
Os médicos afirmam que para evitar as varizes são necessários cuidados preventivos, como por exemplo, não fazer uso precoce de anticoncepcionais, não permanecer muito tempo sentado ou de pé e o sedentarismo. Além da hereditariedade, principal fator de risco para o mal.
O cirurgião vascular Daniel Mendes Pinto explica que quem tem parentes com varizes apresenta o dobro de chances de desenvolver a doença. Segundo ele, a principal causa do surgimento de varizes é a fraqueza da parede das veias, que se dá por origem genética. Obesidade e má postura também podem contribuir para o problema, afirma.
As varizes menores têm impacto mais estético, as chamadas varizes calibrosas são sintomáticas e incomodam muito o paciente. O tratamento para esses casos depende do grau da doença.
O melhor método depende também da veia a ser tratada. A escleroterapia (injeção de uma solução dentro dos vasos) “seca” a veia, permitindo que ela seja reabsorvida pelo corpo. O procedimento dura cerca de 20 minutos e não exige repouso. Uma aplicação em forma de espuma potencializa o efeito do remédio e pode ser usada com sucesso em varizes de médio calibre.
Para as varizes mais grossas, a cirurgia convencional é a mais indicada. Geralmente, é feita com anestesia local, e as varizes são retiradas por meio de pequenos cortes na pele. O paciente pode ficar um dia internado, retomando a rotina em uma semana.
Há, ainda, a cirurgia a laser, menos invasiva e recuperação mais rápida. Nesse caso, uma microfibra ótica com laser de iodo é introduzida na veia doente. Ela fecha totalmente as paredes e o organismo desvia o sangue para veias saudáveis.
Fonte Corposaun
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