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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Patentes: Quais medicamentos perderão a proteção em 2016?

No ano de 2016, grandes mudanças irão acontecer no mercado farmacêutico. Vários medicamentos perderão a proteção do registro de patente, assim o espaço ficará livre para os fabricantes de genéricos

Para a indústria que investe no desenvolvimento de medicamentos tem em média 95% de insucesso no desenvolvimento dos medicamentos. Da parcela restante, 5%, apenas 2 de 10 medicamentos recuperam os custos de investigação e desenvolvimento.

Uma vez que o medicamento perde a proteção promovida pela patente, a indústria do genérico conquista 90% das vendas.

Em média, o custo na produção do genérico é 80% menor do que o medicamento patenteado.

A AstraZeneca possui dois medicamentos, Crestor e Seroquel XR, que perderão a proteção. As drogas geram anualmente 7,34 bilhões de doláres para a indústria farmacêutica. As outras indústrias que mais perderão são a Daiichi Sankyo (3,08 bilhões de doláres), Merck (2,06 bilhões de doláres) e Abbott (1,96 bilhões de doláres).

Várias indústrias pelo mundo perderão a proteção, os medicamentos são:
Kaletra e Norvir (Abbott)

Aczone (Allergan)

Crestor e Seroquel XR (AstraZeneca)

Solaraze (Bioglan)

Nuvigil (Teva) Azor,

Tribenzor e Benicar (Daiichi Sankyo)

Targretin cápsulas e AcipHex Sprinkle (Eisai)

Prialt (Perrigo)

Ambisome (Gilead)

Trizivir, Epivir-HBV e Advair Diskus (GlaxoSmithKline) 

Qutenza (Acorda Therapeutics)

Enablex (Novartis) Tygacil (Pfizer)

Visudyne e Glumetza (Valeant)

Zetia (Merck)

Intuniv (Shire)

Epzicom (ViiV HealthCare)

Muse (Vivus) 

Fonte: MedCityNews

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