
Para o estudo, os pesquisadores acompanharam um total de 298 mulheres, com idade média de 83 anos, por um período de cinco anos. Inicialmente todas foram submetidas à polissonografia (exame do sono) e aquelas que apresentaram AOS neste primeiro teste desenvolveram ao longo do período do estudo uma taxa maior de comprometimento cognitivo leve ou demência, quando comparadas com aquelas que não apresentaram (44,8% em comparação a 31,1%).
“Os distúrbios do sono são comuns nas pessoas mais velhas. Devido a alta prevalência de ambas condições, AOS e disfunção cognitiva, entre adultos mais velhos, a possibilidade de uma associação entre as duas condições, mesmo que modesta, acarreta um grande impacto na saúde pública”, diz Kristine Yaffe, uma das autoras do estudo.
“É importante lembrar que este é um estudo observacional, então nossos resultados não podem demonstrar uma ligação conclusiva causal entre distúrbios do sono e o déficit cognitivo. Precisamos de mais pesquisas para explicar como distúrbios do sono levam a este resultado e se as intervenções para melhorar o sono podem impedi-lo”, conclui Adam Spira, que também participou da pesquisa.
Fonte O que eu tenho
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