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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Plaquetas artificiais aceleram o processo de cicatrização de feridas

Wallace H. Coulter e Ashley Brown, durante o processo de pesquisa
Wallace H. Coulter e Ashley Brown, durante
 o processo de pesquisa
Testes em modelos animais mostraram que as organelas sintéticas reduziram o tempo de coagulação em cerca de 30%
 
Pesquisadores da Georgia Tech, nos EUA, estão desenvolvendo plaquetas sanguíneas artificiais que podem acelerar o processo de cicatrização de feridas.
 
A abordagem pode ser incorporada a um dispositivo injetor do tamanho de um telefone celular, que pode tratar em especial, soldados feridos em campos de batalha, ajudando a controlar o sangramento, estabilizando a lesão e definindo o caminho certo para a cura.
 
Segundo os pesquisadores, a formação de coágulos de sangue pelas plaquetas artificiais seria desencadeada pelo mesmo fator que inicia a processos naturais de coagulação do corpo. Em modelos animais, as plaquetas sintéticas reduziram o tempo de coagulação em cerca de 30%, embora os materiais ainda não tenham sido testados em seres humanos.
 
"A ideia é criar uma tecnologia capaz de entregar um biomaterial que consegue encontrar onde o sangramento está acontecendo e aumente o processo de coagulação do próprio corpo. Ao mesmo tempo, o material seria capaz de ajudar a instruir a bioquímica e biofísica da estrutura do coágulo que iria reger a cura posterior", explica o pesquisador Thomas Barker.
 
Segundo os pesquisadores, além de ajudar parar o sangramento, as plaquetas sintéticas iriam entregar produtos químicos regulamentares destinados a prevenir cicatrizes.
 
As plaquetas sintéticas, feitas a partir de estruturas de minúsculas conhecidas como hidrogéis, podem ser injetadas na corrente sanguínea, onde circulariam até serem ativadas pelo processo de coagulação do próprio corpo. Uma vez ativadas, as partículas mudariam de forma e ajudariam a vedar as feridas.
 
O produto já foi testado em ratos, e, separadamente, utilizando sistemas endoteliais simulados in vitro. Embora o trabalho ainda tenha que percorrer um longo caminho até que o dispositivo possa ser usado no campo de batalha, Barker prevê a transição da pesquisa para uma empresa iniciante que vai desenvolver a tecnologia para melhorar a capacidade de sobrevivência de soldados feridos.
 
Fonte isaude.net

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