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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Parentagem positiva previne obesidade na adolescência

Resultados de um estudo realizado com famílias em situação de risco mostra que uma parentagem mais positiva – que não inclua o castigo físico como punição, por exemplo – tem resultados que vão além da esfera comportamental. Segundo pesquisadores da Universidade de Nova York, nos EUA, ela também pode previnir a obesidade na adolescência.

As conclusões foram feitas com base nos resultados de dois estudos longitudinais realizados com famílias de baixa renda e alto risco para a obesidade. O foco era ensinar pais e cuidadores a serem mais sensíveis e carinhosos com seus filhos, por exemplo, instruindo a ficarem mais atentos e dedicarem mais tempo brincando ou lendo com os seus filhos, e a elogiar comportamentos positivos – estratégias mais mais eficazes ao castigo físico.

Durante seis meses, os pais e as crianças frequentaram as intervenções familiares, que duravam duas horas por semana. Em nenhum momento foi abordado temas como nutrição, atividade física ou obesidade. Eles também mantiveram um grupo controle, de famílias que não receberam a intervenção.

As crianças das famílias que participaram da intervenção apresentaram taxas significantemente mais baixas de obesidade quando comparadas às do grupo controle. Segundo os resultados, publicados no periódico Pediatrics, mais da metade das crianças do grupo controle eram obesas quando chegaram ao segundo grau, em comparação a 24% do grupo controle.

“As crianças que entram na escola com problemas de comportamento estão em risco muito elevado de insucesso e abandono escolar, comportamento anti-social, delinquência, obesidade e outros problemas de saúde. Programas deste tipo reduzem a paternidade dura e ineficaz e evitam que estes problemas atinjam níveis mais graves”, concluem os autores.

Fonte Correio Braziliense

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