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sábado, 18 de maio de 2013

Estudo diz que aposentadoria pode fazer mal à saúde física e mental

BBC
Segundo pesquisa, pessoas ficam mais suscetíveis a
problemas de saúde quando se aposentam
Pesquisa sugere que trabalhar por mais tempo pode contribuir para uma vida mais saudável, afastando problemas físicos e depressão
 
A aposentadoria pode gerar prejuízos para a saúde física e mental, revelou uma nova pesquisa. O estudo, publicado pelo centro de estudos Institute of Economics Affairs (IEA) com sede em Londres, descobriu que a aposentadoria leva a um "drástico declínio da saúde" no médio e longo prazos.
 
Segundo a IEA, a pesquisa sugere que as pessoas devem trabalhar por mais tempo por razões de saúde e também financeiras. O estudo, realizado em parceria com a entidade beneficente Age Endeavour Fellowship, comparou aposentados com pessoas que continuaram a trabalhar mesmo após terem alcançado a idade mínima para a aposentadoria e também levou em conta possíveis fatores Philip Booth, diretor da IEA, disse que os governos deveriam desregular os mercados e permitir que as pessoas trabalhassem por mais tempo.
 
"Trabalhar mais não será apenas uma necessidade econômica, mas também ajudará as pessoas a viverem vidas mais saudáveis", disse ele. Edward Datnow, president da Age Endeavour Fellowship, acrescentou: "Não deveria haver uma idade 'normal' para a aposentadoria no futuro".
 
Na Grã-Bretanha, o governo já planeja elevar a idade mínima para a aposentadoria.
 
"Mais empresários precisam pensar sobre como podem capitalizar em cima da população mais velha e aqueles que querem se aposentador devem refletir duas vezes sobre essa questão".
 
O estudo, focado na relação entre atividade econômica, saúde e política pública de saúde na Grã-Bretanha, sugere que há uma pequena melhora na saúde imediatamente depois da aposentadoria, mas constata um declínio significativo no organismo desses indivíduos no longo prazo.
 
Segundo a pesquisa, a aposentadoria pode elevar em 40% as chances de desenvolver depressão, enquanto aumenta em 60% a possibilidade do aparecimento de um problema físico.
 
O efeito é o mesmo em homens e mulheres. Já as chances de ficar doente parecem aumentar com a duração da aposentadoria.
 
Fonte BBC Brasil/iG

Dicas para aliviar os problemas respiratórios em dias mais secos

Não use o umidificador elétrico por muitas horas seguidas.
O ambiente pode ficar muito úmido e causar mofo e bolor
1. Líquidos: o ideal é ingerir bastante líquido (a não ser em caso de alguma restrição)
 
2. Exercícios ao ar livre: não faça exercícios físicos entre as 10h e 17 horas quando a umidade do ar estiver baixa
 
3. Quarto: deixe um recipiente com água ou um pano molhado no quarto antes de dormir
 
4. Umidificador: não use o umidificador elétrico por muitas horas seguidas. O ambiente pode ficar muito úmido e causar mofo e bolor
 
5. Nariz: lave as narinas com soro fisiológico e/ou faça inalações com o mesmo produto
 
6. Ar: mantenha os ambientes arejados e livres de tabaco e poeira
 
7. Ambientes fechados: evite frequentar lugares fechados em que haja grande concentração de pessoas, como shoppings-centers, supermercados e cinemas
 
Fonte noticias.uol.com.br

Conheça os sinais e as formas de prevenir um derrame

Dor de cabeça súbita, intensa e sem causa aparente pode ser um sinal de AVC
1. Evite o consumo excessivo de álcool e busque formas saudáveis de controlar o estresse - a ansiedade e a depressão também são fatores de risco para o AVC
 
2. Fraqueza e/ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo, podem ser sinais de um derrame
 
3. Confusão mental, alteração da fala ou da compreensão também podem ser sintomas de AVC
 
4. Alterações na visão (em um ou ambos os olhos) merecem alerta
 
5. Alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar podem sinalizar um derrame
 
6. Dor de cabeça súbita, intensa e sem causa aparente pode ser um sinal de AVC (Acidente Vascular Cerebral)
 
7. Ao identificar os possíveis sintomas de um derrame, chame o serviço de emergência (Samu - 192) ou ir imediatamente ao hospital
 
8. Na maioria das vezes, o tratamento do AVC só tem efeito se realizado nas primeiras horas (até 4,5 horas) após o início dos sintomas
 
9. Se você sofre de pressão alta, procure o médico e siga o tratamento corretamente. A hipertensão é um dos principais fatores de risco para o AVC
 
10. Se você fuma, procure tratamento para abandonar o vício
 
11. Se você sofre de diabetes, siga as orientações do seu médico para controlar a glicose
 
12. Evite o sedentarismo
 
13. Fique de olho na concentração de gordura na região do abdome
 
14. Procure adotar uma alimentação saudável, evitando o consumo de gordura saturada
 
15. Fique atento à saúde do coração. A Fibrilação Atrial (FA), a arritmia cardíaca mais comum, aumenta em cinco vezes as chances de sofrer um derrame
 
16. Evite o consumo excessivo de álcool e busque formas saudáveis de controlar o estresse - a ansiedade e a depressão também são fatores de risco para o AVC

Fonte noticias.uol.com.br

Pacientes de hospital de Porto Alegre sofreram contaminação por superbactérias, confirma Instituto Oswaldo Cruz

Rio de Janeiro- O Laboratório de Pesquisa de Transmissão Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), que funciona como Centro Colaborador da Rede de Monitoramento Resistência Microbiana Hospitalar (Rede RM), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou a presença do gene tipo Carbapenemase New Delhi metallobetalactamase (NDM) em quatro pacientes do Hospital Conceição, em Porto Alegre. Ele provoca a criação de bactérias superresistentes a antibióticos.
 
Segundo a pesquisadora do Laboratório Ana Paula Assef, até agora o Brasil não tinha registrado este gene de resistência, que foi encontrado pela primeira vez em 2008, na Índia. Dois anos depois surgiu na Austrália, nos Estados Unidos e no Canadá. No ano seguinte chegou à Guatemala e em 2012, ao Uruguai, Paraguai e à Colômbia.
 
A especialista disse que por determinação da Anvisa os hospitais em todo país devem manter comissões de controle de infecção hospitalar e quando observam sinais de bactérias resistentes enviam amostras para análise do laboratório. “As amostras foram encaminhadas pela unidade do Rio Grande do Sul. Fizemos testes moleculares para detecção de alguns genes de resistência e a gente encontrou o NDM na amostra de lá. São amostras de quatro pacientes do Rio Grande do Sul. Já analisamos amostras de pacientes de outros estados e não encontramos em mais nenhum outro lugar. Essa avaliação nós fazemos rotineiramente”, explicou.
 
Segundo Ana Paula Assef, o NDM é um gene de resistência que pode ser disseminado no ambiente hospitalar. “É a forma como a bactéria se torna resistente ao antibiótico e que acaba se disseminando para outros pacientes ou para o ambiente hospitalar. Pode estar presente em mecanismos móveis e passar de bactéria para bactéria. Por isso é possível encontrar o NDM em diferentes tipos de bactérias”, esclareceu.
 
Na avaliação da especialista, a ocorrência da chamada superbactéria pode levar à morte dependendo do estado clínico do paciente hospitalizado, que, em geral, já está mais debilitado por ter passado por cirurgia ou por estar com alguma doença. “Podem causar morte por que elas são altamente resistentes e não tem muita opção de tratamento para essas infecções”, alertou.
 
Ana Paula Assef informou, ainda, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um alerta para a América Latina no final de 2012 sobre a incidência do NDM na região. Ela disse que especialistas dos países latino-americanos costumam trocar informações sobre o tema. “É preocupante por que pelos relatos no mundo a disseminação é muito rápida. Foi descoberta em 2008 e em 2010 já tinham diversos casos espalhados. O mais importante é reforçar as medidas de controle de infecção hospitalar para que essas bactérias não se disseminem. Ela está associada a ambientes hospitalares. A recomendação é higiene máxima e isolamento do paciente em que for detectada a bactéria superresistente”, disse.
 
Fonte Agência Brasil

Mulher vítima de erro médico durante atendimento em hospital do Rio já está em casa

Rio de Janeiro – A diarista Neide de Moura, de 43 anos de idade, deixou ontem (17) o Hospital de Cardiologia Aloysio de Castro, no Humaitá, zona sul da capital fluminense, para onde foi levada depois de ser medicada com uma injeção de adrenalina em vez de um sedativo ao ser atendida para um exame de endoscopia digestiva no Hospital Municipal Salgado Filho, no bairro do Méier, na zona norte da cidade.
 
A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil informou que a diretoria do Salgado Filho abriu sindicância para apurar o erro médico no atendimento da diarista. A família de Neide de Moura registrou o caso na delegacia do Méier.
 
O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) há vários dias tem feito denúncias sobre as péssimas condições de atendimento no hospital. Uma equipe do Cremerj esteve na Emergência da unidade e constatou deficiência no número de médicos em diversas especialidades, contrariando a Resolução 100 do conselho em relação às normas mínimas para o atendimento de urgência nos hospitais da rede pública de saúde.
 
O secretário-geral do Cremerj, Pablo Vazquez, disse que o Hospital Salgado Filho tem um déficit de 50% de médicos na Emergência e, por isso, os pacientes não têm um bom atendimento.
 
“Na última vistoria no mês de abril, seis médicos neurocirurgiões estavam atendendo no setor, quando o ideal seriam 14 profissionais. Faltam clínicos gerais, anestesistas e neurocirurgiões”, disse. Segundo Varquez, o conselho encaminhará o relatório da sindicância no hospital para a assessoria Jurídica do Cremerj.
 
Fonte Agência Brasil