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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Quiropraxia é eficaz no tratamento da artrose do joelho

Artrose pode ser consequência de diversos fatores como má postura,
 sobrepeso, atividades pesadas, acidentes, quedas e causas hereditárias
Técnica pode atenuar as dores, ampliar os movimentos e diminuir a rigidez das articulações
 
Dores constantes nos joelhos, movimentos limitados e rigidez ao acordar podem ser sintomas do temido problema chamado artrose. O desgaste da cartilagem afeta as articulações, causando perda da agilidade e elasticidade. Com o tempo, a pessoa evita movimentar-se para não sentir dor, e a falta de movimentos faz com que a enfermidade se agrave.
 
A artrose pode ser consequência de diversos fatores como má postura, sobrepeso, atividades pesadas, acidentes, quedas e causas hereditárias. Tudo isso sobrecarrega os joelhos e causa a degeneração da articulação.
 
— Por ser silenciosa e instalar-se lentamente, muitas vezes, quando é descoberta, já está em estágio avançado e precisa de cuidados especiais. Remédios não são eficazes no tratamento porque não alteram o funcionamento articular. Para isso, a quiropraxia é o tratamento mais indicado, por ser seguro e atuar diretamente na causa do problema — explica a quiropraxista Bia Pimentel.
 
O quiropraxista vai analisar o estágio da doença e realizar o tratamento visando conservar e melhorar a amplitude dos movimentos e a redução do impacto. O tratamento é feito manualmente, através de ajustes que corrigem a posição das articulações e devolvem a mobilidade. A manipulação do joelho libera a musculatura da perna e devolve o funcionamento correto.
 
É essencial que o paciente com artrose siga as recomendações do quiropraxista, realize atividades físicas de pouco impacto e faça o acompanhamento para observar o progresso das articulações. O resultado é maior disposição, flexibilidade e qualidade de vida.

Fonte Zero Hora

Nota: Como acupunturista, tratei vários pacientes com artrose no joelho, e a associação da acupuntura com agulhas e acupuntura com calor (moxabustão) apresentou-se eficaz no tratamento desta doença com alívio significativo dos sintomas, diminuição do tratamento farmacológico e melhora na qualidade de vida dos pacientes.

Fica aminha dica para quem não tem obtido um resultado satisfatório apenas com o tratamento medicamentoso.

Mauro Munhoz

PA: Saiba o que ajuda e o que atrapalha o seu bem-estar

O caminho para a felicidade passa por diversos fatores
Pesquisa IBE apontou quais fatores influenciam na felicidade do porto-alegrense
 
Qualidade de vida, felicidade, bem-estar. Quem não quer? Mas viver bem significa muito mais que viver de forma saudável, praticar exercícios ou ter uma alimentação balanceada. O caminho para a felicidade também passa pela nossa relação com o meio ambiente e o universo, o convívio com as pessoas que gostamos, a nossa espiritualidade e liberdade.
 
O estudo Índice de Bem-Estar (IBE) Unimed entrevistou 442 moradores de Porto Alegre e descobriu quais são os fatores que influenciam na qualidade de vida dos portoalegrenses. Veja quais são eles:
 
Escolaridade
Pessoas com nível superior de educação apresentam um bem-estar geral bem superior aos demais grupos de escolaridade, e avaliações mais elevadas de sua relação com o trabalho, acesso básico, meio ambiente, cultura e lazer. O subgrupo de pior nível de bem-estar é o daqueles que completaram somente até a 4ª série
 
Renda
Os entrevistados que possuem maior bem-estar são os que dispõem de maior renda familiar (pessoas das classes A e B1). O impacto do aumento de renda é sentido tanto no bem-estar geral quanto na maioria de suas dimensões.
 
Aposentadoria
Aposentados possuem boas avaliações de bem-estar em quase todas as dimensões.
 
Exames periódicos
As pessoas que realizam exames de saúde periodicamente também apresentam níveis maiores de bem-estar geral e em quase todas as dimensões
 
Religião
Pessoas que afirmam possuir alguma religião apresentam maior bem-estar do que as que não possuem. Também possuem níveis maiores em quase todas as dimensões.
 
Atividade física de lazer
Os grupos de pessoas com maior escore em atividades de lazer (exercícios físicos planejados, esportes, corrida, dança, etc.) apresentaram maiores níveis de bem-estar. O impacto desse tipo de atividade é positivo tanto no bem-estar geral quanto em várias de suas dimensões.
 
Afeto
Pessoas com escores mais elevados em afetos positivos apresentam níveis superiores de bem-estar, tanto no índice geral quanto em todas as suas dimensões (exceto governo). O afeto explica 46% da variação do bem-estar na amostra pesquisada.
 
Filhos
Pessoas com filhos apresentam níveis maiores de bem-estar, com destaque para o bem-estar físico, que apresenta índices consideravelmente maiores em todas as faixas etárias.
 
Terceira idade
Os entrevistados de maior idade, principalmente os com mais de 70 anos, apresentaram maior bem-estar geral e uma avaliação mais positiva em dimensões como espiritualidade, relação com o trabalho e meio ambiente
 
Jovens
Jovens de até 20 anos são os que possuem maior satisfação com o seu convívio social, porém têm os menores índices de bem-estar em relação a outras dimensões (especialmente a de hábitos alimentares).
 
Gênero
Mulheres possuem bem-estar do que os homens.
 
Nível de ocupação
Os maiores níveis de bem-estar são encontrados entre as pessoas de nível de ocupação superior (há uma tabela descrevendo quais são as ocupações consideradas de nível superior)
 
Plano de saúde
As pessoas que possuem plano de saúde apresentam níveis maiores de bem-estar geral, assim como níveis maiores em quase todas as dimensões (exceto convívio social, governo, espiritualidade e bem-estar físico).
 
Desemprego
Desempregados possuem níveis de bem-estar bastante inferiores aos dos demais grupos,
 
Crime
Assim como nas edições anteriores da pesquisa, pessoas que foram vítimas de crime nos últimos 12 meses apresentam menores índices de bem-estar
 
Tabagismo
Pessoas que fumam apresentam menor bem-estar (e menores índices em dimensões como avaliação da vida, acesso básico e hábitos alimentares). Pessoas que declararam ter alguém que fuma na família também apresentam menor bem-estar. O impacto no bem-estar geral de ser fumante ou ter um familiar fumante é semelhante.
 
Bebida alcoólica
Pessoas que nunca bebem ou bebem apenas raramente têm maiores níveis de bem-estar que as outras. Estas pessoas também possuem maiores níveis de espiritualidade e relação com o meio-ambiente.
 
Drogas ilícitas
Assim como nas edições anteriores da pesquisa, pessoas que consomem drogas ilícitas possuem níveis de bem-estar significativamente menores que os demais, tanto no bem-estar geral quanto em quase todas as suas dimensões.
 
Doenças
Pessoas com enxaqueca, Doenças Sexualmente Transmissíveis e doenças do pâncreas/fígado apresentam níveis menores de bem-estar.
 
Endividamento
O perfil mais poupador ou mais gastador das pessoas tem impacto sobre o bem-estar. Pessoas com maior tendência de economizar e de evitar dívidas possuem níveis mais elevados de bem-estar. Além disso, apresentam níveis mais elevados na maioria das dimensões.
 
Fonte Zero Hora

Exame feito com vinagre reduz mortes por câncer do colo do útero na Índia

A doença é a primeira causa de morte entre mulheres no país
Um método simples e barato que usa acido acético --o conhecido vinagre-- pode ajudar a prevenir o câncer do colo do útero em países em desenvolvimento.
 
Pesquisa feita na Índia com mais de 150 mil mulheres num período de 15 anos mostrou que o exame visual do colo do útero usando a substância reduziu a mortalidade por câncer em 31%. A doença é a primeira causa de morte entre mulheres no país.
 
Segundo os autores, o rastreamento em larga escala do câncer do colo do útero na Índia por meio do exame de Papanicolaou não pode ser feito por falta de recursos, infraestrutura de laboratórios e profissionais capacitados.
 
O estudo, apresentado na principal sessão do encontro anual da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), em Chicago, é o primeiro a apontar um exame barato e eficaz que reduz a mortalidade pelo câncer e que, ao mesmo tempo, pode ser implementado em larga escala na Índia.
 
O trabalho usou mulheres das comunidades locais com pelo menos dez anos de escolaridade e boas habilidades em comunicação que receberam treinamento por um mês.
 
Na pesquisa, cerca de 150 mil mulheres de 35 a 64 anos foram divididas em dois grupos: em um deles, elas foram submetidas ao exame que utiliza vinagre a cada dois anos.
 
No outro, as participantes não fizeram exame de rastreamento --o que ainda é comum no país.
 
A incidência de câncer do colo do útero foi similar nos dois grupos (cerca de 27 casos em 100 mil mulheres), o que sugere que o rastreamento não causou um excesso de diagnósticos.
 
Como é o teste 
No teste, um cotonete embebido em vinagre é aplicado numa área do colo do útero. Depois de 60 segundos, a região é examinada a olho nu, usando apenas luz.
 
Em contato com o vinagre, tecidos pré-cancerosos se tornam brancos.
 
A rapidez dos resultados é uma vantagem, principalmente em regiões rurais e isoladas.
 
Segundo os autores, liderados por Surendra Srinivas, do Hospital Tata Memorial, em Mumbai, o governo da Índia já se prepara para implementar o rastreamento com esse exame em todo o país.
 
Fonte Folhaonline

Estudos propõem 'coquetel' de imunoterapia contra melanoma avançado

Uma estratégia explorada pelos pesquisadores é a combinação do
imunoterápico ipilimumabe com outras drogas para potencializar os benefícios
Uma série de estudos apresentados no encontro anual da Asco (Sociedade Americana de Oncologia Clínica), em Chicago (EUA), reforça a lista de ganhos recentes no tratamento dos casos avançados de melanoma (tipo mais perigoso de câncer de pele).
 
"Há três anos, tínhamos poucas drogas à nossa disposição e a média de sobrevida era de três meses. Hoje já podemos falar em 17, 18 meses", disse Lynn Schuchter, oncologista especializada em melanoma que não esteve envolvida nas pesquisas e participou de uma entrevista coletiva na conferência.
 
Apesar de os estudos estarem em fases iniciais, os resultados confirmam a eficácia da imunoterapia (tratamento que estimula o sistema imune a atacar o tumor) contra o melanoma, segundo Schuchter.
 
Uma estratégia explorada pelos pesquisadores é a combinação do imunoterápico ipilimumabe com outras drogas para potencializar os benefícios. Esse medicamento, aprovado no Brasil no ano passado, foi o primeiro a aumentar a sobrevida de pacientes com melanoma avançado, e seu alvo é uma proteína que mantém os linfócitos T inativos, o que, por sua vez, provoca uma reação do sistema imune contra o câncer.
 
"Hoje o objetivo é aumentar a imunidade para melhorar o tratamento. Estamos partindo para um coquetel contra o melanoma avançado, como ocorre no tratamento contra a Aids", diz Veridiana Pires de Camargo, oncologista clínica do Hospital Sírio-Libanês.
 
Um dos estudos apresentados na conferência mostrou que o uso do ipilimumabe com outra droga (nivolumabe, ainda não aprovada no país) é seguro e levou a uma regressão rápida do tumor. O trabalho, de autoria de pesquisadores do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center e da Universidade Yale, foi publicado no domingo no periódico medico "New England Journal of Medicine".
 
O tratamento combinado foi testado em 53 pacientes. Entre os que receberam as doses máximas das drogas, 53% responderam ao tratamento, todos com redução de 80% ou mais do tumor.
 
Efeitos adversos graves foram observados em 49% dos pacientes, incluindo problemas hepáticos, renais e gastrointestinais. Mas, segundo os autores, efeitos similares ocorrem quando as drogas são usadas separadamente.
 
Outro estudo apresentado na conferência mostrou que a combinação de um remédio usado para aumentar a produção de glóbulos brancos após tratamento com quimioterapia ou transplante de medula ao ipilimumabe não só aumentou a sobrevida dos pacientes como diminuiu os efeitos colaterais do imunoterápico.
 
A pesquisa envolveu 245 pacientes com melanoma metastático acompanhados por 13 meses.
 
Os pesquisadores, do Instituto de Câncer Dana-Farber, em Boston, observaram que quem recebeu a combinação de remédios tinha um risco 35% menor de morte do que quem tomou apenas o ipilimumabe. As taxas de redução do tumor foram similares nos dois grupos, mas a média de sobrevida foi maior entre os que receberam os dois medicamentos (17,5 meses contra 12,7 meses, em média).
 
Fonte Folhaonline

Hospital usa heróis para ajudar crianças a enfrentar a quimioterapia

No projeto, a quimioterapia é chamada de "superfórmula"
Para tentar transformar o tratamento de câncer em um período menos sofrido para as crianças, a Oncologia Pediátrica do A.C. Camargo Cancer Center está recorrendo a super-heróis dos quadrinhos.
 
Com imaginação, a quimioterapia passa a ser uma "superfórmula", usada também pelo Batman, Super-Homem, Lanterna Verde e pela Mulher Maravilha para lutar contra o mal.
 
O projeto, que decorou todo o setor pediátrico da instituição com os temas dos super-heróis, é uma parceria entre o hospital, a DC Comics e a agência JWT.
 
As crianças passaram a receber quimioterapia em cápsulas temáticas e a ganhar gibis com histórias nas quais os heróis dos quadrinhos enfrentam situações semelhantes às vividas pelos doentes no tratamento.
 
"Superfórmula" pronta para ser administrada ao paciente
 
Segundo a diretora de Oncologia Pediátrica do A.C. Camargo, Cecília Lima da Costa, o projeto tenta ajudar as crianças a entenderem melhor a doença e a ganharem forças para enfrentar a dor.
 
"Os pacientes são os verdadeiros super-heróis, cujo poder é acreditar na cura."
 
Fonte Folhaonline