
Mizumoto conta que o estudo pretendeu verificar o impacto na saúde física e mental advindo das práticas.
A escolha pelas religiões, explica, deu-se, entre outras explicações, pelo fato de elas serem genuinamente brasileiras. Dos participantes do estudo, 42 eram adeptos do santo-daime, 44 da umbanda e 20 formaram um grupo de controle, que serviu para comparar a influência da religiosidade nos voluntários.
“Os resultados obtidos dos perfis sociais, saúde e religiosidade e das escalas revelaram indicadores de bem-estar que confirmam índices de saúde inteiramente satisfatórios e até melhores quando comparados aos resultados do grupo de controle”, relata a pesquisadora, que usou questionários para analisar questões sociais, religiosas e de saúde física e mental.
Fonte Correio Braziliense
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