
A pesquisa por amostragem foi feita com 30 dos cem pacientes internados, que responderam a um questionário sobre hábitos e sintomas ligados ao uso da droga.
De acordo com o coordenador de Saúde Mental da secretaria, Sérgio Tamai, o dependente químico da droga é mais suscetível à tuberculose porque se alimenta mal, tem hábitos pouco saudáveis, e mora em ambientes insalubres. Além disso, o paciente não dá continuidade ao tratamento, que precisa de regularidade porque envolve antibióticos.
Estudos apontam ainda que a fumaça do crack provoca lesões nos pulmões que aumentam o risco de infecções respiratórias agudas.
Fonte Folhaonline
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