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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Como fazer banho de assento

Utilizado há séculos em diversas culturas ao redor do planeta. Esse é um processo que serve para melhorar a  higienização, ou ainda para amenizar as dores corporais.
 
O banho de assento é muito útil e bastante recomendado pelos médicos e também pelas pessoas mais antigas.
 
Esse banho é normalmente utilizado para promover o alivio de coceiras, logo, ele é o principal componente do tratamento receitado para aliviar as coceiras causadas pela catapora.
 
Esse banho também auxilia a limpar melhor a pele, pois elimina os fungos e as bactérias existentes no órgão.
 
Utiliza- se o banho de assento também para ajudar na cicatrização de algumas feridas como pequenos cortes, arranhões e as próprias feridas da catapora.
 
Tendo tantas utilidades, é imprescindível aprender a preparar um bom banho de assento.
 
Do que você vai precisar
  • Bicarbonato de sódio ou sal de magnésio;
  • Água;
  • Uma banheira ou uma bacia (20 a 30 cm de diâmetro);
  • Um recipiente para por água (copo, cumbuca, pote, leiteira, etc.)
  • Vinagre;
  • Paninhos umedecidos (paninhos de bebê);
  • Toalha;
  • Aveia;
  • Secador de cabelo.
Tomando  o banho
 
1- Certifique-se de que sua banheira ou bacia está limpa, de preferência esterilizada, antes de seu banho de assento. Isso pode ser conseguido com auxílio dos paninhos umedecidos. Encha sua banheira até uma altura em que a água cubra suas nádegas e o seu quadril. A água deve ser quente, mas tolerável o suficiente para que você permaneça no local por algum tempo sem ganhar uma queimadura.
 
2- Adicione o sal ou o bicarbonato à água até que ela fique salgada. Lembrando que entre as duas opções, o sal de magnésio é o que oferece maior alívio para os sintomas da dor. Adicione também, nesse momento, uma xícara de vinagre.
 
3- Use aveia somente se você sofre de coceira, conforme observado por médicos, à farinha de aveia reduz a necessidade de coceira, logo, ela será um ótimo calmante para o seu desconforto
 
4- Você poderá sentar-se no banho de maneira que os seus  joelhos fiquem dobrados, porém será melhor se você puder esticar as pernas para os lados da  banheira. Permaneça nesse banho durante 20 minutos, quatro vezes por dia. Se estiver usando uma bacia você deverá permanecer de joelhos ou sentado, enquanto, com o auxílio de um outro recipiente banha e massageia os locais de dor ou de coceira.
 
5- Ao sair seque bem o local da dor ou da coceira com uma toalha e se puder com um secador de cabelo também.
 
Espero que essas dicas te tragam alívio.
                         
Este artigo foi escrito por Thay Cristine e é propriedade do Como Fazer.

Como fazer

CFM questiona na justiça resolução que cria prescrição por farmacêuticos

De acordo com a representação dos médicos, não existe legislação que ampare a decisão do Conselho Federal de Farmácia
 
Conselho Federal de Medicina questiona judicialmente a resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que autoriza o farmacêutico a prescrever medicamentos.

O questionamento do CFM está baseado na legislação que regulamenta a profissão do farmacêutico (decreto 85.878/81), que em nenhum momento coloca como atribuição desse profissional a prescrição de medicamentos. "Se não há legislação que ampara a decisão dos farmacêuticos, não é o que ocorre com a Lei do Ato Médico (12.842/13), a qual, no seu artigo 2º, inciso II, estabelece que cabe ao médico a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças. Nenhuma outra categoria profissional brasileira tem essa previsão legal, cabendo apenas ao médico fazer o diagnóstico nosológico (de doenças) e indicar o tratamento, se necessário. Os farmacêuticos, não têm, portanto, a autorização legal pretendida pelo CFF,"afirma nota divulgada no site do CFM.

De acordo com o Conselho, "doenças consideradas pela resolução do CFF como um "transtorno menor" ou "nos limites da atenção básica à saúde" devem ser acompanhadas por um médico, que tem a competência legal e profissional para fazer o diagnóstico de doenças e a conseqüente prescrição dos medicamentos. Apesar de aparentemente simples, uma dor de cabeça pode ser o sintoma de um problema mais grave, como um acidente vascular cerebral. Portanto, é mais seguro, então, que esse paciente seja atendido por um médico, e não por um profissional que pode conhecer tudo da composição química dos remédios, mas não foi preparado para diagnosticar doenças."

Outro ponto da resolução questionado pelo CFM é o que autoriza o farmacêutico a renovar receitas prescritas anteriormente por um médico. Só na conversa médico-paciente (anamnese), em que é avaliado o histórico do doente e talvez solicitados novos exames, é possível concluir se o remédio, considerado necessário num momento anterior, pode ser interrompido, ou ter a dosagem alterada.

Para alguns conselheiros do CFM, a resolução do CFF incentivará a automedicação, na medida em que leva o doente a não procurar o médico, resolvendo o seu problema sintomático no balcão da farmácia, sem procurar saber as causas. O que acarretará danos futuros não só para a sua saúde individual, mas para todo o sistema de saúde.

Pesquisa de aceitação
De acordo com resultado de pesquisa realizada no início de agosto pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), com 2.650 entrevistados em todo o país, 61% dos entrevistados discordaram da possibilidade de farmacêuticos "receitarem" remédios. A pesquisa também mostra que 58% dos usuários não confiam em prescrições feitas por farmacêuticos e 65% acham que a medida não facilitará o tratamento de doenças.

O levantamento entrevistou mulheres (53%) e homens (47%) de 18 anos até mais de 60 anos, com o ensino fundamental (29%), médio (45%) ou superior(26%), nas seguintes capitais: Aracaju, Brasília, Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.  
 
Isaude.net

Microscópio para smartphones consegue detectar vírus individualmente

Avanço no uso dos smartphones poderia ajudar os médicos em locais distantes com recursos limitados
Foto: American Chemical Society
Avanço no uso dos smartphones poderia ajudar os médicos em
 locais distantes com recursos limitados
O avanço vai ajudar médicos de locais distantes e sem recursos a monitorar a evolução dos tratamentos para as infecções
 
Novos dispositivos são capazes de converter smartphones em poderosos mini-microscópios com condições de detectar bactérias e vírus. Procedimento que, até agora, depende de microscópios caros, com várias lentes e outros componentes óticos.
 
De acordo com os responsáveis pelo estudo, o avanço vai ajudar médicos de locais distantes e sem recursos a monitorar a evolução dos tratamentos para as infecções, já que o equipamento permite detectar os vírus individualmente.
 
A equipe de Aydogan Ozcan, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, desenvolveu vários microscópios compactos que podem ser instalados em smartphones para detectar os vírus ou bactérias ou verificar a visão pacientes. Os dispositivos funcionam em nanoescala para contar o número de bactérias sub-mícron ou vírus na amostra.
 
O resultado é um sistema de imagem portátil que utiliza a energia digital de smartphones para detectar vírus, determinando a carga viral, o que permite identificar a gravidade da infecção, tornando o tratamento mais eficaz.
 
O novo dispositivo pesa pouco mais de 100 gramas e, nos testes inciais, permitiu a detecão de patógenos como o citomegalovírus humano, um membro da família do vírus herpes, que pode ser fatal em pacientes com baixa imunidade.

 
Isaude.net

Médico paraguaio tem inscrição negada no Programa Mais Médicos

Pelas normas do programa, só profissionais de países com média médico/habitante igual ou superior a 1,8 por mil podem se inscrever
 
Ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram pedido de um médico formado no Paraguai para continuar no processo seletivo do Programa Mais Médicos.

Segundo o STJ, o profissional teve a inscrição recusada porque o Paraguai não pode participar do programa, por ter relação de 1,1 médico por habitante. De acordo com as regras do programa, somente profissionais de países cuja média médico por habitante é igual ou superior a 1,8/1.000 podem se inscrever.

Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), o índice é usado com base em estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar que países com déficit de médicos cedam profissionais para outros países. "O governo brasileiro optou por elaborar uma política pública que melhore a prestação dos serviços médicos no Brasil e não amplie o déficit nos sistemas de saúde de países que estão em pior situação que a brasileira", argumentou a AGU no processo.

Durante o julgamento na Primeira Seção do STJ, o ministro Herman Benjamin, relator do processo, disse que a regra é legal. "Se, por um lado, é induvidosa a necessidade de urgente avanço rumo ao incremento das condições oferecidas pelo sistema de saúde pública no Brasil, por outro, não é menos certo que essa caminhada não pode vir em prejuízo de países vizinhos, cujas agruras, muitas vezes, são superiores às vivenciadas em território nacional", afirmou Benjamin.

Com informações da Agência Brasil
 
Isaude.net

Safra do vinho pode ter relação com os benefícios da bebida à saúde, aponta pesquisa

Safra do vinho pode ter relação com os benefícios da bebida à saúde, aponta pesquisa Marcos Santos/Divulgação
Foto: Marcos Santos / Divulgação
Análise da funcionalidade envolveu 666 vinhos tintos produzidos
 na América do Sul
Modelo classifica vinhos de acordo com funcionalidade
 
Os benefícios que os vinhos podem proporcionar à saúde serviram de base para uma classificação de funcionalidade realizada em pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. Os estudos, que envolveram 666 vinhos tintos produzidos na América do Sul, mostraram ser possível classificar as bebidas com diferentes índices de funcionalidade e apontaram que a safra pode influenciar na classificação.
 
— Funcionalidade representa a capacidade do vinho em proporcionar benefícios à saúde, medida por meio de diferentes parâmetros. Em termos gerais, buscou-se desenvolver uma ferramenta que mostrasse ao consumidor quais seriam suas melhores opções, se ele estivesse buscando exclusivamente benefícios à saúde através do consumo diário e moderado de vinho tinto — conta a professora Inar Castro, que coordenou a pesquisa.
 
Os parâmetros analisados pelos pesquisadores para classificar os vinhos foram a capacidade antioxidante, teor de compostos fenólicos, cor, e a composição individual das antocianininas, que são compostos fenólicos (flavonóides) responsáveis pela cor violeta ou rubi dos vinhos tintos e também associados com sua funcionalidade. Foram avaliados 666 vinhos monovarietais produzidos com uvas Cabernet Sauvignon, Malbec, Carmenére, Tannat, Merlot e Syrah provenientes do Chile, Argentina, Brasil e Uruguai das safras 2009 e 2010, com preços até 50 dólares por garrafa.
 
Safra e funcionalidade
Os resultados mostraram que foi possível classificar os vinhos como "baixa, média e alta funcionalidade", e que essa classificação não foi alterada pela safra.
 
— Também observou-se que entre os vinhos estudos na amostragem, os que apresentaram maior funcionalidade foram os Malbec e Tannat Argentinos com preço acima de 15 dólares. Em geral, a atividade antioxidante eleva-se nos vinhos com preço aproximado de até 30 a 40 dólares por garrafa. Acima desse valor não há mais acréscimo dessa propriedade — relata Inar.
 
A pesquisa desenvolveu um modelo matemático capaz de classificar os vinhos de acordo com a funcionalidade.
 
— Essa classificação poderia ser futuramente convertida por exemplo num selo apresentado no rótulo do vinho, permitindo que o consumidor possa utilizar essa importante informação no momento da sua escolha — disse a professora.
 
Segundo Inar, a princípio, os resultados da pesquisa teriam maior impacto na comercialização dos vinhos.
 
— Vinhos com maior funcionalidade podem ser diferenciados daqueles com funcionalidade mais baixa. Essa qualidade nos vinhos não tem sido explorada por falta de informação — afirma.
 
USP