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terça-feira, 6 de março de 2012

Rio tem 'desafio' para ampliar leitos de transplantes, diz secretário

A ampliação de leitos para realizar transplantes de órgãos é o maior desafio do Programa Estadual de Transplante do Rio, segundo o secretário de Saúde, Sérgio Côrtes. Apesar do aumento do número de doadores, não há hospitais suficientes para amparar os transplantados.

"O nosso maior desafio nesse momento é aonde realizar o transplante pelo aumento do número de doadores, que superou as nossas metas, mas ainda está longe do que nós queremos para um Estado com uma população de 16 milhões de habitantes", afirmou Côrtes, durante apresentação do balanço do Programa Estadual de Transplante, nesta segunda-feira.

De acordo com a Secretaria de Saúde, foram contabilizados 40 doadores nos dois primeiros meses deste ano, contra 12 em 2011 --com uma média de três órgãos doados por cada um.

Em 2010, quando programa de transplante foi criado, o Estado do Rio tinha uma média de 4,4 doadores por milhão de habitantes, contra 8,7 da média nacional. Dois anos depois, o Estado tem uma média de 13,9 doadores por milhão, acima da média brasileira, atualmente em 11 doadores por milhão de habitantes.

A previsão é que ainda neste semestre o Instituto Estadual do Coração Aloysio de Castro, no Humaitá (zona sul), comece a realizar transplantes. Até o final de março, o Ministério da Saúde deve transferir uma unidade federal, no Estado, para se tornar o Hospital Estadual de Transplantes, em dois anos.

Captação de órgãos 
Pacientes que aguardam na fila dos transplantes reclamam da "desorganização" do Estado para captar órgãos. Há três anos a espera de um rim, o professor Luiz Carlos Pacheco, 60, diz que é necessário aumentar equipes médicas preparadas para o serviço.

"O processo ainda é muito desorganizado. Às vezes chamam 15 pessoas só para uma fazer o transplante por conta da compatibilidade. A equipe de captação de órgãos é muito pequena", disse o professor à Folha.

O secretário Sérgio Côrtes, porém, afirma que atualmente há equipes dedicadas exclusivamente à captação de órgãos. "Felizmente nós não temos esse problema no que diz respeito a captação", diz.

Fonte Folhaonline

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