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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Dislexia afeta regiões distintas do cérebro de homens e mulheres

Pesquisa é a primeiro a comparar diretamente a anatomia do cérebro das fêmeas com e sem dislexia
Pesquisa é a primeiro a comparar diretamente a anatomia
do cérebro das fêmeas com e sem dislexia
Em homens, doença afeta área do processamento da linguagem, já em mulheres zona afetada é ligada à função sensorial e motora
 
Neurocientistas da Georgetown University Medical Center, nos Estados Unidos, descobriram diferenças significativas na anatomia do cérebro quando compararam homens e mulheres com dislexia.
 
A pesquisa sugere que a doença pode ter uma manifestação no cérebro diferente com base no gênero do paciente.
 
O estudo, que investigou a dislexia em ambos machos e fêmeas, é o primeiro a comparar diretamente a anatomia do cérebro das fêmeas com e sem dislexia (em crianças e adultos).
 
Os resultados foram publicados na revista Brain Structure and Function.
 
Como a dislexia é duas a três vezes mais prevalente em homens em comparação com mulheres, "as mulheres têm sido negligenciadas", afirma a autora sênior Guinevere Eden.
 
Segundo Eden, tem sido assumido que os resultados de estudos realizados em homens são generalizáveis para ambos os sexos. "Mas nossa pesquisa sugere que os pesquisadores precisam combater a dislexia em cada sexo em separado para tratar de questões sobre a sua origem e, potencialmente, o tratamento", afirma.
 
O estudo de 118 participantes em relação a estrutura do cérebro de pessoas com dislexia em comparação com aqueles sem a condição, foi realizado separadamente em homens, mulheres, meninos e meninas.
 
Nos representantes do sexo masculino, menor volume de massa cinzenta é encontrado em disléxicos em áreas do cérebro usadas para o processamento da linguagem.
 
Nas fêmeas, menor volume de massa cinzenta é encontrado em disléxicos em áreas envolvidas no processamento sensorial e motor.
 
"Os resultados têm implicações importantes para a compreensão da origem da dislexia e da relação entre a linguagem e o processamento sensorial", conclui Evans.
 
Fonte isaude.net

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