
Assim, para que os benefícios da utilização dos medicamentos contendo valproato e ácido valpróico continuem a superar os riscos conhecidos, a EMA e o Infarmed recomendam o seguinte:
Profissionais de saúde
Tratamento da epilepsia ou doença bipolar em mulheres com possibilidade de engravidar:
– Estes medicamentos apenas devem ser prescritos se os outros tratamentos não tiverem sido eficazes ou tolerados;
– As doentes devem ser aconselhadas a utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento;
– As doentes em idade fértil devem ser alertadas para os riscos associados à utilização destes medicamentos durante a gravidez;
– Deve ser considerado um tratamento alternativo nas mulheres que engravidem ou que planeiem engravidar;
– O tratamento deve ser revisto regularmente em raparigas que estejam a atingir a puberdade;
– O tratamento destas patologias deve ser supervisionado por um médico com experiência.
Prevenção da enxaqueca:
- A utilização destes medicamentos, em doentes em idade fértil que não estejam a usar métodos contraceptivos eficazes ou que já se encontrem grávidas, é contraindicada;
– A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de ser iniciado o tratamento.
– Deve ser utilizado um tratamento alternativo nas mulheres que engravidem ou que planeiem engravidar;
– As doentes em idade fértil devem ser alertadas para a importância de manter uma contracepção eficaz durante o tratamento, assim como sobre os riscos associados à utilização destes medicamentos durante a gravidez.
Doentes
- A toma de medicamentos contendo valproato ou ácido valpróico não deve ser interrompida sem antes consultar o médico;
– As mulheres grávidas que estejam a tomar medicamentos contendo valproato ou ácido valpróico devem consultar o médico com urgência;
– Estes medicamentos podem causar malformações e problemas no desenvolvimento do feto;
– As doentes em idade fértil devem usar um método contraceptivo eficaz. Fale com o seu médico caso tenha alguma dúvida sobre este assunto;
– As doentes que tencionem engravidar devem consultar previamente o médico, para que lhe possa ser prescrita uma alternativa.
A EMA e o Infarmed continuarão a acompanhar este assunto e a divulgar toda a informação relacionada.
RCM Pharma
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