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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Pais 'amamentam' em campanha de conscientização nos EUA

Divulgação/Project Breastfeeding
Campanha visa conscientizar pais sobre necessidade de dar apoio
 a suas mulheres
Fotos de homens de peito nu com bebês e frase 'se pudesse, eu faria' visam alertar pais da necessidade de ajudar mães na amamentação
 
Um fotógrafo americano lançou uma campanha que visa conscientizar homens sobre a necessidade de dar apoio às suas mulheres durante o período em que elas estão amamentando.
 
O Project Breastfeeding (Projeto Amamentação), criado por Hector Cruz, traz fotos de homens, muitos deles sem camisa, segurando bebês contra o peito, como se os estivessem amamentando.
 
As imagens vêm acompanhadas da frase "If I Could, I Would" (Se eu Pudesse, Eu Faria).
Cruz afirma ainda querer reduzir estigmas associados à amamentação.
 
No vídeo promocional da campanha, o fotógrafo diz: "Nossa missão é desestigmatizar a amamentação em público, educar homens e conferir poder às mulheres".
 
"A campanha começou como uma forma de desestigmatizar o ato de amamentar em público. Somos um dos poucos países do mundo que têm leis para proteger mulheres (que amamentam em público)."
 
Divulgação/Project Breastfeeding
As imagens vêm acompanhadas da frase "If I Could, I Would"
 (Se eu Pudesse, Eu Faria)
"Mas por meio do apoio e das várias mensagens que recebemos, por eu também ser um pai, evoluiu para algo muito maior. Evoluiu para se tornar uma maneira de dar educação aos pais e ajudá-los a entender como o papel deles é crucial na amamentação de suas esposas e companheiras. O projeto está ajudando homens a serem melhores pais e melhores maridos", acrescenta.
 
Cruz afirma que "vocês (as mulheres) fazem um trabalho incrível, mas sem nossa ajuda, o processo fica tão mais difícil".
 
De acordo com Cruz, a ideia surgiu em uma manhã, quando ele acordou e notou que sua mulher estava sentindo dores, após ter amamentado sua filha, Sofia.
 
"Foi então que eu me perguntei, se eu pudesse, eu faria? Foi preciso vencer julgamentos internos. Estereótipos masculinos. E eu respondi que sim, se pudesse, eu faria."
 
Além da campanha com fotos, o Project Breasfeeding, que conta com contas no Facebook e Twitter e também está procurando angariar fundos para criar workshops voltadas para pais, com conselhos sobre como melhor dar auxílio às suas mulheres e companheiras quando elas estiverem amamentando.
 
BBC Brasil / iG

Maioria das adolescentes grávidas sofre violência dentro de casa, indica estudo

Nelson Batista
Relatos de adolescentes grávidas revelam violência psicológica
Depoimentos de jovens atendidas no hospital universitário da USP revela rotina de agressões por membros da própria família. Medo e angústia passam a ser significado da maternidade
 
Relatos de 36 adolescentes grávidas atendidas ao longo de três meses no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP) revelam a rotina de vítimas de violência psicológica. O trabalho faz parte da pesquisa “Compreendendo e Analisando as Adolescentes Grávidas Vítimas de Violência Intrafamiliar em São Paulo”, conduzida pela professora Dora Barrientos, do curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP).
 
"Ela (mãe) chorou, me xingou, só não me deu na cara. Mas foi horrível. Ela (mãe) me expulsou tem uns dois meses. Por causa da criança... Simplesmente ela pegou a minha roupa que 'tava' no quarto andar e jogou da janela. Simplesmente", afirmou a adolescente R, em seu relato.
 
Entre as 61 jovens entrevistadas para a pesquisa, 36 foram vítimas de violência. A maioria - 29 - sofreu violência psicológica, doze sofreram violência institucional, cinco violência física, quatro foram vítimas de violência moral e três, de violência sexual. No caso da violência psicológica, a mãe, o pai e o companheiro foram os principais agressores.
 
"Ele (tio) sempre foi agressivo, mas depois da minha gravidez ele piorou… ele me agride com palavras, fala que bem feito que engravidei, vou ser mãe solteira e ‘mateus que pariu que o balance’. Fica mandando minha mãe me expulsar de casa, essas coisas assim", disse outra entrevistada para a pesquisa.
 
“A violência psicológica, mesmo não deixando marcas visíveis, afeta significativamente aquele que vivenciou este tipo de violência. As mulheres por estarem grávidas se encontram em um estado ainda mais suscetível e vulnerável, momento em que precisam de maior cuidado e dedicação por parte da família e do companheiro”, diz a pesquisadora. Segundo ela, as adolescentes têm dificuldade em se reconhecer como vítimas de violência psicológica.
 
De acordo com o estudo, o apoio que a jovem recebe da família e do pai biológico da criança está intimamente ligado ao significado que ela dá à maternidade. “O medo da reação dos pais, a falta de apoio familiar e o abandono do parceiro podem gerar uma insatisfação da adolescente frente à gestação, manifestando-se por desprazer, insegurança, medo e angústia”, afirma Barrientos.
 
"Isso, ela (mãe) falou pra mim ir embora de casa. Que quando minhas irmãs engravidaram, todas elas eram de menor e ela mandou embora, aí ela tem que continuar a tradição, como diz ela", revelou outra menina.
 
As jovens entrevistadas eram paulistas, tinham idade média de 17 anos e renda média per capita de R$ 474,95. Quase a totalidade (95%) era branca ou parda, 90%, solteira, 54,1% com nível médio de escolaridade e 62,5% residiam em moradias próprias, com acesso a serviços básicos como água, luz, esgoto e coleta de lixo.
 
iG

Hospital Balbino celebra aniversário comemorando resultados e com novos planos para 2014

Exibindo Hospital Balbino_fachada horizontal.jpg
Foto: Divulgação
Hospital Balbino: Fachada horizontal
O Hospital Balbino (RJ) acaba de completar 39 anos. Com quase quatro décadas de história, tornou-se referência na Região da Leopoldina e, nos últimos anos, tem passado por reformulação em sua estrutura, com o objetivo de se adaptar ao atual  mercado da saúde.
 
As mudanças começaram com a troca na Direção Médica. Claudia Bichara Vieira,  cardiologista com formação executiva, assumiu o cargo há um ano. Como primeiras medidas, reorganizou o fluxo da emergência e criou o Serviço de Pronto Atendimento (SPA). Com isso, o hospital ganhou em eficiência no atendimento de urgência e evoluiu na captação de novos clientes.
 
Além disso, o Serviço de Urologia da unidade foi ampliado e deu origem ao Centro de Tratamento do Cálculo Renal, que funciona 24 horas e conta com toda a estrutura necessária, desde o primeiro atendimento até a cirurgia, incluindo o acompanhamento ambulatorial.
 
Outra grande conquista da nova gestão médica é a Unidade Coronariana, composta por seis leitos destinados a pacientes portadores de doenças cardiovasculares. Inaugurado há apenas 4 meses, o novo serviço já atingiu a sua meta de taxa de ocupação (85%) e ainda aumentou em 32% o volume de atendimentos do setor de hemodinâmica, através da realização de procedimentos diagnósticos.
 
Para 2014, os serviços que estão em foco são: o centro cirúrgico de alta complexidade, o ambulatório e o centro de diagnóstico por imagem. Nesse sentido, o Hospital Balbino pretende ampliar as especialidades cirúrgicas atendidas na unidade, através da captação de equipes médicas externas, que poderão utilizar a estrutura do Centro Cirúrgico. Além disso, há uma meta de crescimento para as
internações cirúrgicas, estimada em 20%.
 
Em relação ao ambulatório, a diretora médica, revela que o serviço possui capacidade para atender até o dobro do volume de atendimentos feitos atualmente, e que esse crescimento será alcançado com a vinda de novas equipes médicas.
 
Já para o centro de diagnóstico por imagem, a proposta dela é investir no arsenal tecnológico, modernizando equipamentos e, principalmente, ampliando a capacidade do tomógrafo.
 
Atendimento diferenciado
Tornar o hospital mais acolhedor. Esta também é uma das principais metas da direção médica para o futuro do Hospital Balbino. Segundo Cláudia Bichara, é preciso humanizar cada vez mais a relação do profissional de saúde com o paciente. “Queremos cultivar essa filosofia entre os médicos e os enfermeiros, pois se o cliente se sentir bem recebido e atendido naquilo que precisa, estaremos
agregando valor ao atendimento e, hoje, isso é um diferencial no mercado”, comenta.
 
Investimento em acreditação
Em junho de 2012, o Hospital Balbino conquistou o certificado de acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), em nível 1 (segurança do paciente). Com isso, os protocolos assistenciais da unidade foram formalizados e os indicadores de qualidade passaram a ser aferidos e monitorados com maior precisão. Agora, a instituição pretende subir mais um degrau na escala de acreditação da ONA. Para agosto deste ano, já está programada uma nova visita do institutocertificador para avaliação do nível 2, que diz respeito à gestão dos processos. Segundo diretora médica, esta nova etapa visa a manutenção da segurança do paciente através da continuidade das ações que se iniciaram no nível 1. “Resumidamente, o que o hospital precisa mostrar é que garante a qualidade através da consolidação dos processos, assegurando que tudo o que está sendo feito terá continuidade”, disse.
 
Incentivo ao colaborador
O futuro do Hospital Balbino também passa por seus colaboradores. Claudia Bichara ressalta que, ainda este ano, o Departamento de Recursos Humanos irá investir na saúde dos seus colaboradores, através de projetos de qualidade de vida, com foco no combate à obesidade e à hipertensão arterial. Na área profissional, estão sendo previstos novos treinamentos e a adoção de políticas de fidelização do colaborador. “A proposta é que o colaborador faça carreira aqui. Para isso, nós precisamos oferecer a ele a garantia de trabalhar com dignidade e com possibilidade de crescimento, inclusive com investimento em seus estudos”, afirmou.

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E-book aponta a importância da medicina preventiva para a saúde suplementar brasileira

Material faz parte de projeto da empresa catarinense de TI HBSIS, que atua no setor através da solução HB.Prever

Com taxas de sinistralidade cada vez mais altas (no terceiro semestre de 2013 chegou a 85,695%), as operadoras de planos de saúde buscam cada vez mais soluções que reduzam custos assistenciais. Para tanto, a medicina preventiva tem conquistado cada vez mais adeptos, que veem no setor uma forma de incentivar a promoção da saúde, diminuindo os gastos com tratamentos.

A HBSIS, empresa catarinense de TI, aposta na área de medicina preventiva e desenvolveu a solução HB.Prever. Além de acompanhar os resultados e índices das pessoas monitoradas, o HB.Prever classifica os participantes em grupos de risco, auxilia na mensuração de resultados e organização das ações de promoção da saúde.

Para disseminar as vantagens da tecnologia para o setor e disponibilizar dados concretos aos gestores, a HBSIS decidiu criar conteúdos didáticos gratuitos. Lançou na última semana, um blog destinado à área (blog.hbprever.com.br), em que é possível baixar o primeiro e-book da empresa.

Com o tema “Três dicas para melhorar a saúde suplementar através da medicina preventiva”, o material fala sobre a situação atual do setor e quais as vantagens da tecnologia nas ações de promoção à saúde, como uma gestão planejada e eficaz, além de um atendimento personalizado.

“Atuamos neste setor desde 2008 e percebemos que há uma carência de informações a respeito da medicina preventiva, área ainda muito nova dentro da saúde suplementar brasileira”, conta o gerente de marketing da HBSIS, Odair Behnke. “O conteúdo que estamos produzindo é destinado a clientes e prospects. Nosso principal objetivo é mostrar que a prevenção pode sim trazer resultados concretos”, enfatiza

Sobre a HBSIS
Focar os profissionais nas decisões e estratégias de negócios, deixando que a tecnologia faça seu papel no processo de controle e monitoramento de informações. Este é o objetivo da HBSIS, empresa de Blumenau (SC) especializada em soluções de TI. Hoje são cerca de 250 profissionais atuando nos produtos HB.Prever (solução para a área de saúde), HB.Conselhos (solução para a área de conselhos profissionais), HB.MDM (solução para a área de logística e distribuição) e Outsourcing de TI.

 
HBSIS lançou na última semana o primeiro e-book voltado para a área de medicina preventiva
Clique para ver maior | Imagem: Reprodução

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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Suco de laranja e café com leite ajudam a manter o sorriso bonito

Thinkstock
Cuidar da saúde bucal é essencial para manter o sorriso
 saudável e bonito
Dentista Carolina Sousa lista 11 dicas que contribuem para a boa higiene bucal
 
Bom dia! Cuidar da saúde bucal é essencial para manter o sorriso saudável e bonito. Para ter uma boa higienização dos dentes bastam três itens: escova, creme dental e fio. Mas, você sabia que alguns hábitos alimentares podem prejudicar todos os seus cuidados bucais?
 
A dentista Carolina Sousa selecionou 11 dicas preciosas que vão ajudar você a manter o sorriso em dia.
 
Confira:
 
1. Pare de fumar: os fumantes têm três vezes mais chances de desenvolver doença periodontal. Além disso, a recuperação não é tão boa após o tratamento quanto os  não fumantes.
 
2. Deixe o refrigerante diet de lado: mesmo sem açúcar, a versão diet pode prejudicar os dentes brancos, principalmente os compostos à base de cola, já que possuem alto teor de ácido, que enfraquece o esmalte dentário.
 
3. Tente desestressar: ranger ou apertar os dentes (o que se intensifica se você está estressado) pode causar desgaste excessivo e até rachaduras e lascas dentárias. Se você tem alguns destes sintomas, procure o dentista.
 
4. Capriche na escovação noturna: durante o sono a temperatura da boca aumenta, a produção da saliva diminui e as bactérias encontram um ambiente ótimo para se proliferarem.
 
5. Bom hálito: dietas com baixo consumo de carboidratos podem provocar mau hálito. Deve-se evitar, também, alimentos e bebidas ácidos (refrigerantes, cebola, mostarda) ou com conservantes, e jejum prolongado.
 
6. Beije na boca: quando você beija, as glândulas salivares que ficam embaixo da língua e nas bochechas aumentam o estímulo de salivação. A saliva — que contém água, proteínas e sais minerais — combate a formação de placa bacteriana.
 
7. Pingue leite no café: ao adicionar leite à xícara de café, você diminui a concentração das substâncias que mancham os dentes. O que viria com 100% de força, agora chega com 90%, 80%, 70%. Logo, quanto mais clarinho, melhor. Experimente esta proporção: um terço de leite para dois de café.
 
8. Não escove os dentes logo depois da refeição:  o ácido corrói o esmalte dental e, se a escova e a pasta entram logo em ação, vão ajudar a destruir ainda mais essa proteção natural. O ideal é esperar de 20 a 30 minutos para fazer a “faxina”.
 
9. Masque chiclete: prefira as versões sem açúcar, assim as bactérias da boca não são estimuladas. De certa forma, o chiclete ajuda a higienizar a cavidade bucal, porque estimula a salivação. Só fique atento àqueles que prometem clarear o sorriso, pois o resultado é praticamente nulo.
 
10. Peça um canudinho: o suco de laranja e outros sucos cítricos, como de abacaxi e limão, desgastam o esmalte do dente em mais de 80%. Uma dica para aliviar a acidez é usar um canudinho para empurrar o líquido para a garganta.
 
11. Faça bochechos: minutos depois de beber refrigerante ou vinho, faça um bochecho com água. Isso vai ajudar a eliminar substâncias ácidas que escurecem seu cartão de visita. Meia hora depois, é claro, a escovação termina o serviço.
 
R7