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sábado, 29 de junho de 2013

Lavar as mãos e rostos diversas vezes ao dia ajuda a prevenir conjuntivite, diz médico

 Pequenas atitudes ajudam a minimizar o risco da doença
Casos de doenças oculares aumentam no inverno; veja dicas de especialista
 
A conjuntivite é uma das doenças visuais mais comuns nesta época do ano. Segundo o presidente do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia), Marco Antônio Rey de Faria, as pessoas mais propícias a contraírem a doença são as que possuem histórico de alergias, mas qualquer um está sujeito ao risco.
 
De acordo com o médico, os sintomas mais comuns são: sensação de ‘areia nos olhos’, peso nas pálpebras, olhos avermelhados, sensibilidade à luz e visão embaçada ao fazer algum tipo de esforço visual.
 
— As reações alérgicas podem causar inflamação, inchaço e ardência, gerando lacrimejamento, secreção e uma sensação de desconforto nos olhos.
 
Para quem quiser evitar a doença, Faria diz que pequenas atitudes ajudam a minimizar o risco de pegar a doença.
 
— Evito uso compartilhado de lençóis, toalhas, travesseiros e outros objetos pessoais. Lavar as mãos e o rosto diversas vezes ao dia, evitar contato com pelos de animais, cloro de piscina, flores e pólen também são recomendados.
 
Tratamento
Apesar de o colírio ser um dos meios mais utilizados para o tratamento, o especialista alerta para o perigo do uso de remédios sem orientação.
 
— A utilização indiscriminada de qualquer medicamento sem a devida orientação médica, mesmo no caso de um simples colírio, pode acarretar em complicações mais sérias como, por exemplo, a indução ao glaucoma e à catarata, doenças da visão muito mais severas.
 
Segundo o oftalmologista, ao sentir qualquer sintoma, é importante procurar um especialista.
 
— A prevenção é a melhor forma de cuidar da saúde. Procure um oftalmologista para o correto diagnóstico e tratamento de acordo com o caso, pois os mesmos sintomas podem estar relacionados a diferentes doenças da visão.

Fonte R7

SUS vai registrar casos de agressão por homofobia

Dados são importantes para reformulação de políticas públicas 
 
O Ministério da Saúde vai tornar obrigatório o registro dos casos de violência por homofobia atendidos na rede pública de saúde. A iniciativa será aplicada a partir de agosto aos Estados de Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul e, em janeiro do próximo ano, será estendida ao restante do País.
 
O anúncio da obrigatoriedade ocorreu nesta quinta-feira (27) durante o lançamento do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (Sistema Nacional LGBT), pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Na ocasião também foi apresentado Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil em 2012.
 
O ministro da Saúde Alexandre Padilha considera que a obrigatoriedade da notificação será uma ferramenta importante de promoção e de garantia de direitos à comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Segundo ele, o preenchimento de um formulário pelo profissional que realizou o atendimento vai tornar visível a dimensão real do problema da homofobia.
 
— É fundamental conhecer a magnitude das violências que acometem esta população, identificando quem são as vítimas, quais os principais tipos de violências, locais de ocorrência, a motivação, a oportunidade do uso do nome social, dentre outras informações.
 
Ele explicou que este conhecimento vai servir para a formulação e implementação de políticas públicas de enfretamento às violências homofóbicas e políticas públicas de atenção e proteção à população LGBT.
 
O Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) já registra os atendimentos de violência contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes, fornecendo subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área.
 
Para o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, O enfrentamento à violência requer a ação conjunta de diversos setores: saúde, segurança pública, justiça, educação, assistência social.
 
— O SUS vai fornecer dados seguros para que sejam formuladas políticas públicas eficientes, preservando a integridade desta população.
 
Fonte R7

Com estoque baixo, bancos de leite convocam mães para doações

Divulgação / Agência Brasil
Aleitamento materno é fundamental a todos os recém-nascidos
Clima frio e meses de férias escolares reduzem número de doadoras  Clima frio e meses de férias escolares reduzem número de doadoras 
 
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está convocando as mães paulistas para doar leite às maternidades e bancos de leite humano. Durante os períodos de férias e nos meses mais frios do ano ocorre uma queda significativa no número de doadoras. Em algumas unidades, a diminuição é de até 50% em relação aos demais meses do ano.
 
O aleitamento materno é fundamental a todos os recém-nascidos, incluindo os internados em unidades neonatais e filhos de mães impossibilitadas de amamentar. São os bancos que fazem a coleta do leite das doadoras, armazenam e ensinam sobre a importância da amamentação.
  
De acordo com a coordenadora da Saúde da Criança da Secretaria, Sandra Regina de Souza, o leite materno contém determinados nutrientes que o de outros mamíferos não consegue incorporar, como anticorpos e glóbulos brancos, principalmente para bebês com peso abaixo do normal.
 
— O leite que muitas mulheres jogam fora pode determinar a sobrevivência de prematuros.
 
Como doar
Pode ser doadora toda mulher que estiver amamentando seu filho e tiver sobra do alimento. Ela deve procurar o banco de leite humano mais próximo de sua residência. As doadoras precisam estar saudáveis e não podem consumir medicamentos incompatíveis com a amamentação.
 
Muitos bancos de leite oferecem serviço de busca em domicílio, e para isso, prestam às mães orientação de ordenha e armazenamento do leite. A lista completa dos bancos de leite pode ser consultada no site http://www.redeblh.fiocruz.br, por meio do link "Encontre o BLH mais próximo de você".
 
Mitos e verdades sobre o aleitamento materno
 
Algumas mães não têm leite? Mito
Toda mulher, após o nascimento da criança, produz leite por meio da sucção. Quanto mais o bebê sugar, mais leite será produzido. Beber bastante água é fundamental durante a lactação. Se a mãe produz pouco leite, pode aumentar a frequência das mamadas, ou seja, diminuir os intervalos entre elas.
 
É preciso preparar a mama durante a gestação, para que a mulher consiga amamentar corretamente? Mito
Não é necessário massagear os mamilos, esfregar com bucha vegetal, e muito menos passar cremes ou pomadas. No máximo, a gestante pode tomar banho de sol para auxiliar na produção de melanina. Não se deve estimular o bico durante a gestação, pois qualquer estímulo pode acelerar o trabalho de parto prematuro.
 
Compressa de água quente ajuda na produção do leite materno? Verdade
Colocar compressas mornas nas mamas ajuda, sim, a produzir mais leite. Mas só são indicadas quando a produção é baixa. Do contrário, pode causar ingurgitamento mamário (empedramento).
 
Os bebês precisam mamar em um peito só por vez? Verdade
O leite materno tem três fases. A primeira (logo no começo da mamada) tem grande quantidade de água. Na segunda fase, o leite é rico em eletrólitos, vitaminas e sais minerais. E na terceira fase é que estão as gorduras e os carboidratos, por isso é importante que o bebê esvazie um peito só por vez, para que consiga ingerir o leite mais calórico, que vem no final da mamada.
 
Após três horas, ou quando a criança manifestar sinais de fome, a mãe deve oferecer a outra mama. Nesse intervalo, o organismo produz leite nas duas mamas, e é esse leite que sobra que deve ser doado, senão empedra e a mãe pode sentir muita dor.

Fonte R7

Grávida é a segunda vítima mortal por conta do vírus H1N1 no Uruguai

Mulher tinha 40 anos e passou vários dias internada
 
Uma grávida de 40 anos é a segunda vítima mortal por conta do vírus da gripe H1N1 no Uruguai este ano, informaram nesta sexta-feira (28) fontes sanitárias.
 
A vítima mortal residia no departamento de Rocha, no nordeste do país e limítrofe com Montevidéu, e foi atendida em um hospital da cidade, mas não conseguiu se recuperar apesar de ter passado vários dias internada.
 
A administração de Serviços Sanitários do Estado (ASSEIE) iniciou uma investigação para determinar se a mulher recebeu o tratamento adequado. Em 11 de junho, as autoridades informaram sobre a morte de um homem de 49 anos no departamento de Artigas (norte do Uruguai e também limítrofe com o Brasil) por causa do vírus da gripe H1N1.
 
O paciente era obeso e não tinha sido vacinado contra a gripe. Em Rivera, também ao norte do país, uma outra mulher de 29 anos e grávida foi diagnosticada com o vírus, está internada em um hospital e evolui favoravelmente. 
 
As autoridades do Ministério da Saúde Pública recomendaram que a população se vacine contra a gripe, especialmente os considerados grupos de risco: crianças de até quatro anos, mulheres grávidas, idosos de 65 anos e aquelas que sofram com alguma doença crônica, como diabetes ou obesidade.
 
Além disso, as autoridades sugeriram que a população aumente a higiene nas casas, evite entrar em contato com pessoas que tenham gripe e lavem as mãos com frequência.
 
Fonte Efe/R7

Países assinam tratado que favorece pessoas com incapacidade visual

Um tratado internacional que colocará à disposição materiais
de leitura para mais de 314 milhões de pessoas com diversos
tipos de incapacidade visual
Novo tratado busca sanar a escassez de livros das pessoas com deficiências visuais
 
Um tratado internacional que colocará à disposição materiais de leitura para mais de 314 milhões de pessoas com diversos tipos de incapacidade visual, foi assinado nesta sexta-feira (28) pelos 186 Estados-membro da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), afirma o diretor da organização, Francis Gurry, mediante um comunicado distribuído em Genebra.
 
— Trata-se de um tratado histórico que oferecerá benefícios tangíveis às pessoas com incapacidade visual.
 
Segundo a OMPI, o novo tratado busca sanar a escassez de livros das pessoas com deficiências visuais, que tradicionalmente sofreram discriminação com relação às possibilidades reais de conseguir ler.
 
O tratado indica que os países deverão fazer o necessário para permitir a reprodução, distribuição e colocação à disposição dos benefícios de obras publicadas em formatos acessíveis (sistema braile, com letras aumentadas ou áudio-livros), para o qual deverão estabelecer limitações e exceções aos direitos autorais se for necessário.
 
O tratado prevê também a troca de obras em formato acessível entre organizações especializadas em servir pessoas cegas ou com outras deficiências visuais, o que aumentará o número de obras à disposição. Além disso, o tratado garantirá aos autores e editores que as obras publicadas não estarão expostas a um uso indevido nem serão destinadas às pessoas que não forem os usuários previstos.
 
O cantor Stevie Wonder colocará "o broche de ouro" em um processo de negociação que durou alguns anos em Marrakech (Marrocos), onde aconteceu a última etapa de negociações que, finalmente, foram concluídas com um acordo.
 
Fonte Efe/R7