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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Para adeptos, depilação radical é questão de estética e higiene

A remoção total dos pelos púbicos faz parte da fantasia de carnaval da passista Andréa Martins, 34. Ela vai sair totalmente nua, com o corpo pintado, na escola de samba Renascer de Jacarepaguá, do Rio de Janeiro.

Fora da época de carnaval, porém, ela não adota a depilação total. "Acho mais higiênico tirar tudo, mas normalmente deixo um pouquinho. Os homens gostam de um detalhe. Meu marido gosta."

A bancária Edneusa Marques, 34, nunca tirou tudo, apesar das investidas da depiladora. "Ela sempre fala 'vamos terminar de tirar, está na moda'. Eu não aceito, está bom assim", diz ela, que depila só a linha do biquíni, nada mais. "Por mais que falem que é mais limpo, acho feio, fica parecendo criança."

Fernando Gravz, 35, consultor jurídico, discorda. "Criança também não tem pelo na axila. A mulher depila [debaixo do braço] e não fica parecendo criança. É uma questão de estética e higiene", afirma.

Defensor da causa publicamente (ele escreveu um texto em seu blog sobre o tema), Fernando é cheio de argumentos. "É mais bonito e mais funcional. Para o sexo oral é mais prático. Algumas mulheres já me disseram que aumenta o contato e dá mais prazer."

Para ele, deixar um pouquinho é até aceitável. "Não é preciso brigar por isso, mas sem nada é melhor. É uma opinião quase unânime entre os homens."

Fonte Folhaonline

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