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sábado, 3 de agosto de 2013

Especialistas defendem cumprimento de regras existentes para formar bons médicos

Foto: Futura Press
Manifestante se veste de caveira durante protesto de médicos em São Paulo,
 nesta quarta-feira (31).
Proposta de comissão designada para avaliar o Programa Mais Médicos sugere mais fiscalização da formação oferecida no internato e residência obrigatória no futuro
 
Representantes de entidades de ensino médico e de universidades convenceram o governo federal de que é preciso fiscalizar o cumprimento das regras para a graduação e a qualidade do internato em Medicina em vez de criar um segundo ciclo de formação nos cursos. Além disso, querem uma meta de residência médica obrigatória para os futuros médicos.
 
“As diretrizes, definidas em 2001, preveem dois anos de treinamento em serviço, plantões, ambulatórios, enfermarias, durante o internato. Entendemos que não era o caso de quatro anos dessa formação (com os dois anos extras). O que precisamos é fiscalizar e fazer valer as diretrizes curriculares nacionais, no tempo e no conteúdo”, afirma a secretária-executiva da Comissão Nacional de Residência Médica, Maria do Patrocínio Tenório Nunes.
 
Patrocínio é uma das integrantes da comissão de especialistas escalada para avaliar a Medida Provisória 621/2013, que cria o Programa Mais Médicos. Segundo ela, o que ocorre em muitos cursos de Medicina hoje é que as orientações para a formação do internato, que devem valorizar a atuação no Sistema Único de Saúde (SUS), são descumpridas.
 
O professor Mourad Ibrahim Belaciano, professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), acredita que a proposta é um passo para reformar os currículos da graduação em Medicina. Segundo ele, eles não valorizam uma formação sólida e básica, dividida por níveis de atenção à saúde.
 
“O currículo hoje está muito fragmentado, dividido em especialidades e procedimentos. Essa especialização só faz sentido na residência. A graduação tem de ser um primeiro ciclo básico e a residência um segundo ciclo de formação”, avalia.
 
Especialização obrigatória
Dentro do relatório da comissão, há uma sugestão para que a residência médica, que é uma pós-graduação, seja obrigatória a todos os médicos em seis grandes áreas: clínica médica, cirurgia geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia, medicina de família e comunidade e psiquiatria. Essas especialidades concentram a maior parte das vagas atuais em residência e são pré-requisitos para várias outras especialidades, por exemplo.
 
A medida valeria a partir de 2018, quando o governo espera ter garantido a criação de vagas na residência para todos os egressos dos cursos de Medicina. Esses programas deverão ser desenvolvidos no âmbito do SUS e 40% deles devem ser destinados à área de medicina de família. O primeiro ano desses cursos, que têm no mínimo dois anos, deverá ser feito nos serviços de atenção primária à saúde e de urgência e emergência.
 
Patrocínio ressalta que há especialidades médicas que não seriam atingidas por essa regra de atendimento na atenção primária: as 23 de acesso direto, como a radiologia, ortopedia, medicina nuclear, oftalmologia, por exemplo. Nesses casos, o documento abre a possibilidade de aplicar a mesma regra, mas sem obrigatoriedade. “O grupo de trabalho entende que é preciso respeitar as individualidades e as habilidades individuais de cada um”, comenta.
 
A médica lembra que será preciso criar um marco jurídico para que as mudanças ocorram em 2018 e, antes disso, elas terão de ser aprovadas no Congresso Nacional. Além disso, o conteúdo pedagógico das especializações precisará ser definido pelo Conselho Nacional de Educação.
 
Críticas
Belaciano, que criou a Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), faculdade de Medicina do Governo do Distrito Federal, diz que o mais importante é o consenso sobre a necessidade de melhorar a formação dos médicos do país. “O segundo ciclo era uma opção”, acredita.
 
A proposta de criar um segundo ciclo nos cursos de medicina, anunciada no mês passado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, não foi bem recebida pela classe médica. Assim como a possibilidade de atrair médicos estrangeiros para o Brasil. Protestos foram organizados em todo o país e a comissão foi criada para validar o programa.
 
O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital Corrêa Lima, afirmou em entrevista coletiva nesta quarta-feira que o Mais Médicos é um programa “temerário e improvisado”. “Isso é uma politica de governo. Talvez até com outros fins que não sejam, na verdade, o da assistência à saúde. Residência em posto de saúde sem supervisão não é residência é serviço civil apresentado de outra forma”, disse.
 
Lima diz que não há garantias de que a ampliação das vagas em programas de residência será feita com qualidade em cinco anos, como promete o governo. “Não entendo como vai haver estrutura necessária para essa duplicação, preceptores capacitados e pedagogicamente preparados. A estrutura de hoje é deficitária para assumir um programa dessa dimensão”.
 
O CFM defende a residência para todos os egressos. “Esse é um pleito antigo, mas essa medida é improvisada”, afirma Lima. Belaciano discorda das críticas de que a medida seria um “serviço civil disfarçado de residência”. “Isso é desqualificar a discussão da qualidade de formação, que precisa ser discutida pela sociedade, gestores de sistemas de saúde e educação”, pondera.
 
Fonte Último Segundo

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Estimular a circulação sanguínea ajuda a manter o corpo aquecido em dias frios

Haja coragem Estimular a circulação sanguínea ajuda a manter o corpo aquecido em dias frios
Atividades físicas e até mesmo simples exercícios podem melhorar a circulação sanguínea nas extremidades e manter o corpo aquecido durante a estação do inverno.
 
O inverno está se aproximando. Muitas pessoas já aguardam ansiosas a chegada do período mais frio, outras aproveitam ao máximo os últimos dias do outono. Logo mais os termômetros vão marcar baixas temperaturas e passaremos a nos preocupar em como nos manter aquecidos, seja durante o dia no ambiente de trabalho ou em casa no momento de descanso.
 
Pessoas que sofrem de dores crônicas ou até mesmo as mais saudáveis podem e muitas vezes precisam se cuidar mais nos dias frios, pois as baixas temperaturas podem causar patologias nas articulações e nos nervos.
 
Com o frio, o sangue tende a circular pelo corpo com um pouco mais de dificuldade e até mesmo o simples hábito de dormir ou ficar encolhido por causa do frio pode gerar tensões musculares e contraturas.
 
Pés e mãos gelados também incomodam nesse período. “Essas alterações da temperatura das extremidades do corpo ocorrem devido às oscilações na circulação do sangue. Com as temperaturas baixas os vasos sanguíneos se contraem e o sangue circula com mais dificuldade”, explica Tânia Fleug, fisioterapeuta da Mercur.
 
Manter com regularidade as atividades físicas mesmo no inverno é uma forma de ativar a circulação sanguínea. Há também alguns exercícios simples que podem ser feitos a qualquer hora do dia. “Movimentar os pés como se estivesse acelerando ou desacelerando um carro e massagear a região do punho com movimentos circulares ajuda a bombear o sangue para as extremidades”, ensina Tânia.

E, por fim, quando chegar o momento de descansar, existem opções como bolsas para água quente, que podem ser colocadas na cama antes de deitar para manter o local aquecido ou para esquentar os pés enquanto pegamos no sono.
 
Fonte Corposaun

Diabéticos podem melhorar a circulação com simples cuidados

 Diabéticos podem melhorar a circulação com simples cuidadosNo dia-a–dia, alguns simples cuidados com os pés podem auxiliar os diabéticos a prevenirem lesões, já que as extremidades do corpo ficam mais sensíveis por conta da má circulação causada pelo alto índice de açúcar no sangue.
 
Assim como em outras partes do corpo, os pés precisam receber uma grande quantidade de sangue e de oxigênio apropriada para evitar infecções e doenças vasculares, decorrentes da falta de circulação.
 
“Os diabéticos podem sofrer lesões graves, como queimaduras e feridas, sem perceber”, alerta Tânia Fleig, fisioterapeuta pertencente ao Núcleo de Conhecimento Técnico da Mercur. “Por isso é importante que saibam que o uso de água quente, o famoso ‘escalda-pés’, manta térmica ou práticas similares são desaconselháveis em qualquer época do ano”, explica.

Segundo a fisioterapeuta, o ideal para manter pés aquecidos é exercitar os dedos e os tornozelos, na intenção de aumentar a circulação sanguínea. Além do uso de cobertores, meias e mantas, é importante prestar atenção se há mudanças na temperatura e coloração da pele, pois isso pode indicar problemas circulatórios. E, quando os dias estiverem muito quentes, é recomendado o uso de protetor solar no dorso e na sola dos pés para evitar queimaduras.
 
Outras dicas importantes para os diabéticos, de acordo com a fisioterapeuta são:
  • Procure caminhar com um calçado adequado e confortável e em superfície plana, na tentativa de manter a boa circulação.
  • Evite cruzar as pernas quando estiver sentado, pois isso dificulta a circulação do sangue nos pés;
  • Se for viajar, evite ficar sentado por muito tempo para que o sangue circule com mais facilidade.
  • Se possível, mantenha um bom controle glicêmico, que se dá com uma boa dieta alimentar e a medicação adequada.
Sobre Diabetes:
Diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue. 
 
A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde como por exemplo o excesso de sono no estágio inicial, problemas de cansaço e problemas físicos-táticos em efetuar as tarefas desejadas.
 
Quando não tratada adequadamente, podem ocorrem complicações como Ataque cardíaco, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas na visão, amputação do pé e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações.

Fonte Corposaun

Concurso Prefeitura de Goianinha - RN

A Prefeitura de Goianinha, cidade a 54 quilômetros de Natal, fará um concurso público para preenchimento de 431 vagas no quadro permanente do município. As vagas são para cargos de níveis fundamental, médio e superior, sendo que 5% das vagas serão destinadas aos portadores de deficiência. Os salários variam de R$ 678 a R$ 1.886,09.

Os postos de nível fundamental são para auxiliar de serviços gerais, agente de saúde, porteiro, coveiro, merendeira e vigia.

As vagas de nível médio/técnico são para técnico em informática, telefonista, técnico em laboratório, motorista, mecânico de automotivos, massagista, fiscal urbanístico, fiscal de vigilância sanitária, fiscal ambiental, eletricista de automotivos, agente fiscal de tributos, auxiliar de creche, auxiliar de secretaria, auxiliar administrativo, auxiliar de saúde bucal, atendente de farmácia e agente de endemias.

Os cargos de nível superior são para veterinário, médico, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, engenheiro civil, enfermeiro, farmacêutico, coordenador pedagógico, bioquímico, contador, assistente social, psicólogo, professor de Educação Física, professor de Ensino Religioso, professor de Ensino da Arte, professor de Geografia, professor de Ciências, professor de História, professor de Língua Inglesa, professor de Língua Portuguesa, professor de Matemática e professor do 1º ao 5º ano do ensino fundamental e 1º E 2º níveis da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As inscrições são feitas exclusivamente através do site www.funvapi.com.br, das 8h de 29/07/2013 até às 23h59 de 18/08/2013.
 
O valor da taxa de inscrição é de R$ 35 (Nível Fundamental), R$ 50 (Nível Médio/Técnico) e R$ 70 (Nível Superior).
 
A prova objetiva, composta por 40 questões, será realizada em Goianinha, em 22 de setembro deste ano. Haverá também prova de títulos para o cargo de professor.
 
O concurso terá validade de dois anos, a contar da data de homologação, podendo ser prorrogado por igual período.

Concurso Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) - II

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) definiu as áreas de formação para o próximo concurso da instituição, que vai oferecer 300 vagas para o cargo de Analista do Seguro Social para candidatos com nível superior de todo o país. Segundo nota oficial, publicada na tarde desta segunda, dia 29, as vagas serão distribuídas entre as seguintes formações: Administração, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia com especialização em Segurança do Trabalho, Arquitetura, Tecnologia da Informação, Terapia Ocupacional, Pedagogia, Psicologia, Comunicação Social (Jornalismo), Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), Fisioterapia e Letras (Língua Portuguesa).

Membros da diretoria de Recursos Humanos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e técnicos da FunRio estão tendo reuniões periódicas para fechar os demais detalhes do concurso para 300 vagas de analista do seguro social. A expectativa é de que o cronograma da seleção possa ser fechado e anunciado a qualquer momento. Segundo a Asssessoria de Imprensa do INSS, a previsão é de que o edital seja publicado até o dia 15 de agosto. Como o Decreto presidencial nº6.944 estabelece que se tenha um intervalo de pelo menos 60 dias entre a publicação e a aplicação das provas, o mais provável é que as avaliações objetivas só ocorram a partir da segunda quinzena de outubro.

O INSS retificou o valor da remuneração inicial bruta de analista que, segundo a nota oficial, é de R$7.147,12, já incluindo as gratificações previstas e os R$373 do auxílio-alimentação. As vagas do concurso serão distribuídas de acordo com as cinco superintendências regionais do INSS no país (Sudeste I, Sudeste II, Sul, Nordeste e Norte/Centro-Oeste). No entanto, o INSS também não adiantou uma prévia da distribuição. Sabe-se que os selecionados serão contratados para trabalhar nas 720 agências do Plano de Expansão da Rede de Atendimento do INSS, unidades que estão sendo construídas em todos os estados, em municípios com mais de 20 mil habitantes.

O último concurso para analista do INSS foi feito pelo Cespe/UnB. Na época, os candidatos enfrentaram uma prova com 150 questões objetivas, sendo 50 sobre Conhecimentos Básicos (Português, Atualidades, Raciocínio Lógico e Noções de Informática), 30 sobre Conhecimentos Complementares (Ética no Serviço Público, noções de Direito Previdenciário, Administrativo e Constitucional) e 70 sobre Conhecimentos Específicos. Somente para o cargo de analista do seguro social, na especialidade de Direito, que as questões foram apenas sobre Conhecimentos Básicos (70) e Conhecimentos Específicos (80). Embora para esta nova seleção a FunRio tenha sido escolhida com organizadora, a expectativa é de que o programa anterior não sofra alterações significativas.