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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Saiba como identificar se a pinta que você tem pode ser um câncer de pele

Há cerca de 182 mil novos casos de câncer de pele no Brasil, por ano; prevenção e identificação precoce é a solução
 
Ela aparece, fica ali e pode ter carinha de inofensiva. Mas nem sempre é. Algumas das pintas que pipocam em seu corpo e acabam sendo intensificadas no verão podem ser um câncer de pele.
 
Pessoas com pele clara, cabelos e olhos também claros, sardas, ruivos e quem tem histórico de câncer na família formam o grupo de maior risco. 
Fazer o autoexame, portanto, é fundamental para identificar anormalidades na pele. Lesões na pele, pintas e outros sinais de câncer podem ser avaliados com uma dica simples dos profissionais do Hospital Sírio Libanês: a técnica ABCD+E. 
 
Basta verificar se as pintas apresentam uma ou mais características a seguir:
 
A – Assimetria: uma metade da pinta não se parece com a outra. A pinta benigna geralmente é simétrica.
 
B – Borda: irregular, mal definida;
 
C – Cor: Vários tons de cor em uma mesma pinta. A lesão benigna geralmente tem apenas uma cor;
 
D –  Diâmetro: Pintas benignas geralmente medem menos que seis milímetros;
 
E – Evolução: Modificação das características da pinta ao longo do tempo.
 
Da pele para outros órgãos
Apesar de a pinta ser o tipo clássico do câncer de pele, algumas formas do câncer podem se espalhar para outros órgãos no corpo. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), há cerca de 182 mil novos casos de câncer de pele (não melanoma) no Brasil, por ano. 
 
O melanona, tipo mais letal e que também começa na pinta, atinge cerca de 6 mil brasileiros por ano. Nos estágios mais avançados, há mais probabilidade de metástase para outros órgãos, com pior prognóstico e número reduzido de opções terapêuticas.
 
Prevenir, portanto, é o melhor remédio. O Núcleo Avançado de Câncer de Pele do Hospital Sírio-Libanês faz uma alerta sobre a prevenção dessa doença. A médica coordenadora do núcleo, Cristina Abdalla, explica que é importante evitar a exposição excessiva ao sol. 
 
 
“Muita gente pensa que o uso do protetor solar é suficiente para evitar problemas. No entanto, a principal recomendação é evitar a exposição aos raios ultravioleta excessiva e principalmente entre 10h e 16h. O uso do protetor solar é importante sempre, mas não se esqueça de evitar a exposição direta ao sol, usando chapéu, óculos, roupas protetoras e procurar a sombra de uma árvore ou guarda sol”, explica a especialista.
 
Segundo ela, é importante reaplicar o protetor solar a cada duas horas e, depois de um banho de mar ou piscina, ser reaplicado imediatamente, mesmo se o protetor disser que é resistente à água.
 
iG

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