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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pfizer vai propor acordo a pacientes que tomaram remédio e ficaram viciados em sexo e jogo

Divulgação
Remédio controla níveis de dopamina no cérebro
Droga Cabaser é responsável por controlar sensação de bem-estar no cérebro
 
Rio - O laboratório farmacêutico Pfizer confirmou nesta terça-feira (09) que buscará um acordo para indenizar pacientes que ingeriram um de seus medicamentos para tratar a doença de Parkinson. De acordo com os clientes, muitos começaram a desenvolver vícios em jogo e sexo após tomarem doses regulares da droga Cabaser.
 
A declaração da empresa desta terça foi uma resposta a uma ação coletiva com mais de 150 pacientes da Austrália proposta ainda em 2008. O processo só deve ir a julgamento nos tribunais australianos a partir do início do ano que vem.
 
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No comunicado, a Pfizer apenas confirmou que buscará um acordo coletivo, sem a necessidade de julgamento. "Com base nisso, a Pfizer Austrália é incapaz de fazer mais comentários neste momento", disse um porta-voz da empresa.
 
Pacientes reclamam que, apesar de nunca terem tido histórico de vício em jogos de azar, eles começaram a gastar “milhares de dólares” depois de serem prescritos com a droga Cabaser. Outros afirmam ter desenvolvido um comportamento sexual compulsivo.
 
O medicamento equilibra os níveis de dopamina no cérebro, substância química responsável por gerar uma sensação de bem-estar, mas que quando presente em excesso, estimula comportamentos de risco.
 
O Cabaser também é prescrito para tratar a “síndrome das pernas inquietas”, um distúrbio neurológico em que os pacientes sentem uma compulsão incontrolável e muitas vezes dolorosa para mover as pernas.
 
O Globo

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