Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Pedidos de drogas ilícitas pela internet preocupam Junta de Fiscalização

Farmácias ilegais na internet, que têm como alvo o público jovem, são uma das principais preocupações da Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife). De acordo com relatório divulgado nesta terça-feira (28/2) pela instituição, drogas ilícitas estão sendo encomendadas online, juntamente com os medicamentos receitados.

Para atrair o público jovem, essas empresas começaram a usar as mídias sociais para divulgar seus sites. O relatório mostra que essas iniciativas podem colocar grandes públicos em risco, pois a Organização Mundial da Saúde (OMS) descobriu que mais da metade dos medicamentos de farmácias ilegais na internet são falsos. "Aspectos-chave das atividades dessas farmácias incluem o contrabando de seus produtos aos consumidores e a tentativa de convencer o consumidor de que eles são, de fato, legítimos”, diz o documento. A Jife já pediu aos governos para fechar essas farmácias ilegais, apreender substâncias que foram compradas de maneira ilícita pela internet e contrabandeadas pelo correio.

Em 2010, houve mais de 12 mil apreensões de substâncias controladas internacionalmente e enviadas pelo correio, sendo que 6, 5 mil apreensões foram de substâncias lícitas internacionalmente controladas e mais de 5,5 mil de drogas de origem ilícita. A Índia foi identificada como o principal país de origem dessas substâncias, representando 58% das apreensões. Os Estados Unidos, a China e a Polônia também foram identificados como países de origem das drogas vendidas pela internet.

O documento destaca que embora haja publicações e acordos sobre o tema, ainda há diversas barreiras que impedem a solução do problema, entre elas a falta de tecnologia e de pessoal qualificado. “Os governos que identificam as farmácias ilegais na internet, que operam dentro de outros territórios, devem notificar o governo pertinente e a cooperação técnica deve ser reforçada".

Fonte Correio Braziliense

Nenhum comentário:

Postar um comentário