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terça-feira, 2 de julho de 2013

Remoção de nervos que ligam o rim ao cérebro pode reduzir a pressão arterial

Procedimento é realizado usando um fino tubo inserido numa artéria da perna do paciente e posicionado na artéria que leva o sangue para os rins
Foto: Medtronic
Procedimento é realizado usando um fino tubo inserido numa
 artéria da perna do paciente e posicionado na artéria
que leva o sangue para os rins
O procedimento, que tem poucos efeitos colaterais, reduz, ainda, riscos de acidente vascular cerebral, de doença cardíaca e renal
 
Nova técnica que envolve a remoção dos nervos que ligam o rim ao cérebro vem mostrando resultados significativos na redução da pressão arterial, do risco de acidente vascular cerebral, além de doenças cardíacas e renais. O procedimento, que tem poucos efeitos colaterais, já mostrou resultados promissores em casos difíceis de tratar de pressão arterial elevada.

A técnica, publicada na revista Hypertension, foi realizada por uma equipe liderada pelo professor Julian Paton, da Universidade de Bristol, que constatou que, em um modelo animal geneticamente modificado, a remoção de nervos que ligam o rim ao cérebro reduziu a pressão arterial estabilizando o quandro a longo prazo.

Inspirado por estes resultados, os cardiologistas Angus Nightingale e Andreas Baumbach, do Bristol Heart Institute (BHI), adotoram a técnica chamada de "denervação renal".

O processo, que tem sido testado com sucesso em 19 pacientes no BHI, é realizado usando um fino tubo inserido numa artéria da perna do paciente e posicionado na artéria que leva o sangue para os rins . Os nervos que ligam o rim ao cérebro ficam em torno da artéria e são cauterizados pelo processo de ablação por radiofrequência emitida a partir do tubo.

Os estudos estão sendo realizados por pesquisadores da Universidade de Bristol e cardiologistas do BHI. Eles formaram uma equipe chamada CardioNomics. "A técnica é muito simples e não há efeitos colaterais. Está se tornando popular para os pacientes que sofram tanto pela resistência quanto pela baixa tolerabilidade à medicação usada combater a alta pressão arterial," afirmou Baumbach.

Fonte isaude.net

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