes de começar, é importante incluir rotinas de hidratação da pele. A utilização dos cremes no corpo são muito importante porque quando a pele está bem hidratada ela acaba se tornando muito mais resistente a rupturas dos tecidos.

Em termos de opções de hidratação para pele, existem muitos produtos que estão disponíveis no mercado. As melhores opções são aqueles que são a base de óleos como óleo de semente de uva, macadâmia, amêndoas e rosa mosqueta. Aplique principalmente nas regiões atrás dos joelhos, no abdômen, nas coxas e nos quadris.

E não esqueça também que a hidratação também funciona de dentro para fora. Por isso, beba bastante líquidos, especialmente água.

Exercícios Físicos
Os exercícios físicos acabam sendo muito mais eficientes no tratamento da pele com estria porque além de conseguir, com o tempo, remover as marcas que já estão no corpo, eles também ajuda na prevenção das marcas que ainda vão surgir. Por isso, o ideal sempre é manter uma rotina de atividades, com pelo menos três sessões por semana.

A prática dos exercícios acabam deixando a pele mais saudável e com uma capacidade elástica melhor, e assim ela consegue ser mais resistente a estas rupturas que surgem com o passar dos anos. Em termos de tipos de exercícios, os especialistas recomendam os seguintes: abdominais, flexões, elevações de pernas, caminhadas, e fazer jogging.

Clickgratis

Repouso, boa alimentação e hidratação ajudam no tratamento da pneumonia

"Tenha sempre um médico da sua confiança, disponível e qualificado. A evolução da doença precisa ser acompanhada de perto por um profissional", alerta o especialista
 
Durante o tratamento da pneumonia, o repouso, a boa alimentação e a hidratação são fundamentais. De acordo com o pneumologista Flávio Andrade, o repouso serve para que a energia do organismo seja restabelecida para a recuperação do quadro.
 
"Sendo assim, o afastamento do trabalho também pode ser necessário. A hidratação oral é uma das principais armas na recuperação desses quadros, portanto, fundamental", acrescenta o especialista, que recomenda ainda que a prática de exercícios físicos seja suspensa durante a reabilitação.

"Além disso, é preciso se preocupar com a higiene nessa fase dos primeiros indícios da doença, ou seja, lavar as mãos, usar álcool em gel, evitar lugares sem ventilação e cobrir a tosse é essencial", complementa.
 
Andrade ressalta ainda que a existência de doenças crônicas, como a asma, as doenças pulmonares obstrutivas e o diabetes, demanda um cuidado ainda maior durante o tratamento.
 
É preciso que essas enfermidades estejam sob controle para que os sintomas da infecção respiratória não sejam potencializados.
 
"Tenha sempre um médico da sua confiança, disponível e qualificado. A evolução da doença precisa ser acompanhada de perto por um profissional", alerta o especialista.
 
Correio Braziliense