
Os pacientes contaminados apresentam quadro de pneumonia com febre, tosse e
falta de ar. De acordo com Hartl, a OMS investiga as causas e a contaminação da
doença em parceria com as autoridades chinesas. Segundo ele, os exames feitos em
poucos deram negativo para a doença, por isso a decisão é concentrar os esforços
“nos mercados de aves".
O número de mortos no Leste da China em decorrência do H7N9 chega a sete e há
24 casos positivos, dos quais 21 em estado grave. A contaminação está localizada
em 22 províncias chinesas. A OMS evita falar em pandemia.
Hartl ressaltou que a organização analisa a hipótese de criar uma vacina
contra o novo vírus. Segundo ele, no máximo em meses, os estudos estarão
concluídos. No final do mês passado, a OMS informou, com base em informações das
autoridades chinesas, que o H7N9 foi identificado, pela primeira vez, em seres
humanos e com várias mutações genéticas em comparação ao vírus localizado em
animais.
Fonte Agência Brasil
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